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EUA e Geopolítica
25/01/2011
Duas Califórnias
Viajei por três semanas, tomando o pulso das áreas mais esquecidas da Califórnia central. Eu queria testemunhar, ainda que superficialmente, o que está acontecendo a um estado que tem os mais altos impostos sobre produtos e renda, os mais pródigos benefícios sociais, o quase pior sistema de escolas públicas (de acordo com os índices federais), o maior número de imigrantes ilegais da nação, ao lado de um setor privado excessivamente regulamentado, uma base industrial estagnada e em encolhimento e uma elite cujo etos ambientalista restringe a atividade empresarial sem conter o consumo.
 
14/12/2010
Enfim, acabou a espionagem!
Acoerência é uma virtude que exige solidez de princípios. Tá bom, eu sei que isso é mercadoria rara no ambiente da política e que seria uma impiedade cobrá-la do presidente da República. Afinal, ele mesmo se designou metamorfose ambulante, dispensando-se de compromissos consigo mesmo. Não nos surpreendamos, então, quando se encrespa e arrufa além do limite do ridículo com a deposição constitucional do hondurenho Manuel Zelaya, mas se relaciona aos abraços e amassos com os maiores ditadores e patifes do planeta.
 
12/12/2010
O salto norte-americano
Afirmar que em 2011 os países "emergentes" vão emergir é uma profecia sem risco. Partindo de muito baixo, dispondo de reservas de mão de obra barata, tendo acesso a tecnologias testadas no Ocidente e no mercado internacional, o Brasil, a Índia ou a China perseguiram a sua ascensão. Isso é motivo de alegria, porque multidões inteiras, condenadas à miséria até recentemente, de agora em diante esperam levar uma vida mais digna.
 
02/12/2010
Cidadãos de Oklahoma dizem não à sharia
Conforme os americanos aprendem mais sobre o Islã, o aspecto que eles acham mais condenável não é sua teologia (se Alá é ou não é Deus) nem seu simbolismo (como a existência de um centro cultural islâmico no sul de Manhattan), mas seu código de leis, chamado sharia.
 
23/11/2010
Os fabulistas de Obama
Durante a campanha presidencial de 2008, Barack Obama foi apresentado como sendo um racionalista frio— um intelectual sóbrio e judicioso, tão diferente do impetuoso e meio desligado de voz nasalada George W. Bush, tão racional em contraste com o espasmódico John McCain.
 
16/11/2010
Obama ainda não entendeu
OPresidente Obama chegou perto, mas ainda não foi capaz de admitir que suas políticas radicais e os efeitos destas sobre a economia foram a causa da devastadora repreensão política que recebeu nas eleições do dia 02/11. Durante a maior parte da coletiva de imprensa, um Obama deprimido, coisa rara, se absteve de assumir responsabilidades, chegando perto de dizer que os problemas são, em sua maior parte, nossos e não dele — ou pelo menos não de sua agenda política; no máximo um problema ocasional de comunicação inadequada.
 
23/09/2010
Nós não somos a Grécia
 O declínio é uma escolha Com o verão se esvaindo, há mais e mais discussões sobre declínio no ar. Parte delas vem da esquerda, como certa noção irrefletida de que nós estamos, na melhor das hipóteses, retrocedendo para aquilo que os gregos chamavam prôtos metaksu isôn, os primeiros dentre os iguais, gozando de prestígio tradicional, mas fora isso, nada muito especial em comparação aos países europeus, Índia e China.
 
27/07/2010
Obama tenta a quadratura do círculo da imigração ilegal
 Nada de novo no discurso presidencial – certamente não a sua cansativa alegoria de esperança e mudança ao confundir a imigração legal e a ilegal (“Os progressos científicos de Albert Einstein, as invenções de Nikola Tesla, as grandes iniciativas da U.S. Steel de Andrew Carnegie e o Google de Sergey Brin – tudo isso foi possível devido aos imigrantes”). Há um amplo suporte público para o primeiro, mas não para o segundo – portanto ele precisou inferir que aqueles que se opõem à maciça imigração ilegal não apreciam a grande contribuição feita por imigrantes legais. (Note seu uso de eufemismo em “11 milhões de imigrantes sem documentação” – como se imigrantes simplesmente tivessem esquecido seus documentos ao entrarem no país).
 
20/07/2010
Faisal Shahzad, terrorista jihad, explica o terrorismo
Em um testemunho de estarrecer, realizado no tribunal, Faisal Shahzad, o terrorista que quase explodiu a Times Square, por si só, minou os esforços da administração Obama em ignorar os perigos do islamismo e do jihad.
 
09/06/2010
Retórica de Obama saindo pela culatra
Não causa espanto que o Presidente Obama fale mentiras (por exemplo: não haverá aumento de impostos para a classe média, a “reforma” no sistema de saúde [health care] controlará custos, a cobertura pela C-Span[1] dos debates sobre o sistema de saúde, listar legislações pendentes na internet por cinco dias, fechar a base de Guantânamo em um ano, a defesa em favor da retirada de todas as forças de combate do Iraque até março de 2008,  lobistas fora do governo, um basta a todas as dotações orçamentárias “especiais”, e todas as velhas mentiras sobre financiamento público de campanhas, o verdadeiro relacionamento com Wright, Ayers, Khalidi, Blago, etc.), já que todos os políticos mentem.
 
27/05/2010
Por que alguém iria querer explodir a Times Square?
 Quando chegam notícias de muçulmanos empenhando-se em atos de violência, a tríade formada por políticos, responsáveis pela aplicação da lei e a mídia invariavelmente presume que o perpetrador sofre de incapacidade mental ou emocional (Para uma rápida lista de exemplos, veja “Jihad Repentina’ ou ‘Estresse desordenado’ em Fort Hood”).
 
05/05/2010
O Khrushchev de Obama? Que maluquice é essa?
Roger Cohen escreveu no New York Times sobre a humilhação imposta por Obama a Netanyahu: “O ex-líder soviético [Khrushchev] pensava que poderia amedrontar Kennedy através de um simples olhar, apenas para descobrir, em Viena, que o charme de Kennedy também tinha aço em sua composição (‘Será um longo e frio inverno’). Netanyahu foi o primeiro líder estrangeiro a imaginar que poderia passar por cima de Obama, feito um rolo compressor. O que ele conseguiu foi uma merecida e gélida reprimenda”.   O canto de glória obâmico continua, ao louvar o novo Obama de aço, que usou Netanyahu, tal como Kennedy usou Khrushchev para estabelecer sua palavra e propósitos firmes.
 
28/04/2010
Próxima Batalha: Imigração
 O quê vamos – e o quê não vamos – ouvir no debate que está por vir Depois da disputa sobre o Health Care Reform [Obamacare], podemos esperar que a administração Obama use o mesmo padrão de atuação para fazer aprovar uma “abrangente reforma da imigração”.   Isso é um eufemismo para cessar permanentemente a construção da ainda incompleta cerca na fronteira; institucionalizar um enorme programa de vistos temporários de trabalho, tratar os imigrantes ilegais com se cidadãos de facto em termos de recebimento de créditos por renda auferida [earned-income credits[1]], assistência-saúde e benefícios gerais; e, na prática, conceder anistia a 11 milhões de estrangeiros em condição ilegal nos EUA.   E qual exatamente é esse padrão para fazer aprovar no Congresso algo que é tão impopular?
 
27/04/2010
Katyn II: A morte que lhes caiu bem
Já um tanto esquecida pela mídia ocidental, em meio a cinzas vulcânicas, colapsos financeiros, brumas russas e mísseis iranianos, a morte do presidente polonês em 10/04, quando da queda do avião [em Smolensk, Rússia] que levava a ele e numerosa comitiva para uma cerimônia em homenagem às vítimas do massacre de Katyn, cometido pelos soviéticos em 1940, no qual cerca de 22.000 poloneses foram sumariamente fuzilados por tropas da NKVD (antecessora da KGB), levantou várias perguntas, quase todas ainda não respondidas. Se depois de duas semanas retomo o assunto é pelo simples fato de que se as repercussões esmorecem na mídia, as consequências dessas mortes se farão sentir ainda por muito tempo, e não só na Polônia.
 
21/04/2010
Tornando global a primeira emenda
Enquanto o governo Obama procura grandes ideias para moldar sua política externa, as autoridades deveriam consultar um  livro recentemente lançado, no qual se defende que, de fato, o "Destino Manifesto" dos Estados Unidos do século 21 é estender para o mundo os padrões de nossa Primeira Emenda.
 
17/04/2010
Quando Israel encarou Washington
Àmedida que as tensões entre Estados Unidos e Israel escalam a alturas anormais, eles lembram-se de um round de tensões anterior, aproximadamente trinta anos atrás, quando Menachen Begin e Ronald Reagan estavam no comando. Em contraste com os repetidos pedidos de desculpas de Binyamin Netanyahu, Begin adotou uma abordagem um tanto quanto diferente.
 
14/04/2010
Danem-se as evidências e velocidade máxima avante?
Acoisa mais estranha a respeito do gigantesco plano de seguro saúde de Obama (mais de US$1 trilhão de dólares em novos “direitos e benefícios”) é a escolha do momento, o timing.
 
08/04/2010
Ratifiquem o acordo com a Colômbia
Éhora de os Estados Unidos ratificarem o acordo de livre comércio com a Colômbia. Eles deveriam fazer isso em benefício dos empregos norte-americanos e do notável avanço dos direitos humanos e da democracia na Colômbia. Durante quase 40 anos, este país sul-americano tem lutado uma dura guerra contra as drogas e pagado caro em contagem de corpos. Mesmo assim, nós, colombianos, não conseguimos ratificar um simples acordo de livre comércio quatro anos depois dele ter sido negociado.
 
24/03/2010
Reflexões sobre a Revolução na América
Mudanças radicais nas feições americanas   Vivemos tempos revolucionários instigantes, mas assustadores, parecidos com a constante aspereza da polis grega do século IV a. C, com a Europa revolucionária de meados do século XIX – ou talvez, numa repetição geriátrica — com a década de 1960. Esta é uma época onde os conceitos fundamentais de indivíduo e de Estado estão sendo redefinidos, mas agora numa paisagem esquisita, globalizada e de alta tecnologia.
 
18/03/2010
O presidente que transformou seu país em alvo de zombaria global
Tal como previsto aqui, a política externa de Obama fracassou em total ignomínia. Agora estamos todos menos seguros do que estávamos antes que ele fosse eleito para a Casa Branca. Uma nova pesquisa de opinião – encomendada pelos Democratas, note bem – sugere que a maioria dos americanos considera que os Estados Unidos são menos respeitados no mundo do que o eram dois anos atrás, além de considerar que o Presidente Obama e outros Democratas ficam longe dos Republicanos na questão de segurança nacional.
 
26/02/2010
Como salvar a presidência de Obama: Bombardeando o Irã
Eu não costumo oferecer conselhos a presidentes a cuja eleição me opus, cujos objetivos eu temo e cujas políticas eu trabalho contra.  Mas aqui está uma idéia para Barack Obama salvar sua cambaleante administração, dando um passo que proteja os Estados Unidos e seus aliados.
 
19/02/2010
O “Tea-Party” americano estragando a festa do bloco “Esperança & Mudança”
Tal como é  sabido por todas as pessoas conscientes deste planeta, Sarah Palin é uma figura alvo de extrema zombaria e escárnio. Ela foi ridicularizada por sua ignorância do mundo além de Wasilla, Alasca, por sua falta de educação formal e de sofisticação, por seus trocadilhos dignos de esgares, por sua pregação num “caipirês” feito em casa, por sua tagarelice de fazer Deus perder a paciência, por sua irritante e problemática família (Ela é a avó de seu filho?? Ela  é a mãe de seu neto??), por seu cabelo, seus óculos, seu enfatizado perfil de hockey-mom [1], sua figura já além da caricatura... Será que houve alguma outra idiota total e tão embaraçosa quanto Palin na vida política americana?
 
17/02/2010
Foi o Bush quem fez! E, realmente, foi Bush quem fez! E Bush fez mesmo!
Aquela porcaria de Guantânamo! Obama deu uma quase incrível coletiva de imprensa, durante a qual analisou os lapsos da segurança. Quando evocou Guantânamo, de uma só vez o presidente:  (a) prometeu fechá-la; (b) prometeu não enviar mais detentos de volta para o Iêmen; e (c) alegou que a base era uma ferramenta de recrutamento para a Al Qaeda (em outras palavras, aparentemente o Gulag de Bush incitou pessoas como Umar Farouk Abdul Mutallab a tentar um atentado a bomba numa companhia aérea), sempre usando a expressão enfática “Não tenham dúvidas sobre isso”.
 
08/02/2010
Sowell e os Republicanos – Parte I
Oleitor do Mídia@Mais tem tido o privilégio de contar com as análises de Thomas Sowell sobre a política, economia e cultura do país mais poderoso do mundo. Num estilo que alia a clareza a uma virtuosa economia de palavras, Sowell é um verdadeiro mestre: explica, critica, desmistifica e instrui. Seus artigos e livros são de uma franqueza e objetividade desconcertantes. Seu penúltimo livro, publicado em 2009, The Housing Boom and Bust, não deixa pedra sobre pedra quanto aos responsáveis pela crise financeira mundial decorrente da implosão da bolha de crédito imobiliário nos Estados Unidos.
 
31/01/2010
O que a CIA precisa saber
Em termos de perda de vidas, o ataque a bomba na base da CIA em Khost, no Afeganistão, pode ter sido o erro mais caro na história da agência. Assim, é importante procurar cuidadosamente as pistas sobre como ele ocorreu e as lições a tirar para o futuro.
 
29/01/2010
Esperança e mudança em Massachusetts
Aimpressionante virada contra Obama em Massachusetts, onde os Democratas perderam uma cadeira aparentemente impossível de ser tomada, mantida em suas mãos por seis décadas, e com isso a sua “super maioria” no Senado, está sendo minimizada, aqui e ali, pela sua caracterização como uma revolta contra os planos do presidente para o seguro saúde ou como uma expressão de desencanto geral.
 
18/12/2009
A vida islâmica do Major Hasan
Enquanto o Pentágono e o Senado começam o que um analista batizou de “duelo de investigações no Forte Hood”, será que eles confrontarão a dura verdade do ponto de vista islâmico?
 
17/12/2009
Apertando o botão de “reset”. De novo - Parte II
Tal como prometido, Obama estabeleceu um novo caminho para a diplomacia americana. Após dez meses de diplomacia “foi culpa do Bush”, a administração Obama precisa apertar o botão de “reset”. De novo.
 
10/12/2009
Apertando o botão de “reset”. De novo - Parte I
Tal como prometido, Obama estabeleceu um novo caminho para a diplomacia americana. Após dez meses de diplomacia “foi culpa do Bush”, a administração Obama precisa apertar o botão de “reset”. De novo.
 
22/11/2009
As faces da estratégia afegã
Hikmatullah, um fazendeiro pashtun alto, usando turbante e um manto branco, olha um pouco desconcertado quando um oficial do Exército dos Estados Unidos lhe oferece chá e pão e  pergunta sobre o que ele quer da vida. Uma multidão se reuniu em volta deles na entrada da padaria local, em Baraki Barak. Jovens e anciãos observam, admirados, para ver que agitação é essa.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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