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Quando a burrice é exagerada, eu desconfio
29/07/2015 - Felipe Atxa
Quando alguém for estúpido demais, quando seu ódio for a mais completa expressão da burrice caricatural que tão bem serve ao discurso da esquerda, convém pedir nome, sobrenome e currículo do intolerante.
​Racistas, intolerantes, homofóbicos violentos, fundamentalistas de toda espécie - ou laranjas da agenda esquerdista?
 
O que leva uma pessoa a ofender outra numa rede social, motivada por algum ódio estúpido e gratuito (de raça, por exemplo)? O ofensor sabe que será descoberto em questão de dias. Sabe que será condenado pela opinião pública. Sabe que eventualmente perderá o emprego. O que ele aparentemente não sabe - ou finge não saber - é que seu ataque terá o efeito contrário ao que aparentemente ele desejava: dará mais poder ao objeto de seu ódio.
 
Quando um suposto cristão supostamente joga uma pedra numa criança de outra religião, o idiota agressor está fazendo qual jogo, afinal? Cui bono? Quem se beneficia: todos os outros cristãos ou seus detratores?
 
É burrice demais, e quando a burrice exagera, eu desconfio. Por que tantos casos de intolerância aparecem e desaparecem da mídia, como num passe mágica? O que houve com os agressores? Onde estão? Foram processados?
 
A cada novo caso de "intolerância" (real ou encenada), a esquerda ganha força, porque é ela quem mais lucra com o clima de guerra social. 
 
Quando um muçulmano explode uma bomba em algum lugar, a mídia corre para explicar que ele é apenas um maluco que nada tem a ver com a religião em si. Quando um suposto cristão arruma uma briga com um ateu, a mesma mídia vem pregar contra a intolerância religiosa (só a dos cristãos, obviamente).
 
"Ser perseguido" pode tornar-se um grande negócio: basta lembrar a transexual que "se crucificou" na Parada Gay; saiu do completo anonimato para a fama e um portfólio de processos de indenização contra seus "perseguidores" (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/07/transexual-crucificada-na-parada-gay-abre-oito-processos-na-justica.html). Antes, uma ilustre desconhecida: agora, ela pode ganhar 800 mil reais na Justiça. Bela perseguição essa, hein?
 
Isso tudo, sem esquecer que esses episódios de "intolerância explícita" servem para desviar a atenção de temas mais complexos que envolvem políticos e seus esquemas de manipulação e corrupção.
 
Quando alguém for estúpido demais, quando seu ódio for a mais completa expressão da burrice caricatural que tão bem serve ao discurso da esquerda, convém pedir nome, sobrenome e currículo do intolerante (como se faz quando um terrorista comete alguma barbaridade pelo mundo afora). Carteirinha de partido político também serve.
 



 
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COMENTÁRIOS
11/08/2015
(Ka)

Hem? Afinal o que foi que aconteceu???
 
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Redação: Paulo Zamboni
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