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Quanto o poder aéreo pode alcançar?
15/04/2015 - Daniel Pipes
O uso do poder aéreo está sendo disseminado como forma de combate no Oriente Médio. Mas ele é suficiente para conquistar a vitória?
(Bombas-barril lançadas pela força aérea síria causam grande destruição)
 
De repente, onde quer que você olhe no grande Oriente Médio, você encontra forças aéreas bombardeando guerrilheiros:
 
Síria: A força aérea governamental ataca os rebeldes, em sua maioria sunitas, com o uso das notórias "bombas-barril". A força aérea dos EUA ataca o EI, sem usar as bombas-barril.
 
Iraque: as forças governamentais confiam parcialmente no poder aéreo para atacar as forças do EI.
 
Líbia: jatos egípcios atacam o EI e outras forças sunitas.
 
Iêmen: jatos sauditas atacar posições Houthi.
 
Somália: aviões quenianos começam a atacar as forças Shabaab.
 
Pode-se imaginar o início de campanhas semelhantes no Afeganistão e Líbano.
 
Será que essas campanhas limitadas terão sucesso? Eu duvido. Embora o controle do ar ofereça grandes vantagens, não se traduz em controle no solo; por isso, as forças terrestres são essenciais. Mas infantaria e soldados de cavalaria tendem a ter mais lesões e mortes do que os pilotos, por isso seu uso é politicamente arriscado.
 
Os governos relutantes em usar as forças terrestres não podem esperar vencer. Eles podem bombardear um país até que ele volte a idade da pedra sem que isso afete sua vontade.(Lembre-se dos americanos no Vietnã e dos russos no Afeganistão.)
 
A conclusão é simples. Eu a chamo de minha regra de ferro da guerra: "Nunca comece uma guerra a menos que esteja preparado para fazer o que é necessário para vencer (Ou seja, não estabeleça como norma inicial descartar uso de tropas terrestres).
 
A boa vontade em utilizar tropas terrestres é o sinal necessário de seriedade de propósitos.
 
 
Publicado originalmente em National Review Online, The Corner
 
Também disponível no site do autor
 
 
Tradução: Maria Júlia Ferraz
 



 
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Redação: Paulo Zamboni
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