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Cultura
12/03/2009
Che: el Argentino
Por insistência de um amigo cinéfilo, vi a primeira parte do filme-propaganda “Che” (Che: el argentino), de Steven Soderbergh, cineasta que faz hora e vez no pedaço faturando em cima de causas “politicamente corretas”. Vi, e logo me arrependi, pois o longo comercial sobre a revolução de Castro e aliados, para além de ser um enfadonho clichê, é também produto extremamente mentiroso. (A segunda parte da exegese sobre a guerrilha de Guevara na Bolívia, que leva mais duas horas, não me pegará: minha cota de tolerância se extinguiu). Certo, caro leitor, mentira e revolução são, em essência, irmãs siamesas – mas a incensada revolução de Castro, em especial, pela quantidade abusiva da invencionice arquitetada, excede qualquer expectativa. Com efeito, em torno de “la revolución cubana”, os comunistas e seus agentes culturais construíram uma tão monstruosa cadeia de embustes, que fica difícil, senão impossível, diante dela o leigo não sucumbir. (Basta ver que, apesar do completo fracasso da experiência sanguinária, ainda cresce o número de pessoas que, a cada instante, mergulhadas numa estranha espécie de psicopatia, nela passam a acreditar).  
 
06/03/2009
Marx e Satã
Livro impressionante, a merecer urgente atenção de um bom editor nacional é, sem sombra de dúvida, este “Marx and Satan”, do reverendo Richard Wurmbrand (Living Book Company, Bartlesville, USA, 1986). A edição que leio, a oitava, data de 2002, porém em 2008 o livro já cruzara a 20ª impressão e fora traduzido para o russo, chinês, alemão, romeno, eslovaco, húngaro e albanês – não por acaso, línguas de países que constituíam a antiga Cortina de Ferro e materializavam, na prática, as teorias demoníacas de Karl Marx.  
 
19/02/2009
Ainda Arnaldo Jabor, o Palhares
Basta ouvir: a Rádio CBN se compraz em anunciar Arnaldo Jabor como um observador “polêmico e passional” dos fatos e acontecimentos do cotidiano. Em suas chamadas diárias, à cata de audiência, a emissora do Sistema Globo de Rádio vende a idéia da passionalidade de opinião do comentarista como presumível atributo de valor para efeito de marketing – o que não deixa de ser um dado elucidativo de como a empresa enxerga o seu colaborador: uma espécie de pitbull controverso, arrebatado, parcial e, num sentido lógico, aparentemente sem limites. Com efeito, escrevendo ou falando, Arnaldo Jabor explora a intempestividade e, num tom imperativo, cheio de si, se arremessa contra tudo e contra todos. Assim disposto, e auto-intitulado “psicanalista da notícia”, o astro da mídia global traça sem a menor cerimônia qualquer tipo de assunto e enfrenta, “numa boa”, a matéria momentosa, por mais complexa que ela possa parecer. Convém salientar, no entanto, que a crítica bem fundamentada, a partir da consulta às fontes primárias para repassar ao leitor a informação genuína, nunca faz parte do seu receituário. Tal qual um Flávio Cavalcanti dos tempos do hip-hop, o seu compromisso é com o resultado do comentário extravagante.  
 
18/02/2009
A Grã-Bretanha rende-se ao terror
Se alguém tinha dúvidas quanto à extensão da rendição da Grã-Bretanha ao terror islâmico, o recentíssimo banimento de Geert Wilders [ocorrido poucas horas antes da publicação original desta coluna], certamente deveria abrir os olhos. Wilders, o membro do parlamento holandês que assumiu uma posição inamovível contra as origens corânicas da violência e extremismo, deveria exibir o seu filme Fitna, que trata desse assunto, na Câmara dos Lordes, na quinta-feira, dia 12 de fevereiro. Essa reunião foi adiada depois que Lorde Ahmed ameaçou as autoridades da Câmara dos Lordes, afirmando que congregaria uma força de dez mil muçulmanos para sitiar os Lordes se a Wilders fosse permitido falar. Com o devido mérito aos Lordes, estes se mantiveram firmes e disseram que convocariam forças policiais adicionais para enfrentar essa ameaça e que a reunião com Wilders deveria acontecer.
 
07/02/2009
Arnaldo, o Palhares
Porque estou escrevendo um livro sobre as relações do cinema brasileiro com Estado, fui ver se encontrava no Google algum depoimento ou escrito meu sobre o assunto. Embora faça pouco uso dos serviços da internet, é patente que o Google virou um instrumento de consulta insubstituível e obrigatório. Ele tem de tudo em matéria de informação e, hoje, como é sabido, nada – ou quase nada – lhe escapa.    Lá, numa entrada do site Sesc Ipiranga, encontrei a seguinte confissão de Arnaldo Jabor: “Em março de 1990, Collor e seu fiel escudeiro, Ipojuca Pontes, transformaram o cinema brasileiro num pesadelo. Meus projetos foram por água abaixo. Me vi sem tostão no bolso e tive de procurar emprego. Foi o jornalismo que me fez voltar a comer em 1991. E eu tenho de agradecer pela descoberta dessa vocação oculta em mim”.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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