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América Latina
04/10/2009
O inimigo do inimigo do Irã
Ser um palhaço torna posssível conseguir mais tempo na política internacional – pode-se fazer travessuras durante muito tempo antes de as pessoas começarem a prestar atenção nelas. Esse é o caso de Hugo Chávez, da Venezuela, cujas relações com o Irã foram tema,  recentemente, de uma representação feita por Robert Morgenthau, o famoso promotor distrital de Manhattan.
 
25/09/2009
A confusão de Honduras
Após cerca de três meses no exílio, Manuel Zelaya, o presidente deposto de Honduras, fez um retorno secreto a Tegucigalpa,  segunda-feira, ficando abrigado na embaixada brasileira. Agora ele está usando esse abrigo diplomático para exigir sua volta ao poder e para motivar os seus seguidores nas ruas. Esse é um momento perigoso e, se a violência explodir, os EUA vão carregar uma parte da culpa, que não é pequena.
 
24/09/2009
Honduras: a ponta do iceberg de um quadro complicado
A remoção do presidente hondurenho Manuel Zelaya por uma intervenção militar abriu as portas para uma série de considerações, nem todas fáceis de serem encaradas ou analisadas, especialmente pelo fato de vivermos em tempos politicamente corretos, onde discursos demagógicos e retórica populista se impõem sobre os fatos concretos.
 
09/09/2009
Cuba de mal a pior
Tenho uma implicância com o adjetivo “diferenciado”. Quando o sujeito não sabe o que vai dizer para qualificar alguma coisa a palavra escolhida é sempre essa: diferenciado. Não é diferente, não é especial, não é original, não é exclusivo, nem de qualidade superior. É diferenciado e pronto.
 
18/08/2009
O xadrez imperial de Hugo Chávez
Hugo Chávez, da Venezuela, nunca foi discreto sobre seus planos imperiais. O que começou como um eixo Cuba-Venezuela agora inclui Equador, Bolívia, Nicarágua e as ilhas caribenhas de Antígua e Barbuda, São Vicente e Granadinas, e Dominica. Todos eles pertencem à Aliança Bolivariana das Américas (Alba). Argentina e Paraguai frequentemente cooperam com o grupo. O partido governista de El Salvador responde diretamente a Hugo Chávez.
 
09/08/2009
Obama, Honduras e o abismo chavista
Quando o presidente hondurenho Manuel Zelaya foi deposto, por ordem da Suprema Corte daquele país e com o apoio majoritário do Congresso, Honduras caminhava rapidamente para uma ditadura chavista, passando por cima da Constituição e das leis locais. Além do mais alto órgão judicial de Honduras, os mais importantes representantes políticos e religiosos do país já vinham alertando sobre o risco chavista.
 
07/08/2009
Chamando desesperadamente Alvaro Betancourt
Honduras, onde um aliado de Hugo Chávez, da Venezuela, desencadeou uma resposta militar após violar a lei em sua tentativa de continuar no poder, lembra-nos que a ameaça  à democracia liberal na América Latina vem atualmente dos populistas autoritários que abusam da legitimidade das urnas. O país também indica que a Organização dos Estados Americanos (OEA), a entidade hemisférica que supostamente deveria apoiar o Estado de direito, é parte do problema.
 
02/08/2009
Golpe em Honduras?
Em razão do fato de ser membro da Comissão de Defesa da República e da Democracia, da OAB/SP, não posso ficar calado diante dos recentes acontecimentos em Honduras.   A preservação da democracia exige garantia constitucional de que ela não poderá ser solapada nem suprimida. Caso contrário, de nada valerá a Constituição, lei máxima do país.
 
30/07/2009
Matar por Amor?
Uma das mais recorrentes argumentações defensivas que sempre aparecem nas melodramáticas tragédias que envolvem os crimes passionais é de que o sujeito, na verdade, matou por amor. Como não podia viver sem ela (geralmente a vítima é uma “ela”), o imbecil alega que em desespero de causa a matou. E então chora. Trata-se, antes de mais nada, de total desvirtuamento da idéia do que seja amor. Ou o sujeito está mentindo por orientação do advogado, ou a sua mente insensata não distingue mais nada. Se algum dia houve algum sentimento aparentado com amor, já havia sido sufocado por paixões bem menos nobres algum tempo antes do crime. Uso de entrada esse metafórico dramalhão clássico porque é a única coisa suficientemente ridícula que me ocorre para entender o papo que ora ouvimos a respeito do caso da pobre República de Honduras. Os ditos “bolivarianos”, uma espécie perigosa de farsantes que vêm se tornando predominantes na América Latina, amam tanto a democracia que se dedicam, sistematicamente, a matá-la. É democracia demais, como diria o nosso sábio timoneiro.
 
08/07/2009
Quebrando o script?
Areação dos governos latino-americanos e de Washington à deposição do presidente hondurenho Manuel Zelaya – ignorando maciçamente o fato de que foi Zelaya quem agiu fora da lei, ao insistir numa manobra obscura para promover um referendo considerado ilegal – parece confirmar que os movimentos políticos na América Latina estão interligados, num esquema previamente traçado e onde nenhum tipo de distúrbio pode acontecer.
 
07/07/2009
O respeito e reconhecimento da verdade
Apreocupante crise de identidade que afeta as instituições, fruto do crescente relativismo que se impõe hoje como uma onda obrigatória nos conduz irremediavelmente a perder o respeito pela verdade, a não buscar o pleno conhecimento da realidade antes de emitir qualquer opinião especialmente quando ela pode afetar povos inteiros. Lamentavelmente esta é a situação que acontece no “caso hondurenho”, um povo que sofre um dos mais índices mais agudos de pobreza, miséria e exclusão social na América Latina, acompanhado de uma profunda crise de identidade dos seus dirigentes, onde a corrupção e a manipulação política tem conseguido por sua insistência, transformar-se em hábitos lamentavelmente aceitos.
 
06/07/2009
Honduras existe?
S e Honduras existe, nem sei onde fica. Acho que no Caribe, no coração das repúblicas bananeiras e dos paraísos fiscais –onde duda mendonça confessou que recebeu em dólares do Caixa Dois lullista a fortuna que cobrou para realizar o maior estelionato eleitoral nunca antes visto nesse país, a campanha de 2002, “lullinha paz e amor”, que tapeou mais de 53 milhões de otários e analfabetos (70% dos eleitores brasileiros são analfabetos e/ou analfabetos funcionais).
 
05/07/2009
Tristes trópicos
Nos últimos dias, várias manifestações em favor da manutenção da Constituição e contra a pretensão de Zelaya foram realizadas em Honduras. Na década de 1950 o antropólogo francês Claude Lévi-Strauss publicou Tristes trópicos onde, à maneira de um livro de viagens, comparava a realidade européia com a que encontrou no Novo Mundo. Tivesse viajado agora, talvez notasse as perversões que a democracia assume nos trópicos e a maneira como essas perversões ameaçam a liberdade dos cidadãos. Honduras é um caso evidente disso.
 
03/07/2009
Golpe de Estado em Honduras?
Golpe de Estado em Honduras. É a manchete de todos os meios de comunicação. Afinal, o que está ocorrendo?  Desde março, o presidente Manuel Zelaya resolveu propor um plebiscito para que a assembléia constituinte possibilitasse, entre outras alterações, a reeleição de presidente. Tanto o Congresso Nacional como a Corte Suprema de Justiça, posicionaram-se contra a proposta.
 
20/04/2009
Faria melhor com um móbili
Em plena reunião da cúpula Unasur, Chávez saiu de sua cadeira e foi até onde estava Barack Obama. Nas imagens de tevê que registraram o fato ficou nítida a perturbação inicial do ianque, conhecedor da rotineira falta de juízo do venezuelano. “O que esse sujeito vai aprontar?”, deve ter pensado durante a aproximação. No entanto, Chávez lhe trazia um regalo e o presidente norte-americano descontraiu-se de imediato. Tratava-se de uma versão da obra “Veias abertas da América Latina” do uruguaio Eduardo Galeano.
 
09/04/2009
Stalinismo sem Stalin
E screvi que, se a morte de Stalin representou um alívio para a humanidade, o stalinismo, por sua vez, como modo de conduzir a “construção do socialismo”, nunca esteve tão atuante. Em substância, as suas características fundamentais permanecem tão vivas quanto antes, especialmente na América Latina.
 
25/03/2009
Venezuela no Mercosul, não!
Não vejo como possa a Venezuela vir a integrar o Mercosul. A Venezuela não é uma democracia. Sua Constituição, inspirada em professores espanhóis da esquerda radical (CEPS) – não por socialistas moderados –, pressupõe apenas dois poderes, sendo um real e outro ilusório.
 
30/01/2009
O stalinismo cubano faz 50 anos – e as mentiras da mídia mundial continuam
“Mães cubanas, permitam-me assegurar-lhes que eu resolverei todos os problemas de Cuba sem derramar nem sequer uma gota de sangue”. Ao entrar em Havana em 7 de janeiro de 1959, Fidel Castro, o novo líder cubano,transmite essa promessa diante de uma massa compacta de microfones das rádios e estações de TV. Enquanto a multidão jubilosa irrompia em manifestações de alegria, Castro continuava: “Mães cubanas, asseguro-lhes que, por minha causa, vocês nunca terão motivos para chorar”. No dia seguinte, logo abaixo da colina de San Juan, no leste de Cuba, uma máquina de terraplenagem roncou e se colocou em posição para logo começar a empurrar terra e entulho para cobrir uma enorme cova, cujo fundo acumulava sangue dos corpos, ainda em estremeção, de mais de uma centena de homens e garotos que tinham sido metralhados sem julgamento, por ordens do irmão de Fidel. Numa estrada próxima, as mulheres e mães daqueles homens e garotos choravam histericamente. 
 
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Redação: Paulo Zamboni
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