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A não candidatura de Lula em 2018 e o verdadeiro fascismo que nos espreita
07/03/2016 - Maria Julia Ferraz
Lula fora da corrida presidencial (se não houver um golpe que torne legítima sua candidatura) ainda é pouco.
Os setores da esquerda vão chorar, maldizer a direita, afirmar que os “fascistas" estão dando um golpe, mas é muito possível que em 2018 Lula não possa se candidatar.
 
Não é fora de hora que isso acontece. E para quem acredita que a solução para os problemas esteja no PSDB, aviso: PSDB não é e nunca foi oposição.
 
Aliás, solução pronta não existe. A construção de uma nova situação política, econômica, cultural e social é algo que talvez nunca exista efetivamente. A menos que a sociedade se organize e dê um basta em quem está acostumado a ditar as regras. Estamos falando dos setores políticos e acadêmicos. Esse (como já escrevi em outro momento) é o grande desafio.
 
Boa parte da sociedade está preocupada com problemas menores e não percebem o quanto beiramos o caos.
 
A comparação que vou estabelecer é um tanto exagerada, mas a história demonstra que nações com problemas parecidos com os nossos tiveram como consequência processos revolucionários:
a Inglaterra no século XVII (refiro-me à Revolução Puritana), a França no século XVIII e a Rússia no século XX. É evidente que são revoluções distintas entre si, com contextos históricos diferentes, PORÉM em todas houve uma radicalização, a situação saiu do controle.
 
Vivemos em tempos decisivos. Venho falando do aparelhamento ideológico porque ele é tão grave quanto o tamanho da intervenção do Estado na economia. Pagamos para sermos controlados. A elite paga para que seus filhos aprendam a odiar o sistema que os serve.
 
Para onde caminhamos?
 
Lula fora da corrida presidencial (se não houver um golpe que torne legítima sua candidatura) ainda é pouco.
 
Faça algo mais pela sociedade: comece a mostrar que “fascista” não é quem discorda do Partido, do Estado. Pelo contrário: o termo fascista foi criado justamente para designar aqueles que acreditavam na máxima: “Tudo pelo Estado, nada fora do Estado” e esse Estado se fundia com o Partido. Alguma semelhança com o PT?

 

 



 
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Redação: Paulo Zamboni
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