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Manifesto dos cineastas - a tara do cinema lulista
14/04/2016 - Ipojuca Pontes
Um eventual governo Temer não precisa se preocupar com os cineastas brasileirso, loucos para beijar uma mão que os alimente com dinheiro público.
Cineastas do degenerado cinema caboclo lançaram manifesto contra o impeachment de Dilma Rousseff, figura que a maioria do povo brasileiro quer ver, por fraudulenta, pelas costas. (Detalhe: em recente pesquisa de opinião, cerca de 90% da população, entre pobres e ricos, revelam não querer mais a “guerrilheira” de Lula no posto presidencial, arrebatado, segundo investigações da Lava-Jato, por força de eleições logradas com a grana roubada da Petrobras). 
 
Depois de aderir à farsa tramada no bunker do Instituto Lula, a velha corporação do cinema, viciada há décadas em mamar nas tetas dos cofres públicos (em especial, nas mamas túrgidas da Petrobras, BNDES, Banco do Brasil e congêneres), saiu da toca e passou a repetir o estribilho insidioso de que o impeachment de Dilma é “golpe contra a democracia”. Como diria o saudoso Francis, “essa ‘canaille’ não toma vergonha e nunca se dá ao respeito!”
 
O dito manifesto, lançado às vésperas do impeachment de Dilma, é encabeçado pelo notório Luiz Carlos Barreto, figura ostensiva que a revista “Piaui” classifica como um sujeito “metade Al Capone”, alusão as suas estripulias mafiosas. Barreto, ninguém discute, é tipo temerário. Antigo praça da tropa de choque do Batalhão Naval, cedo aprendeu a distribuir socos e pontapés em quem ousa atravessar seus caminhos. (Uma simples consulta aos arquivos ilustrados de “O Globo”, jornal em que goza de prestígio de popstar, permitirá a visualização de sua truculência sanguinária contra vítimas indefesas). Embora hoje se diga membro do Partido Comunista, puxou o saco dos milicos durante todo o período da permissiva Ditadura Militar, da qual mordeu muitos milhõe$, via Embrafilme, para produzir fitas descartáveis a partir de orçamentos milionários, em que se  remunerava antes mesmo de qualquer renda de bilheteria – uma prática, de resto, usual entre os caciques que navegam nas águas turvas do intervencionismo estatal no cinema. 
 
Salvo na Era Collor, por breve período, Barreto tomou (com atrevimento, método e disciplina) a grana corrupta da Embrafilme no governo dos militares, de Zé Sarney, de Itamar e do vasilinoso FHC. Mas foi no desgoverno socialista de Lula e Dilma que o dito “Metade Al Capone” deu o salto de qualidade: amparado pelo aval licencioso do Palácio Planalto junto às empreiteiras, declaradas corruptas, forjou o pior e mais caro filme brasileiro de todos os tempos, “Lula, o Filho do Brasil”, uma malograda peça de má propaganda a serviço do deletério culto à personalidade. 
 
(O desvelo lulopetista de Barreto é inexcedível. Com a quebra do sigilo bancário de Zé Dirceu, preso e acusado pela Lava-Jato de receber propina do esquema daninho da Petrobras, descobriu-se que o cacique cinemanovista recebeu nada menos de R$ 238.155 do ex-Chefe da Casa Civil de Lula para fazer uma minissérie na qual JD, espião da DGI cubana, aparece como personagem principal, numa produção que devia ser rodada agora em 2016). 
 
O primeiro passo de Lênin (assaltante de banco e assassino que morreu sifilítico), depois da Revolução Bolchevique de 1917, foi estabelecer, através da censura e do patrocínio do Estado, o completo controle da produção cultural com o objetivo de destruir o pensamento ocidental (“burzhooi”, dizia) alicerçado no profetismo judaico-cristão, no direito romano e na filosofia grega. De fato, toda a política cultural vermelha nasceu dessa distorção leninista, a saber: o djnovismo totalitário, a arte engajada, o gramscismo demente, a destrutiva Escola de Frankfurt, a Revolução Cultural do pedófilo Mao – por aí. Sem esquecer o recado que o ditador Fidel deu em congresso da militância comunista sobre o fomento da produção cultural: “Companheiros, dentro da Revolução, tudo; fora da revolução, nada”, ou seja, fome e cadeia. (Nelson Pereira dos Santos, mentor do Cinema Novo e arauto do intervencionismo estatal nas artes, seguia literalmente o “Protocolo de Setembro”, maniqueísmo teórico da Era Stalinista bolada por Djanov e depois adotada pelos PCs em escala global).
 
Em resumo, o Manifesto dos Cineastas é a resposta malandra da “classe” para garantir os bilhões de reais repassados pelo lulopetismo que embala a produção de filmes chinfrins, como, por exemplo, os de Cacá Diegues. Acredite, leitor: o que interessa a essa gente é continuar mamando nas tetas da Viúva, sob o comando da maior e mais nefasta quadrilha organizada jamais vista em todo mundo. Povo e democracia ventilados na peça cínica entram só para perpetuar o fáustico mensalão. 
 
PS – O eventual presidente Temer não precisa se preocupar. Deposta Dilma e preso Lula, logo receberá o apoio da “rapaziada” em troca, naturalmente,  de mais grana a ser sugada das tetas da Mãe Gentil.
 



 
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Redação: Paulo Zamboni
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