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Por que Datena quer concorrer a prefeito de São Paulo?
31/07/2015 - Redacao Midia@Mais
Você confiaria num amigo de Lula como o nome ideal para livrar sua cidade da praga petista?
Em 2016, os eleitores que não suportam mais os petistas precisam tomar muito cuidado. Será muito difícil para o partido de Dilma eleger prefeitos no ano que vem (especialmente nas grandes cidades). Isso não significa, contudo, que eles não poderão ajudar a eleger seus aliados (envergonhados ou não).
 
Na capital paulista, o cenário está nitidamente desenhado. Há um prefeito do qual quase ninguém gosta e que a maioria certamente preferiria não reeleger. Ele é do PT. Se Marta Suplicy virar candidata, ela dá à esquerda paulistana uma alternativa viável ao desastre Haddad. Do outro lado, qualquer candidato firme vencerá a eleição porque, hoje, a cidade voltou a ser um reduto antipetista (e Marta era petista até 15 minutos atrás). O nome aparentemente mais realista para vencer é o de Celso Russomanno, que se está longe de ser um liberal ou um conservador dos sonhos, ao menos reposiciona São Paulo como um polo aglutinador de forças das quais o PT não participa diretamente (tal como era antes da traição de Kassab a seu eleitorado). 
 
Sem um nome forte, o PSDB vira coadjuvante. O interesse da esquerda paulistana (da qual o PT evidentemente faz parte) é evitar que seu concorrente direto leve de bandeja. A forma mais prática de evitar essa derrota certa é tornar uma disputa polarizada (com a esquerda pulverizada de um lado e a "direita" concentrada num único candidato favorito) um embolado de candidaturas inconsistentes (todas oscilando perto dos 15 pontos). Aí o segundo turno vira certeza e tudo pode acontecer (até uma vitória da esquerda que ninguém queria).
 
É nesse cenário que surge a candidatura de Datena: um nome que não disputaria votos com Haddad, não disputaria votos com Marta, mas certamente disputaria votos com Russomanno - ambos representam, para o bem ou para o mal, o mesmo perfil de pensamento que ecoa no jornalismo popular da TV. 
 
Ambos têm força para aglutinar o eleitorado antipetista, mas, calma! O petismo é apenas uma modalidade do esquerdismo partidário. O lulismo não se confunde necessariamente com o petismo. Ao que se sabe, Datena é amigo de Lula (ou como quer que eles queiram chamar o relacionamento que mantêm): http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2014/02/1412633-lula-almoca-com-datena-e-aconselha-o-apresentador-a-fazer-ginastica.shtml.
 
Você confiaria num amigo de Lula como o nome ideal para livrar sua cidade da praga petista?
 



 
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COMENTÁRIOS
31/07/2015
(F. Carlos)

Olha aí, o filme repetindo, já assistimos a esse filme várias vezes, nas capitais do País. Só para citar um caso,a do jornalista Fernando José, bem ao estilo Datena, prefeito de Salvador entre 1989 e 1993, a gestão desse radialista prefeito foi um verdadeiro desastre. Cuidado, essa gente só tem o nome conhecido, graças as atividades na mídia, são puros embrulhões, não sabem administrar uma carrocinha de pipocas. Esse, ainda, pior, é amigo do Lula.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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