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Brasil
23/02/2010
É preciso mudar o modelo
“Arruda, por três anos, orgulhou o DEM (...)  Até aparecerem as imagens que indignaram o Brasil e a nós do partido”.  (Senador José Agripino)   Segundo informam os amigos de Brasília, José Roberto Arruda vinha fazendo um bom governo na capital do país. Com investimentos pesados em infra-estrutura, transportes, saneamento e educação, além de um “choque de ordem” para coibir as irregularidades urbanas, tão comuns nas grandes (e médias) cidades brasileiras, o governador era, até poucos meses, a principal estrela de seu partido – o Democratas.
 
15/02/2010
Olha a cabeça dos caras
Você sabia, leitor, que há quem tenha como objetivo de vida lutar pela retirada dos símbolos religiosos em espaços públicos? O sujeito acorda pensando nisso, passa o dia pensando nisso e vai dormir pensando nisso. Cria uma ONG, escreve teses, faz reuniões, cata adesões para abaixo-assinados, requer providências em juízo. E só conversa sobre isso. De tanto encher a paciência alheia com sua bronca pessoal contra Jesus crucificado, ele se torna conhecido como o “chato dos crucifixos”.  Lá vem o “chato dos crucifixos!”. E todo mundo se afasta, como se visse um vampiro. Vampiro, crucifixo, sacou? Dizem as más línguas que a segunda bronca do chato dos crucifixos é espelho e a terceira é réstia de cebola.
 
06/02/2010
Alguns equívocos sobre direitos humanos
Em recente artigo publicado por Zero Hora sob o título “Que mundo é este?”, o presidente da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul questiona as consequências da lei que proibiu a construção de novos hospitais psiquiátricos no Estado. Como resultado dessas políticas, que remontam aos anos 90, cerca de 10% dos moradores de rua, hoje, são doentes mentais. Esses infelizes, quando não acabam nas prisões, vivem sob o risco de moléstias como hepatite C, tuberculose e AIDS. Sabem o que gerou essa situação desumana? Uma equivocada política de direitos humanos.
 
01/02/2010
O PNDH-3 e o pleito de Outubro
Sepúlveda Pertence, ministro aposentado do STF, foi escolhido a dedo pela revista Carta Maior para uma entrevista sobre o PNDH-3. A matéria resultou numa longa dissertação, na qual, entre outras coisas, ele afirma que os críticos ao programa têm o “propósito, mal dissimulado, de fazer, da objeção global ao plano, uma bandeira da campanha eleitoral que se avizinha”. Bem assim, entre aspas, como convém, e postas as vírgulas que faltavam no original.
 
27/01/2010
Ainda a “indústria de multas”
J am Krueger é o tipo de leitor que fura os olhos para enxergar melhor. Eles são raros, mas existem. No entanto, vamos lá. No que concerne à “indústria de multa” (termo que o leitor acha inadequado, mas que toda sociedade carioca consagrou por meio de denúncias diárias na mídia), ele diz que as multas são é eficientes porque tocam no bolso do infrator. E como se sujeito acreditasse que o espantoso índice de criminalidade no Brasil fosse passível de redução pela simples adoção das penas da lei contidas no Código Civil.
 
25/01/2010
Não foi bem assim
Quem estiver realmente interessado na verdade histórica não pode ir atrás da retórica revanchista que descreve o Brasil, no período que vai de 1964 a 1985, como imensa masmorra política, sob um regime impopular, que atuava para enriquecer os ricos, empobrecer a classe média e miserabilizar os pobres. Não foi bem assim.
 
23/01/2010
"Estadismo" x revanchismo: uma história africana
No final de janeiro, estréia no Brasil o novo filme de Clint Eastwood, Invictus. Baseada no livro Conquistando o inimigo, do jornalista inglês John Carlin, a película relata um episódio pouco conhecido da história recente da África do Sul, a realização da Copa do Mundo de Rúgbi de 1995, e a sua importância fundamental para a pacificação do país na presidência de Nelson Mandela (1994-99), após o desmantelamento do regime do apartheid. Assim como acorreram aos cinemas para ver e promover Lula, o filho do Brasil, de Fábio Barreto, seria de todo conveniente que os setores radicais encastelados no Governo Federal e promotores da revisão da Lei da Anistia, para abrir a possibilidade de punições a integrantes do aparelho repressor do regime de 1964, assistissem ao filme de Eastwood e, melhor ainda, procurassem ler o livro de Carlin (publicado no Brasil pela Sextante). Assim fazendo, receberiam uma lição histórica de superação de ressentimentos em favor de uma conciliação nacional e um recomeço para um país ameaçado por antagonismos seculares, onde a visão de futuro de Mandela superou os impulsos revanchistas de não poucos de seus aliados.
 
18/01/2010
Perderam a noção!
"Propor projeto de lei para institucionalizar a utilização da mediação como ato inicial das demandas de conflitos agrários e urbanos, priorizando a realização de audiência coletiva com os envolvidos, com a presença do Ministério Público, do poder público local, órgãos públicos especializados e Polícia Militar, como medida preliminar à avaliação da concessão de medidas liminares, sem prejuízo de outros meios institucionais para solução de conflitos”.  Otexto acima transcreve uma das propostas contidas no tal Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3, para os íntimos). Deixemos de lado tudo que se pode presumir sobre a capacidade intelectual de quem escreve um texto desses, que poderia constar como exemplo de má redação em cursinho pré-vestibular. Deixemos de lado. O decreto é todo assim. É um calhamaço disso. É um calhamaço que o presidente afirma que não leu e eu acredito que ele não leu, ao passo que eu li e não acredito no que li. Lula jamais se deteria, mesmo, sobre aquelas 31 mil palavras, ou acolheraria todas as suas 186 mil letrinhas. Teria uma indigestão.
 
11/01/2010
Codinome PNDH-3
Méritos inquestionáveis a Reinaldo Azevedo, o primeiro jornalista a ler a imensa tralha de ponta a ponta. Até que ele postasse a primeira denúncia pública sobre seu verdadeiro conteúdo, a mídia nacional já escrevera bastante sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (codinome PNDH-3) sem o haver analisado. Durante quase três semanas as matérias versavam sobre a proposta de investigação dos crimes de tortura e a “busca da verdade histórica da repressão” – vale dizer, o que constara dos releases oficiais. Mas Reinaldo descobriu que esse específico tema era uma pequena marola no tsunami concebido para varrer o ordenamento jurídico e institucional do país, transformando-o num território subordinado à engenharia social e política petista.
 
04/01/2010
E o Suriname, presidente?
Sempre pensei que as sociedades econômica, social e culturalmente mais desenvolvidas fossem dotadas de uma capacidade de análise superior e, portanto, menos sujeitas à influência dos demagogos. Lula tornou evidente que isso não é assim. O reconhecimento que ele obtém na comunidade internacional mostra duas coisas: 1ª) a máquina publicitária da esquerda vem trabalhando em favor do companheiro Lula porque descobriu ser ele um ícone mais palatável do que seus dois competidores: o velho e fracassado Fidel Castro e o doido de pedra Hugo Chávez; 2ª) aquela sua retórica de botequim (pasmem!) é tão convincente nas margens do Sena quanto nas barrancas do São Francisco.
 
04/01/2010
O influente
O presidente Lula está na lista das personalidades mais influentes da década. Ainda bem que ele não influiu suficientemente quando se opôs: a) ao Plano Real, que chamava de estelionato eleitoral; b) à Lei de Responsabilidade Fiscal, que chamava de arrocho imposto pelo FMI; c) à abertura da economia brasileira, que chamava de globalização neoliberal; d) ao fim do protecionismo à indústria nacional, que chamava de sucateamento do nosso parque produtivo; e) às privatizações, que chamava de venda do nosso patrimônio; f) ao cumprimento de nossas obrigações com os credores internacionais, que chamava de pagar a dívida com sangue do povo; g) à geração de superávit fiscal, que chamava de guardar dinheiro para dar ao FMI; h) à primeira reforma da previdência, que ele já teve sete anos para corrigir e não corrigiu; i) ao Proer, que, segundo ele, era dar dinheiro do povo para banqueiro; j) ao fortalecimento da agricultura empresarial, que o Influente queria substituir por assentamentos do MST. 
 
28/12/2009
Prefeito pilantra
Pilantra é termo generoso para se definir a administração do prefeito Eduardo Paes, no Rio de Janeiro, a cidade dos 1001 horrores. Em pouco menos de um ano à frente da prefeitura, ele já cometeu todo tipo de vilania contra os seus habitantes, inclusive a de criar novos impostos e aumentar o IPTU – dois achaques que, antes das eleições municipais de 2008, jurou à população jamais cometer. Coitado do trouxa que nele acreditou!
 
20/12/2009
Se Lula existe, tudo é permitido
No romance “Os Irmãos Karamazov”, de Fiódor Dostoievski, o personagem Ivan, o mais velho dos irmãos, durante extensa conversa com o diabo em pessoa, ao ser tomado por incontrolável impulso de euforia, observa: “Se Deus não existe, tudo é permitido!”.
 
14/12/2009
Feijão com a arroz ou feijoada?
Todo governante, sentado na cadeira das decisões, se defronta com esta questão: onde gastar os escassos recursos de que dispõe? Abrem-se, de regra, dois caminhos: pode-se gastar conservando o que se tem, aumentando os empregos no setor público e priorizando as despesas de custeio, ou priorizar os investimentos, como forma de ampliar, através deles, as perspectivas do futuro.
 
12/12/2009
Quando o Brasil começou a se f...
Vendo no jornal da TV Globo (“uma emissora a serviço do governo”) Lula dizer que as imagens do governador Zé Arruda arrastando a grana do propinoduto brasiliense “não falam por si”, nem provam coisa alguma, me veio à cabeça uma pergunta tardia, mas obrigatória, ainda que vazada em termos chulos: quando foi que o Brasil começou a se ferrar?
 
07/12/2009
Os pés pelas mãos
Quanto mais nos aproximamos do final do governo Lula, mais cresce a mania de grandeza do presidente. Ele quer virar liderança mundial, mas, sabidamente, lhe faltam discernimento e critérios de juízo. Sua atuação no caso da compra dos aviões exala mau cheiro. O comportamento no Caso Battisti foi e continua sendo ofensivo ao povo e ao estado italiano. A intromissão nos assuntos de Honduras, um desastre. A carinhosa relação com Ahmadinejahd é de dar engulhos numa vassoura.
 
05/12/2009
A diplo(MÁ)cia bolivariana
AdiploMAcia brasileira anda afoita, em Honduras, procurando uma solução para o presidente deposto Manuel Zelaya, como se houvesse uma conjugação de destinos – o do projeto socialista bolivariano e o do Itamaraty. Está criada uma situação assaz curiosa, porque tudo se encaminha para o cumprimento do calendário constitucional das eleições, enquanto a sede diplomática continua quartel general dos insurgentes, aliás, com cada vez menos insurgentes.
 
30/11/2009
Cruzado de Esquerda
Passei os últimos dias ouvindo as mais doutas exposições – contraditórias entre si como costumam ser as refregas acadêmicas – sobre a natureza dos crimes políticos. Quanto mais ouvia, mais bordoada levava o meu bom senso. Para agravar a situação, em meio a divagações doutrinárias, sobreveio um farrapo da realidade: há mais de quatro mil refugiados políticos no Brasil. Fui atrás do dado.
 
29/11/2009
Yes, nós temos Novilíngua
Apagão agora é "blecaute", Novilíngua. O assassino Batistti é "ativista". "A opozissão inventô u mençalão qui nunca ingistiu pra mi derrubá", presiMente com convicção, como se verdade fosse. "Quem tira petróleo a sete mil metros, acha avião a dois mil", garganteia em cima da tragédia da Air France. Não tira e nem acha. "Nunca antes neçepaíz", tartamudeia propaganda enganosa. Novilingua da pura, da legítima de cabeça de alambique como o Cara, expert, aprecia.
 
23/11/2009
Refúgio de bandidos
Onosso STF, a um formidável custo de dinheiro e de recursos intelectuais, levou meses estudando o caso Battisti. Por fim, depois de horas a fio esfregando flanela no próprio saber e ostentando seu lustro jurídico, os membros da corte deliberaram que sua decisão valia tanto quanto a opinião do senhor que abastecia de água o copo do ministro Gilmar Mendes.
 
16/11/2009
Governo irresponsável
Nada há que justifique ou abrande o grau de irresponsabilidade com que as mais altas autoridades do governo se conduziram no episódio do apagão. Nada! Dezoito Estados brasileiros ficam sem luz e o governo só se preocupou com a repercussão política do fato.
 
09/11/2009
Tolices beato-marxistas
Tenho em mãos um pequeno folheto referente à Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010 (para quem não sabe, de quatro anos para cá, a tradicional Campanha da Fraternidade da CNBB recebeu a adesão de outras igrejas cristãs e se tornou ecumênica). A peça em questão foi preparada especificamente para o público jovem (tem o subtítulo “Jovens na CFE”) e visa a orientar reuniões de grupo para estudo e debates sobre “Economia e vida” – tema da campanha.
 
07/11/2009
Filmes esquerdistas 8 - Cidade de Deus
OMídia@Mais prossegue analisando filmes com forte inclinação esquerdista, o que costuma agradar a crítica cinematográfica, que finge não ver  a manipulação ideológica em títulos como “Cidade de Deus”.
 
31/10/2009
Empresário e ex-presidiário brasileiros reinventam conceito de "recolocação profissional"
Onovo pacto social brasileiro funciona mais ou menos assim: alguém se arrisca numa vida de crime e violência para não ter de trabalhar como qualquer pessoa comum. Nesse período, barbariza e mata à vontade. Caso seja eventualmente preso, pode tentar uma nova carreira, agora como reabilitado profissional ou dono de ONG. 
 
26/10/2009
O paciente melhorou muito
Éconhecida a anedota do psiquiatra uruguaio que telefona para um colega de clínica querendo trocar idéias sobre certo diagnóstico que estava prestes a dar. Tratava-se de um caso raríssimo, e ele queria ouvir a opinião do outro. Quando revelou que seu paciente sofria de complexo de inferioridade o colega se surpreendeu: “Y eso es un caso muy raro? Complejo de inferioridad? Tengo miles de casos así!”. E o primeiro esclarece: “De argentino?”.
 
25/10/2009
O cara comprou a Olímpiada?
O governador de Tóquio, Shintaro Ishiara, acusou o Brasil de ter comprado os Jogos Olímpicos. Ishiara-san disse que o Cara garantiu a Sarkozy a compra de aviões por Oito BI de Euros, os que caem aos pares no Mediterrâneo, em troca do apoio na votação do COI que escolheu o Rio para sediar os Jogos Olímpicos.
 
20/10/2009
A cortina de silêncio
Com apoio de uma grande mídia incapaz de ver a verdade ainda que ela lhe fosse pingada nos olhos como colírio, cerrou-se uma cortina de silêncio sobre o que aconteceu nos últimos 18 anos da vida política e econômica nacional. E uma espécie de Mal de Alzheimer instalou-se na memória do país, afetando a capacidade de análise. Tudo em perfeita cumplicidade com o estelionato através do qual Lula, ao esticar a mão para colher os frutos do laborioso plantio promovido por seus dois antecessores, assumiu como coisa sua o conjunto da obra.
 
18/10/2009
"Lulla", o filme de 40 milhões
Como não suporto mais o fedor da base de apoio do Cara – sarney, renan, collor e seus olhares assassinos – e não vou nessa guerra declarada a Honduras nem a pau (vai ser o Vietnã do Cara), resolvi me meter num assunto que entendo menos do que o pré-sal, mas gosto mais do que dessa podridão.
 
16/10/2009
Um carioca ranzinza
Semana passada, assistimos à apoteose da Cidade do Rio de janeiro. Direto de Copenhague, a TV nos brindou com cenas ao mesmo tempo pungentes e cheias de rejúbilo. Lá, nas terras frias da Dinamarca, as autoridades tupiniquins comemoravam a escolha da Cidade Maravilhosa para sede das Olimpíadas de 2016 com o calor próprio da latinidade. Lula chorava copiosamente pela vitória do povo brasileiro (?). Cabral dava vivas à obstinação dos envolvidos na batalha épica. Carlos Nuzman distribuía beijos em quem aparecesse na sua frente. Eduardo Paes deu um salto tão alto na hora do anúncio que poderia candidatar-se a uma vaga no time de salto em altura. Aqui, nas areias de Copacabana, o povão, brindado com um meio feriado para torcer (?), se acabava em meio a gritos histéricos e danças exóticas.
 
13/10/2009
Meditações de um pagador de pato
Afinal, o que terá passado na cabeça dos eleitores do Comitê Olímpico Internacional para que o Rio de Janeiro acabasse sede dos Jogos de 2016? Como conseguiu superar Chicago? Como é que “o cara” daqui passou a perna no “the guy” de lá? Até hoje tem gente que não entendeu a opção por uma cidade que, dois dias após a festa da indicação, já estava incendiando trens (e note-se: o vandalismo ocorrido na Baixada Fluminense não foi obra de bandidos aquartelados nos morros). Como entender, por fim, que centenas de milhares de visitantes sejam levados a um meio urbano onde os próprios brasileiros evitam ir porque lá se instalou um Estado paralelo, criminoso, comandado pelo tráfico de drogas?
 
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Redação: Paulo Zamboni
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