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E Dilma vai enrolar todo mundo mais uma vez
13/12/2014 - Redacao Midia@Mais
Fazer o jogo do inimigo é tão perigoso para o país quanto investir no velho e mau "quanto pior, melhor".
Antes do início do primeiro mandato de Dilma Rousseff, a situação do Brasil era a seguinte: alguns analistas diziam que a economia ia melhorar, outros diziam que ia piorar, o país estava atolado em denúncias de corrupção, havia o Mensalão, o Foro de SP e um monte de gente odiando o PT.
 
Se compararmos com o momento imediatamente anterior ao início do segundo mandato de Dilma, só mudou o escândalo: saiu o Mensalão, entrou o Petrolão. O restante é simétrico, para não dizer uma cópia exata. E não adianta dizer que agora há pedido de impeachment e insatisfação nos quartéis: na época, se dizia o mesmo.
 
O que houve logo que Dilma tomou posse: ela aproveitou sorrateiramente as piores expectativas em relação a seu passado de guerrilheira e experiência nula para "surpreender", aparecendo pouco e diminuindo a resistência em relação a seu nome.
 
Quem tem alguma memória se lembra de que muitos analistas liberais e conservadores ficaram encantados com a discrição de Dilma, sugerindo que era uma evolução após os oito anos de reinado da vulgaridade política ao estilo Lula da Silva.  
 
Quem não tem memória pode ficar com um exemplo aqui (http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/10/1530938-ives-gandra-martins-minhas-irritacoes-com-a-presidente.shtml), onde Ives Gandra Martins admite que era um dos surpreendidos positivamente com Dilma quando ela tomou posse da primeira vez.
 
Agora, a história se repete, como se fosse possível enganar todo mundo igualmente com o mesmo subterfúgio. Dilma nomeia três ou quatro nomes que "encantam" a direita (Levy, Kátia, etc.), surfa nas denúncias de corrupção contra o seu próprio partido, e fica quietinha no seu canto, enquanto a esquerda come pelas beiradas, com seu exército de sem-tetos, militantes gays, abortistas, etc.
 
Daqui a três anos o PT parte para cima de novo para vencer mais uma eleição presidencial.
 
O erro não estará daqui esses três anos, mas agora, ao serem enganados de novo com o mesmo truque. Afinal, uma economia saneada servirá à situação, e não à oposição, quando as urnas surgirem outra vez na cara dos brasileiros.
 
Antes que se diga que esta é uma aposta no "quanto melhor, pior" para a oposição, é bom que se lembre: quem vence eleição, governa; quem perde, só tem alguma satisfação a dar em quem votou a seu favor (e contra o governo). 
 
Ou traduzindo: fazer o jogo do inimigo é tão perigoso para o país quanto investir no velho e mau "quanto pior, melhor". 
 



 
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COMENTÁRIOS
13/12/2014
(Renato)

"ela aproveitou sorrateiramente as piores expectativas em relação a seu passado de guerrilheira" Já está na hora dos anticomunistas pararem de dar armas para a esquerda! Dilma não era guerrilheira, Dilma era TERRORISTA! Chamando essa mulher de guerrilheira vai ajudar a melhorar a imagem dela, já que "guerrilheira" tem uma visão romântica para a cambada da esquerda.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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