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Política
13/08/2009
A Máfia de Brasília
Zé Sarney, impostado como a cor do bigode pintado de acaju, colarinho branco asfixiando o pescoço, apontou na tela do “power point” uma lista de nomes contemplados pelo regime do nepotismo selvagem vigente no Senado, e disse: - Rodrigo Cruz. Também não sei quem é.
 
27/06/2009
Os modernos revolucionários
Em 1945, quando Getúlio Vargas foi derrubado do poder, não havia vice-presidente nem sequer o Congresso estava funcionando. Para governar até a eleição e a posse de Eurico Gaspar Dutra, assumiu, durante três meses e cinco dias, o presidente do Supremo Tribunal Federal, José Linhares. Segundo os seus desafetos, ele tratou logo de nomear a família inteira. “Não eram Linhares, mas milhares”, diziam então. Fenômeno análogo é o que vem ocorrendo com os partidos que apoiam o governo federal, no Brasil, desde a posse de Lula, em 2003.
 
22/06/2009
Ovelhas pastoreadas por lobos
Toda pesquisa, qualquer pesquisa, bem como a mais chumbrega das enquetes mostram a indignação do brasileiro com os padrões éticos dos detentores do poder. Este santuário chamado Brasil, este mosteiro chamado Brasil, habitado por 180 milhões de almas sem jaça, enfrenta a triste sina de ser conduzido por patifes. Pobres ovelhas pastoreadas por lobos...
 
21/06/2009
Terceiro mandato agride a República
O clima político no Brasil não condiz com o terceiro mandato de presidente, governadores e prefeitos, contrariamente ao que ocorre em muitas republiquetas de perfil autoritário e golpista. Embora a pesquisa Datafolha do fim de maio último tenha indicado aumento da popularidade de Lula (69%), ainda 49% são contra e 47% favoráveis a uma nova reeleição do presidente.
 
15/06/2009
Odeio São Paulo
H á mais de uma década atrás, um slogan como “Amo São Paulo” teria servido a seus propósitos nas campanhas eleitorais de Paulo Maluf. Era natural se pensar que, para administrar uma cidade, o político que fosse deveria nutrir alguma simpatia pelo local. Mas isso faz parte do passado. “Odeio SP” pode ser o novo grito de ordem, o slogan do momento.
 
12/06/2009
A Europa vai para a direita
As eleições parlamentares europeias provocaram uma explosão devastadora na esquerda. Mesmo que muitos dos partidos vitoriosos de direita estejam respondendo como socialistas à recessão econômica, os resultados eleitorais expressam uma desconfiança na capacidade dos verdadeiros socialistas em administrar os chamados fracassos da livre iniciativa.
 
25/05/2009
De onde menos se espera...
Daí é que não sai nada, sentenciaria o Barão de Itararé se tomasse conhecimento da tal de reforma política em curso no Congresso Nacional. É inesgotável a capacidade do modelo institucional brasileiro de causar malefícios. O mais recente deles vem com a proposta do voto em lista fechada, exibida como a única forma politicamente viável de enfrentar a bancarrota moral e funcional das instituições. Mais um par de artifícios desse teor e vamos ter que nos mudar para o Paraguai.
 
04/05/2009
Vá pra casa, ministro!
Acultura contemporânea concede crescente espaço à falta de respeito. As evidências disso e suas consequências são visíveis em toda parte. Elas começam nas famílias, onde os filhos aprendem com os pais, ante a menor contrariedade, a perder o controle sobre palavras e atitudes. Em nome da liberdade, as conseqüências do desrespeito se esparramam na música popular (e na explosão de decibéis com que muitos apreciadores costumam impingi-la aos circunstantes). Chegam às salas de aula. Freqüentam o teatro e as demais formas de arte. Constituem a essência de inúmeros programas de rádio e tevê. Invadem o sindicalismo, a política e os parlamentos. Fazem o lixo das ruas e a poluição do ar e das águas. E, ao encontrar espaço no meio das sisudas togas e as data vênias do Supremo Tribunal Federal, explicam o bate-boca ocorrido entre os ministros Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa. A avalanche do desrespeito encontra pelo caminho cada vez menos gente que ainda se dá o respeito.
 
25/04/2009
Pressão pela reforma
Os recentes descalabros do Senado e da Câmara dos Deputados, aos que se podem somar os do Executivo, tendo como símbolo o mensalão, mostram uma decadência moral que parece não conhecer limites. Os desmandos são praticamente suprapartidários, como se a capacidade de distinguir o certo do errado tivesse simplesmente desaparecido. O máximo que nossos representantes conseguem articular é: "Agi dentro da legalidade!". Ora, que legalidade é essa que não mais discrimina o justo do injusto, o bem do mal?
 
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Redação: Paulo Zamboni
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