Bom dia ! Hoje é Quarta feira, 26 de Julho de 2017.
 
Fique por dentro de nosso conteúdo em sua caixa de e-mail:
 




 
Especial
21/10/2009
O passado ainda atual - Reflexões sobre a II Guerra Mundial
P odemos aprender muito sobre os dilemas do presente dando uma olhada no passado. Este mês estou dando um curso intensivo sobre a II Guerra Mundial e lembrei-me de como a história nunca é realmente a história. Uma lição: não julgue as decisões passadas com base nas considerações do presente ou na sabedoria post facto de um ponto de vista ocidental, mas entenda-as considerando o conhecimento e pensamento da época, e a partir da perspectiva de um inimigo.
 
16/09/2009
Hitler e os Alemães
H itler e os Alemães... não é um assunto do passado! Em 14 de junho de 2007 faleceu Kurt Waldheim, antigo secretário-geral da ONU entre 1972 e 1981, e presidente da Áustria entre 1986 e 1992, eleito com 54% dos votos. Uma Comissão Internacional examinou a sua vida militar entre 1938 e 1945, concluindo que teve conhecimento de crimes de guerra praticados pelas unidades militares a que pertenceu, mas neles não participou pessoalmente. Devido à polêmica sobre o seu passado nazi, a sua presença foi boicotada pelos países europeus e pelos Estados Unidos.
 
01/09/2009
Há 70 anos: Democracia e o Indivíduo
Há setenta anos, em 1939, quase recém chegado aos Estados Unidos após escapar das garras da Gestapo, literalmente pela janela, o filósofo Eric Voegelin, acostumado ao rigor científico e acadêmico,  fez uma breve preleção radiofônica, numa linguagem acessível ao público americano.  Voegelin não era apenas mais um refugiado europeu acolhido pelos americanos: não era judeu, não tinha afiliação política e era alemão de nascimento, criado e educado em Viena, Áustria. Mas Voegelin dava aulas e escrevia coisas que não agradavam ao nacional-socialismo. Tão perigosos eram os seus escritos que quase lhe custaram a liberdade e a vida, pois continham elementos corrosivos: honestidade intelectual, rigor e verdades[1].
 
15/05/2009
Citadel, a Batalha de Kursk
A grande batalha entre a Wehrmacht – Forças Armadas alemãs - e o Exército Vermelho ocorrida nas primeiras semanas do mês de julho de 1943 representou o ponto de virada na guerra travada na Rússia desde junho de 1941 – muito mais do que Stalingrado, porque em decorrência dela a Alemanha não teve mais condições de resistir na Frente Leste e iniciou o recuo que terminaria em Berlim, em 1945.
 
09/05/2009
Almirante Canaris – misterioso espião de Hitler
Recorrendo a um intenso trabalho de pesquisa em fontes orais e bibliográficas na Alemanha, Itália, Espanha, Inglaterra e EUA, o autor inglês Richard Bassett procurou lançar alguma luz sobre pontos nebulosos das atividades de um dos personagens mais significativos - e pouco lembrados - da Segunda Guerra Mundial: o almirante Wilhelm Canaris, chefe da Abwehr, a inteligência militar alemã durante o conflito. 
 
11/04/2009
Estréia em São Paulo filme polonês sobre o massacre de Katyn
Ofilme "Katyn" (2007), digirido por Andrzej Wajda, chega agora ao Brasil em circuito comercial. A produção mostra as consequências para 4 famílias polonesas do massacre de civis e soldados pelas tropas soviéticas na floresta de mesmo nome. Filmes como "Katyn" têm encontrado dificuldade para ser lançados nos cinemas brasileiros por causa da chamada "cota de tela", que obriga os donos de salas exibidoras a exibir filmes nacionais, mesmo que o interesse do público seja baixo e a qualidade dos títulos discutível.
 
12/02/2009
Stalin’s War – A Radical New Theory of the Origins of the Second World War
Editado na metade da década de 1980, considerado por alguns um clássico devido a sua teoria central, e por outros um livro que não merece nem sequer ser lido, Stalin’s War [A Guerra de Stalin] é um livro sobre a Segunda Guerra Mundial que definitivamente não se prende ao senso comum sobre o conflito. O autor, Professor Ernst Topitsch, apresenta o que ele chama de “teorias”, termo que num sentido estrito implicaria na demonstrabilidade das mesmas. Todavia, o sentido adotado é o de um conjunto de opiniões sistematizadas e que giram em torno de duas teses centrais: 1. Foi Stalin, e não Hitler, o principal responsável pela deflagração da II Guerra Mundial, além de ser o grande vitorioso dessa.   2. Stalin usou Hitler e a Alemanha nazista como ponta-de-lança em seu projeto de dominação soviética da Europa.   Ernst Topitsch foi estudante de filosofia, dos clássicos (seu grande herói era Tucídides), história e sociologia. Ao romper da guerra, estava engajado na Wehrmacht, tendo participado da Batalha de Stalingrado em 1942. Anos após a guerra, tornou-se professor de filosofia na Universidade de Graz, na Áustria. Foi também membro da Academia Austríaca de Ciências, da Sociedade Científica de Berlim e do Instituto Internacional de Filosofia de Paris.   Mas não era um historiador, fato que ele admite ao afirmar, logo de início, que seu livro não apresenta nenhuma prova ou documento novo, mas apenas teses e opiniões costuradas de forma instigante. São citados alguns poucos relatos e documentos russos da época, mas nenhum deles fornece certeza quanto às teses centrais do autor. São declarações de intenções ou mesmo trechos de discussões do Comitê Central do PCUS sobre a noção de “guerra fácil” de Stalin. Em outras palavras, o que ele apresenta é plausível, mas não é passível de prova incontestável.
 



Redação: Paulo Zamboni
AmbientalismoAmérica LatinaBrasilCulturaEconomiaEntrevistasEUA e GeopolíticaEuropaMídia em FocoOriente MédioPolíticaSegurança Pública
Artigos IndicadosCLIPPING@MAISEspecialLiteraturaResenhas
Home Editorial Faq Fale Conosco


Canais:
 
MÍDIA A MAIS © COPYRIGHT 2013, TODOS OS DIREITOS RESERVADOS