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TV na guerra da desinformação
20/03/2017 - Ipojuca Pontes
Na guerra suja da desinformação encetada pelas esquerdas, a TV cumpre papel de vanguarda. Sua arma principal é a divulgação sistemática da mentira.
Ao assistir ao programa “Painel” (Globo News) - conduzido por William Waack a propósito das medidas que o então presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, tomaria para restituir a América aos americanos - recebi uma aula de como funciona a guerra da desinformação na TV. 
 
Waack, sem conceder espaço para um representante do “outro lado”, convenção imposta ao jornalismo objetivo, partiu com seus convidados para satanização do presidente eleito, todos, em uníssono, compondo um tribunal de acusação digno do concebido pelo Grande Inquisidor (personagem de Dostoiévski) para levar Cristo à fogueira. 
 
(Antes, é preciso assinalar que o pretensioso Waack, ar mefistofélico, passa por ser o mais abalizado jornalista da TV tupiniquim, ex-corresponde em vários países da Europa – coisa que ele próprio, para vender autoridade, trata de lembrar insistentemente aos seus convidados.) 
 
Waack padece de outros defeitos. Por exemplo: fala mais do que deve e suas perguntas indutoras são sempre precedidas de enfadonhas digressões. Pior: ao cabo da fala dos convidados - na certa escolhidos a sua imagem e semelhança - acha-se com o direito de repetir o que eles acabam de dizer, subestimando, assim, a paciência do telespectador. 
 
No TIP (Tribunal Inquisitorial do Painel), os “formadores de opinião” Rubens Ricupero, Eduardo Viola e Eduardo Gianetti, estimulados por Waack, acusaram Trump de tudo: simplista, empresário barra pesada, populista, isolacionista, nacionalista, belicista, protecionista, em suma, um outsider da política eleito por uma população branca, primária e reacionária. Só faltaram sugerir que o homem, bem casado, com vários filhos e netos era, além de broxa, gaysona. 
 
O tema debatido girava em torno da “era da incerteza” representada pela vitória inesperada (para eles) de DT, embora todos ali tivessem certeza absoluta de que o presidente eleito não passava de um estorvo. Ricupero (posto para fora do governo Itamar por motivos éticos) começou o bombardeio “opinando” que Trump rompia os padrões de progresso estabelecidos pela (falida) União Europeia – o que significava risco para a estabilidade mundial.
 
Mais além, antes de comparar Trump a Jânio Quadros - porra-louca que condecorou Guevara e se enterrou na desastrosa política de Terceiro Mundo fomentada pelo africanista Franz Fanon, fanático defensor da “violência purgativa”-, definiu como protecionismo retrógrado o fato de DT romper com o “acordo” Trans-Pacífico (tratado comercial fajuto patrocinado pelo comunista Obama com mais de mil páginas e normas secretas ignoradas pela sociedade americana, criando desemprego, controle burocrático e mais empecilhos do que facilidades para o exercício do livre comércio). 
 
Já Viola, prolixo professor de “relações internacionais” da UnB, opinou que Trump não “pensa estrategicamente”, definindo-o como empresário simplista. Aos borbotões, achava que o presidente eleito iria aprofundar a “erosão” internacional com sérias  repercussões para a democracia e o sistema econômico global. 
 
A opinião atemorizante ficou por conta do economista Eduardo Gianetti, que previu uma nova guerra mundial, provocada pelo protecionismo adotado por DT ao eleger a desregulamentação, o corte de impostos e, sobretudo, a redução de gastos bilionários com a OTAN na  defesa dos “aliados” e europeus – estes, como se sabe, sempre empenhados em obstaculizar e menosprezar os interesses dos EUA, ainda que desde o Plano Marshall venham parasitando em cima da grana dos americanos. 
 
Por fim, procurando um arremate, Gianetti repetiu boutade de Bernard Shaw, velho socialista fabiano, amigo e fervoroso entusiasta dos genocidas Stalin e Hitler, uma figura tida como “extravagante” quando exigiu que químicos ingleses desenvolvessem gás letal para matar pessoas por ele tidas como “inadequadas” – apelo a que Herr Hitler atendeu no ato.
 
Na guerra suja da desinformação encetada pelas esquerdas, a TV cumpre papel de vanguarda. Sua arma principal é a divulgação sistemática da mentira. Para isso, faz uso de vasto arsenal de abstrações idiotas, meias-verdades, distorções de dados estatísticos e, em especial, inversão e supressão dos fatos. De ordinário, os arautos da mentira têm a exata noção do que falsificam. No entanto, o objetivo desse comissariado político não é, de modo algum, informar - mas, sim, fazer a catequese ideológica da audiência.  
 
(Na TV, aparato de avançada tecnologia, a lavagem cerebral dá-se também pela manipulação da imagem, som, corte, montagem e demais recursos. Desde logo,  manipular a realidade virtual significa difundir a mentira em escala planetária). 
 
De resto, os “formadores de opinião” da mídia esquerdista procuram vender sapiência, mas, na verdade, não passam de observadores parciais, agentes do globalismo empenhados na expansão da social-democrata (comunismo light), onde, além de status, usufruem bons salários, viagens, bolsas e muita mordomia.                                   
Se não fossem vesgos, saberiam que o muçulmano Buraco Obama deixou o espantoso rombo de US$ 19.0 trilhões nas contas públicas dos EUA, dos quais US$ 9.2 trilhões dilapidados no seu governo predador. 
 
Saberiam também que em 2016, por conta de permissividade de  Hussein, o déficit comercial dos EUA ultrapassou a casa dos US$ 750 bilhões. 
 
E saberiam que é na ordem de US$ 100 bilhões o déficit anual do comércio dos EUA com a China.
       
(A propósito da China - que o “ex-maconheiro” e tarado Bill Clinton tratava de fechar os olhos enquanto os chineses espionavam programas militares dos EUA – é preciso dizer que este país comunista, para fraudar o comércio mundial, explora a mão de obra escrava de 450 milhões de pessoas, todas sem direito à previdência social, além de depreciar o valor da própria moeda para comprar commodities de países enforcados a preço de banana, acumulando, assim, reservas colossais indispensáveis à fabricação de mísseis    nucleares de longo alcance). 
 
E saberiam que o custo econômico das três mil regulações burocráticas impostas por Obama aos americanos ultrapassa a casa dos US$ 870 bilhões e que, só com a falência de fábricas e proibições ambientais, foram fechados mais de 800 mil postos de trabalho. 
 
E também saberiam que o Obamacare aumentou em US$ 1 trilhão o valor dos impostos, dos quais US$ 377 bilhões afanados do bolso da classe média, deixando no ora-veja milhões de cidadãos sem  opção de seguro saúde (segundo dados levantados pelo economista Paulo Figueiredo, residente nos EUA).
 
E saberiam que nos dois últimos anos, mais de 80 mil imigrantes ilegais foram soltos pelo permissivo Obama, dos quais 30 mil acusados de estupros e assassinatos.   
 
Quando os agentes da mentira falam aos borbotões em “erosão do sistema econômico global”, estão certos de que DT vai detonar a sabotagem de se reservar aos EUA o papel de mero serviçal financeiro do projeto globalista (traçado nos antros burocráticos de Bruxelas e da ONU terceiromundista, com o apoio do espiroqueta Obama).  
 
Quando esse baixo comissariado fala na “eclosão de uma guerra mundial”, a partir da postura determinada de Trump, apenas denuncia a própria estupidez enrustida na má fé cínica: há muito já se instalou no mundo a guerra total, sem precedentes, seja no plano político, religioso e cultural, seja no plano econômico e militar.
 
Basta olhar o caso da interminável “Guerra Civil Síria”, no Oriente Médio, envolvendo não apenas os países árabes, mas a Rússia, Estados Unidos, forças da OTAN, ONU (sempre inoperante), Estado Islâmico, xiitas, sunitas etc., para não falar no tsunami migratório de sírios e árabes que ferra a Europa. 
 
E ver como o Estado Islâmico, na sanha de criar um califado universal profetizado pelo Corão, aterroriza o ocidente com atentados, homens-bomba e degolas em massa; e ficar de olho na China, sempre agressiva e predatória, que parte para a aberta escalada armamentista e ameaça covardemente a Singapura, Taiwan, Corea do Sul, massacra o povo do Tibet e persegue o Dalai-Lama. 
 
E notar como a Rússia tomou na marra a Crimeia e procura recompor o seu Império sob a batuta de Putin, homem da KGB, a zombar da falida União Européia; e constatar que a sinistra Hillary Clinton, ao ordenar o Exército americano invadir a Líbia,  fincou o caos criando uma perene guerra civil; e perceber como a famigerada ONU mobiliza a OTAN no sentido de unir o Atlântico Norte e o Atlântico Sul num só oceano, com vistas ao controle total das águas doces da Amazônia; e ainda verificar que as FARCs, em que pese “acordo de paz” com o governo colombiano, continua abastecendo o mundo com toneladas de cocaína, via Brasil, país que abate 70 mil vidas por ano numa guerra sem quartel provocada pelo narcotráfico. 
 
Moral da história: para sabotar o governo Trump, jornalões falidos como The New York Times e Washington Post sonegam, por exemplo, que o próprio Bill Clinton construiu 1/3 do muro que divide a fronteira dos EUA com o México – sem a condenação de Obama.  
 
Diante da mídia inimiga, DT tomou a medida certa: expulsou-a da Casa Branca e se comunica com a população pela bendita Internet. Com isso, muda a face globalista da América – e, com ela, do mundo. 
Dá-lhe Trump!
 



 
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Redação: Paulo Zamboni
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