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O direitista de Facebook
06/02/2015 - Felipe Atxa
Quantos, entre os direitistas de Facebook, vivem de fato como direitistas em suas rotinas?
​É divertido ser contra os petistas dentro das redes sociais. Basta repassar alguma foto com legenda engraçada ridicularizando Dilma e mostrando como Lula é patético.
 
Fazer comentários indignados ou compartilhar novas denúncias​ na Petrobras ajuda a cultivar o círculo de amizades, especialmente as virtuais. Foi-se o tempo heroico em que ser "de direita" representava nadar contra a corrente e curtir a solidão. Hoje, há até grupos de encontros românticos entre conservadores e antipetistas.
 
Mas quantos, entre os direitistas de Facebook, vivem de fato como direitistas em suas rotinas? Quantos compram brigas em suas vidas profissionais, nos departamentos de humanidades das faculdades, em nome de suas supostas ideologias? Quantos empreendedores deixam de fazer negócios lucrativos para dizer "não" à interferência estatal na economia? Quantos libertários abandonam seus empregos públicos para protestar contra a tirania dos governos? Quantos profissionais liberais combatem os socialistas no sindicato ou repudiam privilégios corporativos que nada têm a ver com a filosofia liberal?
 
A guerra ao socialismo não é um jogo de RPG que possa ser vencido no tabuleiro. Se os direitistas das redes sociais fossem tão atuantes na vida real quanto são na virtual não teríamos tantos esquerdistas dominando os partidos políticos, as universidades, os meios de comunicação, as artes, as redações de jornais.
 
É evidente que, da boca para fora, é fácil odiar Marx e tudo que ele representa. Difícil é ser coerente com sua indignação, na prática, perdendo contatos, abrindo mão de oportunidades, criando inimizades no ambiente profissional.
 
Vale também questionar até que ponto as atuais "celebridades" de direita empregadas no esquema dos grandes meios de comunicação são, de fato, conservadores ou liberais. Atuam elas como direitistas na rotina de trabalho? Mas como, se tais meios são dominados por esquerdistas, conforme se sabe?
 
Há muita conversa fiada envolvida. Hoje, o antipetismo transformou-se, também, num meio de vida lucrativo. Se a luta contra o domínio socialista tem, de verdade, um objetivo a ser alcançado, chegará a hora de separar quem está vivendo de quem está simplesmente encenando. Mesmo porque é impossível vencer os esquerdistas no que eles fazem de melhor: mentir.
 



 
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COMENTÁRIOS
06/02/2015
(ALESSANDRO)

Na verdade o movimento direitista está no começo, porque a pouco tempo ele nem existia. A sociedade ainda está contaminada com socialismo, o esquerdismo, que praticamente mudo o modo de vida e de pensar das pessoas, que agem como se estivessem programadas para pensar, agir e falar de determinada forma. Para que uma mudança real na sociedade possa ser percebida, a direita, o conservadorismo, o liberalismo, terá que agir fortemente por pelo menos, uns 20 anos de forma a transformar a sociedade. E se não fosse as mancadas, os erros estratégicos cometidos pelos próprios esquerdistas, a população ainda estaria os idolalatrando até hoje. O movimento direitista de hoje é mais em função das denúncias de corrupção e desastre econômico do que das ações da direita. Portanto, temos que ter paciência, porque, a luta é longa e árdua.
 
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