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Cultura
08/10/2009
Nicabs e burcas – A ameaça velada continua
Oque há de novo no front da burca e do nicab?  Lembrando, ambas as vestimentas foram desenvolvidas para a moderação das mulheres muçulmanas; o nicab cobre tudo menos os olhos, enquanto a burca cobre a face inteira. Em “Banam a burca – e o nicab também”, há dois anos, eu documentei como esses dois itens representam um perigo criminal e terrorista.
 
03/10/2009
Filmes esquerdistas 6 - A Órfã
A crítica de cinema – e em particular a brasileira, que tal como o brasileiro em geral adora exagerar em tudo que é ruim – costuma espernear e dar gritinhos de horror quando imagina se deparar com um filme cujo conteúdo (o enredo em si) ou a mensagem (a “lição final”  que se tira do enredo) parece “direitista” ou “conservador”. Mas faz que não vê e aplaude quando acontece o contrário, e o filme é construído com maior ou menor engenho como genuína propaganda esquerdista.
 
30/09/2009
FHC, o intelectual e a maconha
Aos 78 anos, a maioria dos quais vividos na base do que o comediante italiano Totó chamou de “grandinare de brillante chimico” (tradução possível: “cascata”, sinônimo de conversa fiada), Fernando Henrique Cardoso vai ser a estrela de documentário nativo sobre a descriminalização da maconha, cujo uso, ainda considerado crime no nosso código penal (Lei 11343/2006), o ex-presidente tem como inimputável. Só como lembrete: embora negue, FHC declarou em New York que fez uso da cannabis sativa, o nome científico da velha “erva do diabo”.
 
26/09/2009
Filmes esquerdistas 5 - Queime depois de ler
A crítica de cinema – e em particular a brasileira, que tal como o brasileiro em geral adora exagerar em tudo que é ruim – costuma espernear e dar gritinhos de horror quando imagina se deparar com um filme cujo conteúdo (o enredo em si) ou a mensagem (a “lição final”  que se tira do enredo) parece “direitista” ou “conservador”. Mas faz que não vê e aplaude quando acontece o contrário, e o filme é construído com maior ou menor engenho como genuína propaganda esquerdista.
 
18/09/2009
Filmes esquerdistas 4 - O Labirinto do Fauno
Acrítica de cinema – e em particular a brasileira, que tal como o brasileiro em geral adora exagerar em tudo que é ruim – costuma espernear e dar gritinhos de horror quando imagina se deparar com um filme cujo conteúdo (o enredo em si) ou a mensagem (a “lição final” que se tira do enredo) parece “direitista” ou “conservador”. Mas faz que não vê e aplaude quando acontece o contrário, e o filme é construído com maior ou menor engenho como genuína propaganda esquerdista.
 
15/09/2009
O filme de Lula, o filho do Mal
"O cinema está no ramo da prostituição” – Ingmar Bergman   Numa noite de junho de 2005, Zé Dirceu, então chefe da Casa Civil do governo petista, considerado pelo procurador-geral da República o chefe da “Quadrilha Organizada” operante no Planalto, reuniu-se em ambiente domiciliar, no Rio de Janeiro, com representantes da “classe artística”, entre eles o lobista Luiz Carlos Barreto, o ariete-mor do cinema caboclo.
 
10/09/2009
Filmes esquerdistas 3: O Júri
Acrítica de cinema – e em particular a brasileira, que tal como o brasileiro em geral adora exagerar em tudo que é ruim – costuma espernear e dar gritinhos de horror quando imagina se deparar com um filme cujo conteúdo (o enredo em si) ou a mensagem (a “lição final” que se tira do enredo) parece “direitista” ou “conservador”. Mas faz que não vê e aplaude quando acontece o contrário, e o filme é construído com maior ou menor engenho como genuína propaganda esquerdista.
 
07/09/2009
Filosofia Concreta - De Mário Ferreira dos Santos
A o ingressar na faculdade de Direito de Porto Alegre, em 1926, Mário não parecia ainda se preocupar com filosofia. A carreira de advogado era uma das poucas escolhas para quem demonstrava inclinação para o pensamento e a reflexão. Na faculdade, não há registros de grandes atividades políticas ou intelectuais, e Mário parece ter desenvolvido seu raciocínio o suficiente para começar a incomodar. Em sua defesa de tese final, por exemplo, um examinador reclamou de que o pensamento de Mário não era fundado em nenhuma autoridade. Mário respondeu que sim, que havia citado vários pensadores para complementar uma síntese original. O examinador retrucou: “Pois eu sou uma autoridade e você deveria ter me citado!”.
 
06/09/2009
Laicismo, cultura e combate a símbolos religiosos
Tem aumentado no Brasil, e no mundo, ações de minorias que combatem o uso de símbolos religiosos em órgãos ou espaços do Estado. Nada de crucifixos, por exemplo, em tribunais, escolas, hospitais ou quaisquer outras  repartições públicas. Razões? Basicamente duas: 1. O Estado é laico.   2. Não se pode aceitar um privilégio católico. Seria uma ofensa a pessoas de outra fé.   Assim, dizem alguns, juridicamente a presença dos símbolos religiosos estaria ferindo a Constituição do Brasil.
 
04/09/2009
Filmes esquerdistas 2: Wall Street – Poder e Cobiça
A crítica de cinema – e em particular a brasileira, que tal como o brasileiro em geral adora exagerar em tudo que é ruim – costuma espernear e dar gritinhos de horror quando imagina se deparar com um filme cujo conteúdo (o enredo em si) ou a mensagem (a “lição final” que se tira do enredo) parece “direitista” ou “conservador”. Mas faz que não vê e aplaude quando acontece o contrário, e o filme é construído com maior ou menor engenho como genuína propaganda esquerdista.
 
28/08/2009
Filmes esquerdistas: Beleza Americana
A crítica de cinema – e em particular a brasileira, que tal como o brasileiro em geral adora exagerar em tudo que é ruim – costuma espernear e dar gritinhos de horror quando imagina se deparar com um filme cujo conteúdo (o enredo em si) ou a mensagem (a “lição final” que se tira do enredo) parece “direitista” ou “conservador”. Mas faz que não vê e aplaude quando acontece o contrário, e o filme é construído com maior ou menor engenho como genuína propaganda esquerdista.
 
25/08/2009
Resta algum homem de verdade no Reino Unido? Em foco: ‘Aulas de prostituição’ forçadas a adolescentes britânicos
Em “Muito barulho por nada” (1598), Beatriz diz que “é o dever de um homem” defender a honra de Hero, sua virtuosa prima que estava sendo denunciada publicamente, por seu tolo noivo, como “uma qualquer”. Sabendo de suas responsabilidades, o personagem de Shakespeare, Benedito,  empunha sua espada para desafiar o vilão que difamou a donzela.
 
11/08/2009
5 livros de ficção para prestar atenção
Selecionamos cinco romances onde ou a temática ou a visão do autor foge da convencional abordagem esquerdista ou politicamente correta, típica da literatura moderna e da praticada hoje em dia.
 
24/07/2009
IPEA e Políticas Públicas Culturais
Porque está realizando pesquisa sobre políticas culturais empreendidas por ministros da Cultura entre os anos de 1985 e 2009, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada -, fundação federal que tem por objetivo fornecer “suporte técnico” ao governo para a avaliação e formulação de políticas públicas e programas de desenvolvimento, enviou-me questionário contendo dez perguntas sobre minha experiência como gestor cultural. Acreditem, as  respostas dariam margem para criação de um tratado de mil páginas, mas limitei-me ao essencial.
 
19/07/2009
FHC: um engano sobre o pensamento conservador
Excelente a entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a Guilherme Malzoni Rebello, no último número da DC (Dicta & Contradicta), publicação de alto nível, que se esforça para não ficar na repetição das esquerdas, inclusive das que são ou se dizem moderadas. FHC confirma o intelectual que é, e homem de equilíbrio – o que certamente permitiu consolidar o consenso das forças de esquerda que formaram o PSDB, que seria pela social democracia não fosse o grande número de egressos do marxismo- leninismo que abriga.
 
02/07/2009
Os frutos da ‘liberdade’ sexual
Não é sorte nossa vivermos numa era de liberdade sexual? Sorte por repudiarmos as crenças de nossos fundadores de que Deus tudo vê e que nos julga? Sorte porque a revolução sexual ensinou aos americanos a relaxar e ‘desencanar’ quanto às consequências de seus atos?
 
26/06/2009
Eles dançam, você dança
"Não perguntamos aos arquitetos como se salva as mil pessoas que vivem nas ruas da região [Luz, onde será construído o teatro]. Eles estão aqui porque a região é deserta. O Brasil pode virar uma Suíça, mas essa população sempre existirá" João Sayad, secretário estadual da Cultura   Na atualidade brasileira, o tal clamor que vem das ruas só é ouvido e respeitado quando pode servir de arma para a esquerda viabilizar suas estratégias de poder. De resto, nenhum governante dá a mínima para o que querem ou deixam de querer seus potenciais eleitores. Na confrontação com o poder, valem mais meia dúzia de chatos engajados, dezenas de telefonemas e uma centena de palmadinhas nas costas, do que 500 mil votos. Cidadão só presta em dia de eleição.
 
23/06/2009
A sexualização da heresia
O Projeto de Lei da Igualdade [Equality Bill], que ora tramita no Parlamento, é a mais recente e potencialmente a mais opressiva tentativa de impor atitudes politicamente aceitáveis e excluir qualquer outra que colida com esses critérios. Uma vez que as atitudes que estão sendo impostas constituem uma agenda ideológica (cujo objetivo é destruir os princípios éticos fundamentais da Grã-Bretanha e substituí-los por valores niilistas e por um estilo de vida de discussão infindável e disputa constante), elas representam um ataque direto à moralidade judaico-cristã que sustenta a sociedade britânica.
 
19/06/2009
Adulação ou burrice: vale tudo na torcida pelo Cinema Nacional
Quando o assunto é Cinema Nacional, redações e editorias não sabem mais o que fazer para convencer o público de que os filmes brasileiros são “respeitados” lá fora. O que, obviamente, é uma mentira deslavada: tivesse tal cinema prestígio internacional, não seria completamente dependente do dinheiro do pobre contribuinte brasileiro como é.
 
06/06/2009
Obama e a cultura da morte
Até agora nem uma só vez fiz comentários sobre a eleição de Barack Obama e nem sobre seus primeiros meses de governo.   Não fiquei nem um pouco entusiasmado com sua vitória, e nem a desejei. Sabia o suficiente sobre seu passado político e seus ideais para não me deixar levar pela propaganda da mídia.
 
03/06/2009
Primeiro juiz da Suprema Corte australiana: homossexualidade e tributo a Alfred Kinsey
“O primeiro juiz da Suprema Corte australiana a declarar sua homossexualidade fez um emocionado tributo ao pai da moderna pesquisa sexual, Alfred Kinsey” No momento em que nosso interesse se volta para a indicação de um novo membro da Suprema Corte dos Estados Unidos1, prestem atenção nisso: “Michael Kirby, o primeiro juiz da Suprema Corte australiana a declarar sua homossexualidade, fez um emocionado tributo ao pai da moderna pesquisa sexual, Alfred Kinsey”. Kinsey o modificou e “ajudou a modificar o mundo”.2 Kirby declarou: “Kinsey falou para a nossa espécie e não apenas para os Estados Unidos”. Durante décadas, uma comunidade acadêmica manipulada e a grande mídia esconderam as fraudes de Kinsey na ciência, fazendo com que o poder judiciário remodelasse erroneamente as leis, as idéias e a conduta de “nossa espécie” conforme a imagem de Kinsey, isto é, a de um bi/homossexual viciado em sexo e pederasta ativista.
 
02/06/2009
Simonal – a bruxa da caça comunista
“Atrevo-me a dizer que as ditaduras de esquerda são piores, pois contra as de direita pode-se lutar de peito aberto: quem o fizer contra as esquerdas acaba acusado de reacionário, vendido, traidor”  Jorge Amado, Prêmio Stalin da Paz   Porque tive de conviver durante algum tempo, por razões profissionais, com Carlos Imperial e sua “Turma da Pilantragem”, conheci de perto Wilson Simonal, pupilo bem-sucedido e, à época, o maior e melhor “entertainer” do nosso showbizz. Por isso, e ainda por ter testemunhado boa parte do massacre infligido ao cantor pela esquerda etílica, fui ver o documentário “Simonal – Ninguém sabe o duro que dei”, realizado por Cláudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal (Brasil, 2008).
 
21/05/2009
Katyn, massacre comunista e mídia amestrada
Assim está escrito na secção de serviço “Rio Show”, no Segundo Caderno de “O Globo”, sobre o filme “Katyn”, do cineasta polonês Andrzej Wajda (pronuncia-se “Vaida”): “Drama. Os bastidores do massacre de Katyn, meses depois da invasão nazista na Polônia, em 1939”.Tão só e nada mais. Ignorância cega ou má fé cínica? O massacre de Katyn, um dos episódios mais torpes da 2ª Guerra Mundial, que eliminou praticamente toda a elite militar polonesa, foi perpetrado pelos comunistas soviéticos, a partir de ordens expressas do Kremlin. Então, por que não mencionar no “Rio Show” que ele foi cometido pelos russos? Lendo o informe, o usuário do jornal, desconhecendo os fatos, vai inferir o quê? Obviamente, que os responsáveis pelo massacre de 14.700 oficiais poloneses, na Floresta de Katyn, em 1940, foram os nazistas.
 
20/05/2009
Uma odisséia pessoal até a verdade - Parte II
Em 1977, eu estava no País de Gales para apresentar um artigo de pesquisa sobre mulheres e pornografia na Conferência Internacional da Associação Psicológica Britânica sobre “Amor e Atração”, realizada na Universidade de Swansea. Quando cheguei a Londres fiquei sabendo que Tom O’Carroll, o líder da “Troca de Informações Pedófilas” (PIE- Pedophile Information Exchange), estava cobrindo a Inglaterra num tour de relações públicas, promovendo o sexo com crianças em seu caminho até a conferência de Swansea. Toda a Inglaterra estava em alvoroço por causa das reportagens diárias da imprensa descrevendo os objetivos da PIE e de O’Carrol.
 
17/05/2009
Uma odisséia pessoal até a verdade - Parte I
A partir de hoje, o leitor do Mídia@Mais poderá acompanhar a história e os desdobramentos da batalha pessoal de Judith Reisman, autora da  obra capital "Kinsey, Crimes & Consequences", em sua luta de décadas contra a cultura que estabeleceu o destrutivo, o criminoso e o bizarro como padrões normais no campo da conduta sexual do ser humano. Para introduzir o leitor à obra da Dra. Reisman  e a  esse mundo que ela descobriu nefasto, o mundo da pornografia aliado à academia, o estado, as fundações bilionárias e o big business, a Editoria do M@M escolheu o prefácio da obra que, como o título indica, traz, além da análise histórica e biográfica dos principais personagens envolvidos na trama, o alcance atingido por suas ações, na tentativa de destruir a moralidade tradicional em busca de prazer, dinheiro e poder ilimitados. (Editoria Mídia@Mais)
 
06/05/2009
A censura está de volta? Então, viva a censura!
"A fumaça do cigarro de um ator em cena talvez não incomode quase nada os espectadores, mas a discussão não é essa. A lei de proibição ao fumo tem um caráter educativo, especialmente sobre os jovens que estão assistindo à cena." (Jaqueline Scholz Issa, diretora do Programa de Tratamento de Tabagismo do InCor - Instituto do Coração). Apartir de agora, um ator não poderá fumar em cena num estúdio ou num palco de teatro em São Paulo. Ou seja: se um artista pretender exercer sua liberdade de expressão, garantida pela Constituição, ele deverá descumprir a Lei Estadual de Restrição ao Fumo, a mais recente invenção mirabolante do Governador José Serra. Ou cumpre uma, ou cumpre outra: as duas será impossível.
 
26/04/2009
6 filmes para prestar atenção
Em meio às dezenas de filmes de primeira linha produzidos por Hollywood anualmente, é possível selecionar alguns poucos títulos que vão na contramão da ideologia esquerdista e politicamente correta que domina, como uma praga, a cinematografia norte-americana atual.
 
24/04/2009
Lula e o controle da cultura
Conforme determina cláusula pétrea, um dos primeiros passos de Lenin na rota da “construção do socialismo” dentro da URSS foi estabelecer o controle dos “meios sociais de produção”, nele incluído, óbvio, completo domínio sobre os veículos de comunicação, estabelecimentos de ensino e da produção cultural.
 
13/04/2009
No Sesc, a lei antifumo já pegou. Não para a maconha.
Quando se afirma que a legislação cada vez mais pesada sobre o cigarro e a concomitante flexibilização no tocante a entorpecentes parece ter como uma das principais motivações a legalização ou descriminação do uso destes últimos e o banimento do primeiro, vêem aí uma teoria conspiratória, uma relação muito óbvia, artificial, diferente da costumeira nebulosidade da política.
 
12/04/2009
Um estranho numa esquina de Jerusalém
"Veio o dia dos Ázimos, quando devia ser imolada a Páscoa. Jesus então enviou Pedro e João dizendo: ‘Ide preparar-nos a Páscoa para comermos’. Perguntaram-lhe: ‘Onde queres que a preparemos?’ Respondeu-lhes: ‘Logo que entrardes na cidade, encontrareis um homem levando uma bilha d’água. Segui-o até a casa em que ele entrar’” (Lucas 22, 7-10). Sempre que leio essa passagem do Evangelho de Lucas chama-me a atenção a maneira um tanto misteriosa como Jesus indicou a Pedro e João o local onde queria que a ceia fosse celebrada. Creio que aquele homem, com a água que levava, representa algo. Tem que representar.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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