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2011: o ano do cheque-educação nos EUA

Redacao Midia@Mais
Na última década, os programas de cheque-educação (ou school vouchers, nos EUA), que permitem que alguns alunos se utilizem do dinheiro do contribuinte para pagar a anuidade escolar em instituições de ensino privadas, tiveram uma considerável redução de ritmo nos EUA.

Na última década, os programas de cheque-educação (ou school vouchers, nos EUA), que permitem que alguns alunos se utilizem do dinheiro do contribuinte para pagar a anuidade escolar em instituições de ensino privadas, tiveram uma considerável redução de ritmo nos EUA.

 
A derrota em referendos de diversos estados e até mesmo nos Tribunais de Justiça estaduais tornou ainda mais difícil a proposição política do cheque-educação, mais do que no passado.
 
Em 2011, no entanto, houve uma reversão dessa tendência quando o Legislativo de 12 estados e o Congresso dos EUA adotaram políticas que criaram novos programas do cheque-educação ou até ampliaram os pré-existentes.
 
Quando os sistemas do cheque-educação são criados, parcelas específicas da população (em geral, famílias de baixa renda) quase sempre são o alvo, já que são compostas de famílias que, de outra forma, não teriam condições financeiras para matricular seus filhos em uma escola de excelência.
 
Além disso, um dos argumentos básicos usados contra os programas do cheque-educação – de que eles prejudicariam a qualidade do ensino para aqueles que permanecessem nas escolas públicas – já nem se ouve mais falar.
 
À medida que uma grande quantidade de dados sobre os sistemas antigos foi surgindo, os pesquisadores puderam ter acesso aos efeitos no sistema público de ensino, e encontraram razão para um cauteloso otimismo: não apenas o cheque-educação não prejudica as escolas públicas, como a pressão da concorrência que ele exerce sobre elas na prática estimula o melhor desempenho dessas escolas.
 
E mais: além dos ganhos recentes, não há sinais de que o crescimento dos programas de cheque-educação vá sofrer qualquer interrupção no futuro próximo. Como se traduz numa das poucas políticas públicas que tanto podem melhorar a qualidade quanto cortar gastos (o custo de um cheque-educação tradicional é menor do que o custo de se educar uma criança numa escola pública), os programas de cheque-educação aparentam ser a direção correta para o sistema educacional americano.
 
Isso é ainda mais verdade numa época em que os governos estaduais estão procurando cortar gastos sem precedentes nas legislaturas estaduais dos EUA. Desse modo, o cheque-educação tem tudo para permanecer na agenda política e nela continuar no futuro próximo.
 
Publicado pelo IL

 

 



 
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COMENTÁRIOS
25/11/2011
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Seria muito bom se substituíssem todas as escolas públicas por vouchers.Não tão bom quanto se o governo parasse de intervir na educação mas já seria um passo importante para estimular a concorrência, baixar os preços e quem sabe gerar uma consciência de que as pessoas não precisam de ensino público.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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