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Ambientalismo
27/08/2009
Cientista ‘maluco’ assessora Obama
Num editorial relativamente recente (16/08), o jornal Washington Times faz uma candente e contundente crítica à indicação de John P. Holdren ao cargo de conselheiro presidencial para assuntos de ciência. Conselheiro-chefe, diga-se. E o Washington Times não usa aspas: chama-o de mad scientist, pura, simples e diretamente.
 
23/08/2009
Diretor-executivo do Greenpeace abre o jogo e quebra a cara: "Como grupo de pressão, usamos o emocionalismo"
Entrevistado no programa HARDtalk (algo como “Conversa sem rodeios”) da BBC, levado ao ar no dia 05/08/2009, Gerd Leipold, diretor-executivo do Greenpeace International, parecia à vontade no seu papel de homem devotado a salvar o planeta de nós mesmos. O entrevistador, Stephen Sackur, deixava claro que a entrevista seria para discutir se a abordagem de confrontação do Greenpeace era a melhor opção para vencer o debate sobre mudanças climáticas.
 
19/08/2009
Fraudes em verde e vermelho
E u deixei a organização em 1986, depois de quinze anos como membro de seu comitê superior. Eu fui um dos seus cinco diretores internacionais durante os últimos seis anos em que lá estive. Eu passei a me sentir desconfortável com os rumos tomados por meus colegas diretores, em particular quando me dei conta de que eu era o único com educação científica dentre os diretores internacionais  da organização. Eu também queria deixar para trás a política de confrontação, que se resume a dizer às pessoas aquilo que elas deveriam parar de fazer. Além disso, o grupo tinha decidido fazer campanha pelo banimento do uso do cloro. Eu lhes perguntei se eles estavam cientes de que o cloro é parte da tabela periódica de elementos químicos e que o cloro contribuiu para um  avanço na área de saúde pública uma vez que os antibióticos são baseados na química do cloro. Até hoje a política deles é pelo banimento do cloro e eu tive de sair. O cloro é o mais importante elemento químico para a saúde humana... ele é tóxico para as bactérias e para outras coisas que podem nos matar. [...]
 
12/08/2009
Uma reação química
Quando os mais pacientes e comedidos reagem, é para valer. Mais e mais cientistas já estão por aqui com as asneiras e despropósitos apresentados como sendo o “consenso” sobre o aquecimento global antropogênico. Marc Morano relata como os membros da American Chemical Society (ACS) ergueram-se em revolta contra o editor-chefe da publicação do grupo – com pedidos para a sua remoção do cargo – depois de um editorial que afirmava que “a ciência da mudança climática antropogênica está se firmando cada vez mais”.
 
03/08/2009
A Terra é Azul ... e plana
Em parte, retomo o assunto do artigo anterior motivado pelo notável  comentário de uma inconformada e irascível opinante. Sou-lhe grato pela expressão utilizada, que me dá a chance de tentar analisar um pouco mais as origens da ecovigarice. Explico:  possuidora de uma misteriosa “consciência ecológica”, a opinante estaria assim investida de autoridade suficiente para chamar de “mentiras” aquilo que não leu. Por força do mau hábito e para o seu conforto psicológico, apenas reagiu.  E uma vez que ela mesma demonstrou ser capaz de se expor ao ridículo com desenvoltura comovente e característica daqueles que, sobre toda e qualquer coisa já têm uma opinião, ainda que emprestada sem muita consciência, passo à análise e esqueço a personagem.
 
23/03/2009
“Hora do Planeta”, voluntarismo ingênuo e poder global
A edição de 2009 do apagão voluntário, chamado pelos marketeiros ecológicos de “Hora do Planeta”, tem data marcada: 28 de março às 20:30. Trata-se de um “ato simbólico para sensibilizar e pressionar as autoridades sobre a necessidade de combater o aquecimento global”. A partir dessa hora, os participantes se submetem a apagar todas as luzes de suas residências por uma hora. Os organizadores têm nome e estão sob a pele do ursinho da WWF. Particularmente, irei alugar um daqueles imensos holofotes de indicação de eventos e utilizá-lo nesse dia, um dia de comemoração.
 
13/02/2009
Um ardor refrescante
Desde que Al Gore, ganhador do prêmio Nobel, produziu o seu filme Uma Inverdade Incompreensível Verdade Inconveniente, que previa o iminente fim do mundo pela fritura e afogamento causados pelo aquecimento global produzido pelo homem, as coisas não andaram exatamente de acordo com o plano. A previsão era de que os níveis de dióxido de carbono (CO2) continuariam a subir até o teto (ou seria até a estratosfera?), e que em consequência, o clima continuaria a se aquecer, as calotas de gelo continuariam a derreter (com o Pólo Norte tornando-se área sem gelo por volta de 2008), os ursos polares estariam extintos, as geleiras teriam desaparecido e os oceanos continuariam a subir (cerca de seis metros num futuro próximo, dizia Gore); e havia um impenetrável consenso científico de que a vida na Terra gradualmente sucumbiria às catastróficas consequências da cobiça das grandes companhias petrolíferas e do mal cósmico e diabólico do capitalismo ocidental.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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