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Esses ciclistas mal-educados e suas bikes maravilhosas
18/09/2014 - Redacao Midia@Mais
​A falta de educação crônica entre ciclistas é facilmente verificável numa rua qualquer de São Paulo​.
Existem dois mundos: o dos ciclistas e o das outras pessoas. O primeiro tem menos regrinhas do que o segundo. Segundo pesquisa da Proteste em sete capitais brasileiras (http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2014/09/18/ciclistas-nao-usam-buzina-e-capacete-e-avancam-sinal-revela-pesquisa.htm):
 
27% dos ciclistas nunca usam capacete (para quê? Afinal, o serviço público de saúde está aí para isso: fazer estranhos pagarem pela irresponsabilidade dos outros)
21% dos ciclistas avançam no sinal vermelho (outra regrinha que só serve para motoristas de carros malvados)
41% dos ciclistas não usam buzina (oi?)​
 
​A falta de educação crônica entre ciclistas é facilmente verificável numa rua qualquer de São Paulo​. Mas os maiores defensores dos ciclistas (jornalistas de grandes veículos e políticos que, curiosamente, preferem Rovers e BMWs blindados às simpáticas magrelas) querem impor a ciclo-agenda a todos os outros moradores. Pois é: sai da frente que eles estão chegando (e nem vão se dar ao trabalho de buzinar).

 

 



 
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COMENTÁRIOS
27/09/2015
(Rubens Cano de Medeiros)

Certa matéria, jornal paulistano do dia a dia. O título – e a declaração da autoridade – convidam a comentar: “Motocicletas lideram o ranking”; “Acidentes de trânsito são uma epidemia na Capital.” Epidemia? Claro que é: tudo a ver com educação, civilidade – porque normas de trânsito não faltam. Certamente não contabilizados os eventualmente causados por imprudência, negligência e até imperícia de ciclistas que menosprezam normas do Código – por que não? Irreal, acaso? “Todos”? Muitos. Comparações? Só que enquanto motoristas são... milhões, ciclistas paulistanos milhares. Embora, óbvio, ciclistas atropelem com “menor gravidade” (dir-se-á), podem ser fatais. Daí, inaceitável imprudência TAMBÉM de guidões e pedais. Ou para ciclistas não valem normas? “Motos lideram” – e são fiscalizáveis! Já se imaginou, fossem como bicicletas – o fluir – livre, leve, solto? Tal como ciclista, moto ignorasse acintosamente mão de direção, semáforo, rolasse na calçada? Por que bicicleta “pode”? “Me dê motivo...”, a música. Ciclista pedala junto à sarjeta, em contramão: atravesses a rua sem te preocupares com olhar NOS dois sentidos! “Confies” só no fluxo da via... Tu irás engrossar a estatística dos atropelados! Pior que certas ciclovias ainda botam o ciclista NA contramão, “oficialmente”, consentidamente. “Dura lex sed lex”, essa, a do trânsito! Lei também deve mudar. Ciclistas desobrigam-se dos chamados “equipamentos obrigatórios”, de segurança. Nenhum usa campainha. Um ou outro, “piscas” que entraram no lugar dos antigos faroletes. “Pisca”, emitindo flashes, ilumina algo? Ou só serve mesmo para mostrar ao motorista que, à noite, lá vem ciclista – piscando – na contramão... Um exemplo, dentre outras “imprudências”. Todos sabemos, bicicleta é silenciosa. Por isso, para o transeunte, imprevisível e repentina. Perigosa, surge “do nada”, quando atravessamos a rua, quando cruzamos o semáforo (ciclista não para); traiçoeira, cobra venenosa, quando nos vem às costas, na calçada! E mentes bitoladas que pedalam ainda se manifestam – na mídia, na internet – que campainha, para bikes, são... “inúteis”, tão fraquinhas, ciclista “alertar” motoristas... quando a função da campainha – que lhes parece “obsoleta”, “anacrônica” – é só SIMPLESMENTE alertar o pedestre – lá vem uma inesperada “bike”! Inútil? Equivocadíssima apreciação. Pedalar é preciso, prevenir... “Inútil”... “Polêmico”, né? “Epidemia”? Não só o paulistano, sabe-se, trânsito de grandes cidades é virulentamente agressivo: anticidadania virótica, galopante – e até pedalativa. Basta – nosso caso paulistano – a simples atitude de sair ou entrar em garagens: primeiro o veículo – carro, moto – depois o pedestre, passando, na calçada. “Epidemia” – a da reportagem: motos lideram o ranking, mas... Certamente, a julgar por ao menos dois eventuais fatores... Cada dia mais bicicletas nas ruas; nenhum controle de fiscalização delas – e exceto só pensar em ciclovias... Não longe, então, um dia paulistano – estatísticas hão de denotar: num desses surtos epidêmico-viários, também presente estará o vírus pedalador. Contra o qual, com certeza, nenhuma imunidade (o pedestre) – só, a de sempre, impunidade! Ou será que, “devagar”, “com cuidado”, aí pode infringir? Bicicleta, por experiência, eu sei: tudo de bom! É lazer, exercício; é saúde, é vida! Só que mal usada, claro, pode até... matar. Não deve ser só botá-las em ciclovias. É preciso domá-las. Rubens Cano de Medeiros
 
30/08/2015
(Rubens Cano de Medeiros)

“Ciclistas reclamam da falta de orientação para pedestres e bikes”, o jornal da segunda-feira (e, aliás, como se ciclista algum também respeitasse algo...). Ah, não! Não se tratava, a matéria, da absurda convivência (ou tolerância?) diária, que vemos nos calçadões do Centro, pedestres e imprudentíssimos ciclistas: bicicletas, as comuns e as insolentes, de entregas, assim como aqueles brucutus, os triciclos pedaláveis, de carga. Veículos esses, engenhocas de desrespeito que “dividem” espaço que DEVERIA ser exclusivo de caminhantes. Bicicletas e pedestres “compartilhando”: um ir-e-vir propício a acidentes. Pois a “reclamação” referia ao dia anterior, domingão paulistano recheado de sol. De quando inaugurada a ciclovia da Bernardino e consequente interdição da Paulista – esta, então, virou praia! Só lhe faltaram um mar e um salva-vidas! Este, que tivesse ficado encarapitado num posto de observação – lá no emblemático MASP! Donde ele haveria de contemplar quase toda a Avenida e, assim, poder salvaguardar, não banhistas do asfalto, mas pedestres – ante o risco de atropelamento por desordenadas bicicletas. Ele, um “salva-pedestre”. O jornal entrevista (curtinha) um cidadão alemão; engenheiro, passeando a pé, com a família, consta – turista, seria ele? Que se impressiona com tanta bicicleta no meio de tanto pedestre – balbúrdia, essa “mistura”, subtende-se. Transcrevo-lhe as palavras. E dou um placar, de comparação, “lá” e “aqui”. Ele, o germânico: “Na Alemanha, ciclistas têm que se comportar” (puxa, 1 a 0!) – “Lá, eles têm cartas de habilitação...” (bem, rigor exagerado mas... 2 a 0) – “...e são punidos em caso de infração” (golaço! 3 a 0!) – “Aqui, eles (ciclistas paulistanos) ainda não criaram essa consciência” (4 a 0...) – “Falta coordenação” (ganharam a taça, 7 a 0!!!) – “Mas se virar costume, eu acho legal” (golzinho de honra, 7 a 1). “Coordenação”, disciplina – virar “costume”, ciclista paulistano? Fiscalizar ciclistas nas ruas? Ora, atitude, aqui, à qual qualquer ciclista daria cartão vermelho! Cor do semáforo que eles ignoram, mas a mesma cor das ciclovias que adoram! E vermelho, da raiva que, parece, ciclista nutre por pedestre! Certamente, às margens do Reno e Danúbio, mesmo com exceções, deve haver “coordenação”. Já aqui, às margens plácidas... do Tietê, nem que a vaca tussa! Bicicletas sequer têm placas, ou equipamentos ditos obrigatórios! E mais: infringem, impunemente, senhor alemão! Pior: nós, como pedestres... nem aí! Cume-que-é? “Fiscalizar” ciclistas? Sim, reconheça-se: missão chata e difícil, antipaticíssima e talvez trabalhosa de executar – mas necessária, a bem da incolumidade “geral”. Hã!? “Autuar”, ciclista que infringe? Ah, o pretexto oficial: “indústria da multa”! A “desordem” notada pelo teuto cidadão é – no trânsito maluco das “bikes” – só a ponta do iceberg – já que sem fiscalização. Para ciclista típico paulistano, a MELHOR distância entre dois pontos nem é até uma reta, mas com certeza a calçada e a contramão – e o vermelho do semáforo, que lhe é sempre “verde”... Ciclista não-imprudente é só o que fica em casa. Então, nós, concidadãos, paulistanos – como pedestres, COBREMOS fiscalização às bicicletas. Desse mesmo Poder Público que, atendendo os anseios de cicloativistas, sabe muito bem espalhar vermelho no asfalto. Como diz o professor, “é isso!”. E olha que é! Rubens Cano de Medeiros
 
25/08/2015
(Rubens Cano de Medeiros)

“Bike também mata” – só faltou, na frase-manchete do jornalzinho, desses, distribuídos gratuitamente nas manhãs paulistanas, só faltou o ponto de exclamação, para denotar indignação ou comoção que um infausto acontecimento pode trazer: o atropelamento, dias passados, ao lado da ciclovia – vermelha, tingida de sangue. Dirão, cicloativistas: e carro, não mata? Quem não lembra, do episódio? Primeiro, a dúvida: foi NA ciclovia? Foi fora dela? Casualidade fatal? Imprudência, de alguma – ambas? – das partes? O certo é que FINALMENTE a mídia mostrou – mostrou-se não SÓ PRÓ-cicloatividade – mas a precariedade, o lado perigoso do mal projetado – mostrou o que são certas ciclovias. “Bike também mata!” – bota a exclamação! O jornalzinho: “Não foi por falta de alerta. A ciclovia que fica sob o Minhocão sempre se mostrou perigosa por misturar bikes com pedestres...”. Eureka, a luz se fez! Até que enfim “perceberam” que esse tal, funesto, “compartilhar” – bicicletas e pedestres – é coisa arriscadíssima. Pela própria “natureza”, simultaneamente, no mesmo chão, pedestres e bicicletas, coisas imiscíveis. Porém, notícias posteriores vinham a garantir (perícia policial) que o acidente terá sido fora da ciclovia. Entretanto, à parte o lamentável ocorrido, é preciso ressaltar duas “inseguranças” (sic): a de muitos “projetos” de ciclovias e a não-fiscalização de bicicletas nas ruas – dentro de ciclovias, mais ainda fora – porque trânsito não pode ficar sem fiscalização – principalmente bicicletas. Bicicletas rolam nas calçadas. Vêm-nos, silenciosamente, e sem campainha, às nossas costas – “Bike também mata!”, ressaltou a notícia. Em sendo assim – nada se faz para coibir – nós, concidadãos, paulistanos, tomemos uma precaução. Já que bicicleta não usa mesmo espelhinho retrovisor – para a segurança do ciclista – nem campainha e farol – nós, caminhantes, usemos então “espelhinhos... retrovisores”! É isso: encaixados no crânio, à altura da testa, um aro, com um espelhinho de cada lado – esquerdo e direito! Para – finalmente! – prevermos ciclistas na nossa retaguarda! Um aro na testa, como uma... coroa de rei! Cujo nosso reinado, o território das calçadas, nos tem sido usurpado por ciclistas! Claro – suavizando – só “a meia dúzia” de imprudentes... Ah, tá! Uma... “minoria”... Ciclista, o que acintosamente imprudente, tu, lembra-te, acautela-te: “Bike também mata!” – de qualquer lado. Tem razão o jornalzinho. Rubens Cano de Medeiros
 
26/07/2015
(Rubens Cano de Medeiros)

Foi então que um “cartão-postal” paulistano, a charmosa Paulista, ela também resultou presenteada com ciclovia! Aliás, festejada ciclovia. A qual não foge, não escapa – o projeto – do praticamente comum, dentre as ciclovias. São pistas estreitas, mãos de direção opostas, contíguas. Essa ciclovia, a da Paulista, vemos, é aproveitamento da longa ilha central, que divide a avenida ao longo da extensão. Pelo menos, em princípio, é mais segura para travessia de pedestres, os quais só a interceptam nos semáforos, né? Só que... semáforo é mesmo confiabilidade, para pedestre? Ora, ciclista, ele é alérgico a sinal de trânsito! Mas peraí: “menos” perigosa, tal ciclovia, para pedestres, quê?! Bem, em termos. Pedestre só a cruza no semáforo, certo, MAS... ciclista opta por vir a ser daltônico. Todo vermelho lhe é sempre verde – zzzupt! Claro, infringir dá... nada! Há fiscalização de bicicletas? Nem lei de trânsito, sequer lei do bom senso: para muitos, e muitos, ciclistas – notamos – vale é a lei “de Gerson”: tirar vantagem, cerrrto? Em tempo: e quem garante que onde há ciclovia – inclusive essa – não pedalam na calçada? Lugar algum. Aqueloutras ciclovias, as pintadas no canto das ruas, junto à sarjeta, que primor de projeto! Infalivelmente – duas mãos opostas e paralelas, uma ao lado da outra – colocam o ciclista no contrafluxo de motos, carros, caminhões e ônibus, perigão de envolvê-lo em acidente. Então, talvez possamos concluir, caso destas ciclovias: importa mais a fluidez que a segurança! Deve ser. Só não vê quem não quer. Imprudência geralmente é carona de quem pedala nas ruas paulistanas: sem capacete, sem campainha, sem farolete; pedalam na calçada, ignoram semáforos, fazem da contramão a habitualidade – tudo acintosamente, maior cara de pau – com fulcro na inexistência de fiscalização ou autuação, nem mesmo “campanhas educativas” (ter que “educar” um cavalão, é demais!). “Autuar” – para ciclistas, é verbo, não transitivo, mas... “intransitável”. Inimaginável. A CET bota faixas pró-cicloatividade, “Motorista, dê preferência ao ciclista”, muito correto, e parabéns! Direção defensiva. More or less. E por que não – imparcialidade, igualdade de obrigações – faixas como “Ciclista, não pedale na calçada, nem na contramão – respeita o pedestre!”. Se a questão é mais “educar” que autuar... Deixar de fiscalizar – também o ciclista – é inexplicável, inescusável. Lamentavelmente, é o que é. Todos aquiescemos. Quem sabe, uma política de atitudes educativo-preventivas, como que direção defensiva para ciclistas deliberadamente negligentes – fiscalizar, autuar, por que não? E o Código? Mas a opinião pública – e o Poder Público – são cegos, não? Parcialmente, pois SÓ, e SÓ, enxergam ciclovias! Como se fossem “tudo”! O que não são. Disciplinar é preciso. Pedalar é preciso – racionalizar, parece, isto não é preciso – qualquer pessoa... Rubens Cano de Medeiros
 
14/06/2015
(Rubens Cano de Medeiros)

Invocar o passado, a fim de estabelecer comparação, é dar ares de saudosismo ao discurso e, como é sabido, saudosismo é a tranca que trava as portas que se abrem – para o presente, para o futuro. Mas... No passado paulistano bem remoto, bicicletas traziam consigo placas, farol, espelhinho e campainha. Sim, no tempo em que basquete era “bola ao cesto”. E ninguém ainda ousava o anglicismo bike. Bikes que eram pesadonas, de aço, aro maior, muitas importadas – inglesas, suecas, alemãs. Nacionais, a que não era Caloi, claro, de Monark não passava. Bicicletas usavam um pequeno farol – que até iluminava, de fato, o caminho para o ciclista e o pedestre se acautelava da presença da... bike. Um tipo de farolete comum era o acionado pelo “dínamo” que girava, o ciclista pedalando mais forte, o troço acoplado à roda de trás. Era pedalar e... fiat lux! “Uma gracinha!”, talvez o dissesse a fulgurante Hebe. O troço iluminava. O tempo e o vento... O tempo pedala infatigável quanto ininterruptamente trazendo consigo o vento “das mudanças” – inclusive as bicicletas. Que, obviamente, evoluíram para melhor: a máquina, não o comportamento do piloto. Tornaram-se mais leves, mais bonitas e ágeis; ganharam marchas e ares de esportividade, umas assemelhando-se às de “corrida”. Lembro do velódromo, ao lado do ginasião, no Ibirapuera. E no curso da “evolução” (bem, ...), as bikes urbanas – como que acompanhando as de competição – perderam TUDO: os tais “equipamentos obrigatórios” (rs, rs, rs!) viraram... acessórios! Opcionais: usa “quem”, “quando” e “se” quiser usar. Não há mesmo nenhuma fiscalização! Talvez, quem sabe, o desuso se tenha dado por questões de ordem “aerodinâmica”, estilo, patati-patatá... Ninguém usa. Espelhinho? Ah, é muito... demais! Ciclista sequer sinaliza, de mão; não liga para o que vai à frente, quanto mais o que lhe vem às costas; faz conversões imprudentíssimas, sobe na calçada e volta para o asfalto: para que espelho? Espelho meu, espelho meu: há condutor mais imprudente do que eu? Que “eu”, hein? Campainha, aquele trocinho “ring-ring”? Quê? Para o ciclista – dizem, põem dúvida – “serve para algo”? Para prevenir o pedestre, ao menos, sim. Já que bikes rolam na calçada, na contramão e, quando o trânsito tá parado, elas passam no meio dos carros, pedestre cruzando a via... Em sendo a bicicleta veículo silencioso “por natureza”, rolar sem campainha – ou outro som mais forte – é perigosíssimo, a começar da incolumidade do próprio ciclista. Bicicletas motorizadas – pequenas motonetas – nem estas trazem buzina, é incrível o descaso. Mas... há fiscalização? Voltando ao passado, diria o Adoniran: foi o “pogréssio” – que trocou os obsoletos (seriam?) faroletes – hoje, anacrônicos – por pisca-piscas tipo LED, claro! Só que... iluminam? Aqueles ciclistas que usam, usam uns que expelem intermitentemente flashes de máquinas fotográficas (antigas, digo). Na noite, o pedestre vai atravessar e vê aquele “troço”, se aproximando, espocando: certamente um OVNI, a baixa altura! Um marciano (pedalando, lógico). Outros, a magrela traz, à frente do guidão, uma luziquinha tão fraquinha... é a bicicleta dando carona a um... vagalume! Enfim: isso é dar proteção, à noite, ao que pedala? É garantir incolumidade ao que cruza a via? E se levarmos em conta que bikes vão (e vêm) em contramão, até o motorista pode se complicar... involuntariamente. Mas... e a fiscalização? Bem, o transcorrer do tempo tornou o mero “andar de bicicleta” em “cicloatividade”. Bikes ganharam as ruas e as ruas, ciclovias – muitas, inseguras e reprováveis, o que se viu. O vento soprou para longe a prudência e o bom senso dos que pedalam nas vias paulistanas. Como que a responsabilidade dos “cicloativistas” – pelo menos, um grande contingente – se limitasse a uma dessas estreitinhas faixas vermelhonas, num destino imutável: do nada, a lugar algum.
 
21/04/2015
(Rubens Cano de Medeiros)

Há algum tempo certo jornal paulistano fez matéria acerca de certa ciclovia. Como sói acontecer com reportagens, quando é alusão à cicloatividade, só mostram mesmo duas coisas. Ciclovias e o desrespeito de motoristas a ciclistas. Como se sobre bicicletas, fosse “tudo”, o assunto. Como. Pois na matéria um entrevistado expeliu esta petulância – é mesmo para gerar um comentário: que ele, o cara, pedala “com bom senso, assim como os demais” (ciclistas)! Que mentira! Xô! Além de ser um trafegar de imprudência e desrespeito, isento de fiscalização, o trânsito de bicicletas não tem o menor bom senso – o comportamento dos ciclistas. Nota zero! Como é? “Bom senso”, nos guidões e pedais? Seria, um exemplo, pedalar na calçada? Como um “direito adquirido” de ciclista? Afinal, sempre foi assim: acintoso e impune. Ninguém liga! Ou bom senso é a “esperteza” de ignorar semáforo, faixa de travessia e pedalar na contramão? “Bom senso” que não passa de pretextos. Bem, ainda que às avessas, deve ser mesmo algum “bom senso” de cérebros pedalantes. Como o do legislador que cravou no Código a imprudência de ciclista compartilhar calçada ou fluir no contrafluxo! Bom senso... No ápice da graduação do bom senso, está o comportamento unânime (ou quase), o superlativo da imprudência: ciclista pedalar sem campainha! E sem luzes – não meros pisca-piscas que expelem flashes, mas iluminam nada! Que bom senso de segurança! Inteligente! Raciocinemos. Que diabo de bom senso é ciclista botar capacete e óculos, montar e, incontinenti, rolar por aí infringindo tudo o que o Código prescreve? Vem o cara falar de “bom senso”! Todos sabemos. O Código (a lei) tipifica bicicleta como veículo. Daí, sujeita-a às mesmas normas que para todos os veículos (bom senso). Sabemos que, de ofício, cabe à CET fiscalizar (e até autuar) ciclistas – não só pintar ciclovias. Não fiscalizando, deixa de cumprir a lei, por isso: falta de bom senso, então. Total! Como quem tem que fazer valer a lei não o faz, então incumbe ao “fiscal da lei” – o r. Ministério Público Estadual – obrigar a fazê-lo. Tudo faz crer que esse “fiscal” nunca obrigou, como tampouco obriga, aquela a disciplinar, fiscalizar e autuar os que pedalam à revelia da lei de trânsito, não? É que, no caso, o bom senso resta estacionado. Nalgum bicicletário! E com pneus murchos... Sem campainha, sem luzes. Olha, nem precisa ser “especialista” ou urbanista. Qualquer leigo (eu, o primeiro) facilmente constatará. Que bicicleta é o único veículo cujas “características operacionais” – a flexibilidade, a versatilidade, facilidade de condução e manobra, leveza etc. – fazem com que ela se “aproxime” do próprio ir e vir do caminhante, nas ruas. Num só momento, bicicleta está na rua quanto sobe na calçada – e é “natural” que todos aceitemos essa mobilidade: para ciclista – é a mesma tendência do pedestre – não há regras (normas) de trânsito: ignorem-se sinalização e farol. Quando vejo ciclista pedalar na calçada, ignorar semáforo, rolar na contramão, tirar fina – essa irracionalidade habitual, e perigosa para todos – sinto uma PUTA RAIVA! Raiva de tanta imprudência; da mentalidade tacanha dos que só fazem espernear por ciclovias mas fecham os olhos (e o cérebro) para um pedalar isento de disciplina e fiscalização; por extensão, raiva do próprio Poder Público quando, com respeito à cicloatividade, só se volta para ciclovias ignorando a balbúrdia fora delas... Isso é pedalar sem bom senso. E sobre duas – não só uma lei – o Código, e a lei... do bom senso! Desmonto. Rubens Cano de Medeiros
 
17/01/2015
(Rubens Cano de Medeiros)

Ah, concidadão paulistano, com certeza, cabe uma reprovação. O caso daquela estreitinha (como todas) ciclovia, que vem “subindo” a Rua Madre Cabrini, para desembocar na Domingos de Morais. Cicloviazinha de duas mãos, pintada junto do meio-fio da rua – de mão única – colocando pois ciclistas em contramão – claro, com a bênção do Código. Tal ciclovia então – aqui a crítica – literalmente “termina” – não na ciclofaixa próxima de lá, na Professor Noé de Azevedo – mas... no nada! É, no nada – constate-se, in loco. Pois essa tosca faixa vermelhona, ela termina transversalmente à Domingos, paralelamente à faixa de pedestres, termina de cara com a guia da sarjeta da “ilha” – ilha que é a larga calçada que resulta da confluência Domingos com Noé. Pode? Pode. Sem dúvida, é péssimo “acabamento”. Falta total de esmero, de capricho. Mais: de segurança. Para ciclistas. Para pedestres. Isso é solução? Tanto assim é que, vindo o ciclista pela Madre Cabrini, ao chegar lá, restar-lhe-ão duas alternativas: adentrar a Domingos ou subir na ilha. Vejamos, caros cicloativistas. Entrar na Domingos, trânsito intenso, perigoso de acidentes. Naquele trecho, sem ciclofaixa. Se o ciclista vira à esquerda, é ir na contramão ou na calçada: nota... zero! Errado. Se vira à direita, ou vai no meio dos carros, ou calçada. Idem. Sobe na ilha. Pegará um trecho de calçada (aliás, ali, esse trecho de calçada é só mesmo uso de bicicletas, vê-se) até chegar à esquina da Lins de Vasconcelos. Então, restar-lhe-á cruzar a faixa de pedestres, no semáforo e – aleluia! – pegar a ciclofaixa da Noé. Que esmero, o projeto! Embora até mesmo o próprio Código preveja a aberração de bicicletas na contramão e na calçada, naquele trecho supracitado só resta ao pedestre uma alternativa: rezar, para não ser colhido por bike. Que a Madre Cabrini proteja o pedestre! Livrar-se de um acidente, ali, é milagre. E milagre não é com “urbanista”: amém!
 
26/12/2014
(Rubens Cano de Medeiros)

Na revista argentina, que folheio, deparo com o anúncio convidativo à salutar mobilidade, prazerosa e alegre – uma afirmação de liberdade. Isto é, bicicleta: um convite a pedalar, o anúncio argentino. Nesta ilustração de que falo, do tal anúncio, bela foto, o sujeito pedala uma bike luzidia, direitinho: flui na rua, não na calçada, provavelmente na correta mão de direção, munido de capacete – parabéns, né? A legenda desse troço, ó: “Tomá el mejor camino – existe otra forma de moverte, conocela”: bicicleta, tranquilo! Bom, de capacete o cara tá. Entretanto, o portenho ciclista, como nós, paulistanos, peca pela falta, mostra a ilustração. A magrela luzidia não tem farolete, nem campainha, tampouco espelhinho. Assim, tal bicicleta – com certeza é que não é, nem para o ciclista nem para os outros – aquela bicicleta, não é a “mejor” forma: está irregular, “incompleta”. Lá não tem Código, como nós outros? Aqui, todas rodam equipadas, não? No nosso mundo paulistano, claro, bicicleta também pode ser a melhor forma, o melhor caminho: mobilidade versatilíssima, uma delícia, hã! Isso, teoria, pois na prática... Todos sabemos, ninguém “nos importamos”: fora de ciclofaixas e ciclovias, prevalece nas ruas e avenidas um comportamento de ciclistas, total desprezo ao que dispõe o Código: coisa que jornais nunca noticiam – ao contrário do apoio a ciclovias. Não é fato? Inserir, com bom senso e prudência, bicicletas no quotidiano do trânsito paulistano, convivendo com carros e pedestres, deve vir a ser mais que só pintar ciclovias vermelhas no asfalto: muitas delas são “empurrar com a barriga”, na marra. É o caso de ciclovias rentes ao meio-fio, estreitinhas, de dupla mão – sem separação “física” dos carros e dos pedestres que cruzam a via. Isso é solução? Ou convite a acidentes? Para um “especialista”... Olha, se os que pedalam se restringissem – o que não é – às ciclovias, mal dimensionadas, ruas no entorno dos calçadões, mesmo assim seria arriscado atravessar, porque o fluxo de carros é grande. No Centro, sabemos, além de bicicletas “comuns”, rolam as de entrega e os imbecis triciclos de carga – no meio do formigueiro humano que transita por lá. Assim, o transitar de ciclistas, nos calçadões, é uma balbúrdia. Parece insano. A nós, como pedestres, embora jornais não mostrem, é um risco certo o que tais precárias ciclovias nos oferecem. Não foram pintadas objetivando preservar a incolumidade, nem a do pedestre. O negócio é botar magrelas. Pedestres? Ora... Com a mesma apatia ou indiferença com que todos aceitamos a imprudência e falta de urbanidade de ciclistas, quando não nas ciclovias, já imaginou se também as motos – que têm duas rodas, como bikes – rolassem habitualmente sobre calçadas? Viessem na contramão, no meio-fio, ignorassem semáforo e faixas, pedestres cruzando? Não, porque motos são multadas. Mas, e bikes? Não são veículos, como diz o Código? Bicicleta é inofensiva? É veículo, para ciclista em relação a carros; não é, em relação a pedestres. É (seria) “simples”: que pedestres agissem igual cicloativistas: estes, com pulso firme e forte, propugnam por sua causa, não? Com muito sucesso “político”. E conseguem êxito! Então, haveríamos que exigir, o que, de quem? Da autoridade municipal de trânsito, que esta tomasse medidas práticas, nas ruas, a fim de, dentro do cabível (viável), disciplinar o trânsito de bicicletas, fora de ciclovias. Como preceitua o Código. Este é o único “mejor camino”, hermano paulistano. Rubens Cano de Medeiros
 
14/12/2014
(Rubens Cano de Medeiros)

Embora jornais e tevês não mostrem, as bicicletas paulistanas vivem duas realidades. Realidades que são antípodas, “opostas”. Uma delas é o cenário de ciclovias e ciclofaixas de lazer – é o único momento em que a douta autoridade municipal de trânsito toma conhecimento dessa mobilidade, as bicicletas. A outra realidade – da qual ninguém fala – é a das bicicletas rolando fora de ciclovias – que é, esta segunda, um trânsito clandestino, pois sem fiscalização e fluindo na contramão das regras do Código. Clandestinidade sobre duas rodas. Pois o trânsito de bicicletas paulistanas é como moeda: tem duas faces. Uma face, esse trânsito, é o que é – para a mídia, para a CET, para o prefeito e secretário, para “especialistas” de trânsito: pensar em bicicletas, exercitar o neologismo sobre duas rodas, “cicloatividade”, é tão somente referir ciclovias. Jornais e revistas, aliás, dão total apoio à causa, pois só mostram... ciclovias. Que mostrem o outro lado! É hora! E como se pintar faixas vermelhas no asfalto, por si só, isso resolvesse a delicada questão, bicicletas interagindo com carros e pedestres – como se várias dessas ciclovias não fossem “precárias”, mal acabadas, estreitas... De fato, dão segurança pedalar nelas? A outra face da moeda é o de como via de regra os ciclistas pedalam nas ruas, uma vez estando fora das ciclovias. Fazem-no sob fiel obediência ao oportunismo e à individualidade: “lei de Gerson”. Com desobediência fiel à conduta de civilidade: imprudência e total desprezo ao pedestre. Ciclistas são contumazes transgressores das normas de trânsito. Certo é que querer fiscalizar (imagine-se então autuar) bicicletas – como prevê o Código – deve mesmo ser incumbência difícil, complexa. Para começar, bicicletas nem têm placas! (no passado remoto, tiveram) Só que bicicleta é “veículo”, garante o Código. Então há que disciplinar. E o que ciclista mais faz é infringir. Total falta de educação: dever-se-ia exigir fiscalização. Autuar, por que não? Por exemplo: é inaceitável que ciclista pedale sobre calçada (claro, exceto as crianças). Pois até bicicletas de entrega o fazem! Maior que fosse a “cautela” de quem pedala, bicicleta no meio de pedestre é receita de acidente. Fica por conta do acaso. “Compartilhar”? Papo-furado! Igualmente insensato, absurdo, é bicicleta na contramão, junto do meio-fio – ou avançar o semáforo, invadir faixa de travessia: pega o pedestre “de surpresa”, inesperadamente. Daí, pedestre bobear, já era... Atitudes burras, do ciclista, não? Cadê fiscalização? Alguém de nós, paulistanos, já terá visto – uma vezinha só – um agente de trânsito ao menos advertir, censurar, repreender ciclista acintoso, imprudente? Claro... que nunca! E a autoridade de trânsito, nas ruas, ela empreende uma única medida que seja, alguma ação “educativa”, preventiva (direção defensiva) para o trânsito de ciclistas? A mídia, participa, assim, também? Já falar de ciclistas... Ciclistas bem comportadinhos, dos domingos, ciclofaixas de lazer, nada têm a ver com bicicletas nas ruas. Duas realidades. Moeda. Essa “solução” de bicicletas e pedestres “compartilharem” calçadas, não obstante previsto no Código, é perigosa: exceto se a segregação for para valer, qualquer dos dois poderá até invadir o espaço do outro. Outra burrice é permitir bicicletas na contramão – mesmo que a lei abra as portas. Não é porque é lei que deva ser a melhor solução: por quê? Vale para todos: bicicletas “comuns”, para as “elétricas”, para assemelhados – triciclos de carga, grandões. Todos pedalam nas calçadas etc. Isto quer também dizer, paulistano, que quando você estiver caminhando... Natural e habitualmente, cuidado, então! Ingenuamente achando que “calçada é do pedestre”, não é! Às tuas costas, ou mesmo à frente, ou numa curva, na esquina... Ei-la, na calçada! Uma imbecil bicicleta! Imbecil, mesmo, não é ela. Cadê fiscalização? Não sou contra ciclovias. Incrível, até sou ciclista! – que nunca andou na calçada. Mas, concidadão, convenhamos. Caminhar na calçada; atravessar uma rua, confiar no semáforo; cruzar faixa de pedestres... Tem que jogar a moeda para cima, que nem juiz de futebol: cara ou coroa? Isto é, naquelas situações supracitadas, a “chance” de topar com uma bike – que te dê uma porretada – é mera questão, de sorte ou de azar! Aliás, quem joga a moeda para cima, só pode ser... a CET: cadê fiscalização? Alguém de nós se importa? Ah, quer saber? O que importa, mesmo, é... deve ser... ci-clo-via! Rubens Cano de Medeiros
 
20/11/2014
(Rubens Cano de Medeiros)

Bem, pedalar na calçada “é proibido”, certo? Claro que não: quem não o faz? Se fosse, “mesmo”, aí haveria que fiscalizar. E autuar. Primeiro, autuar bikes não deve ser tão simples: elas nem têm placas, como motos e carros! Segundo: “como” autuar? Devido à peculiaridade de como ciclista se desloca, na rua, como “interceptá-lo”? Ô lôco! Laçá-lo, como era feito no “Velho Oeste”, seria a forma? Multar bicicleta? Troço mais “inadequado”, “politicamente incorreto” – quando todos os ventos sopram a favor da tal cicloatividade: só se olha para ciclovias – fora delas, hein! Se não fiscalizam, bicicletas, deixamo-las rolar, ora! Por conta... da casualidade! É um acidente aqui, outro acolá... Mas o que importa é tão-só ciclovia. Fora delas, bicicletas espalham imprudência e desrespeito a pedestres. À revelia dos ditames do Código: alguém dá bola? Não é pouca coisa, nem são só “alguns”: contramão, avançar sinal, ignorar faixas de pedestres... Proibido pedalar na calçada, é? Se o próprio Código abre perigosas exceções! Pedalar na calçada: perigoso para ambos – ciclista e pedestre. Como ninguém reclama, é então porque “estando bom para as duas partes”... Bola pra frente: ciclista sabe que ninguém o molestará. “Proibido pedalar na calçada”: a ideia é boa, hein!
 
08/11/2014
(Rubens Cano de Medeiros)

Cicloativistas exercitam intensamente o “direito de espernear” – muito justo, até – por implantação de ciclovias e afins, e por medidas de segurança para ciclistas, contra a agressividade dos carros – no que são atendidos pela CET. Porém, há um “outro lado” da realidade das bicicletas nas ruas. A qual nem parece existir – para a mídia, para a autoridade de trânsito, para o prefeito – para os jornais principalmente – a realidade do comportamento, via de regra, fora das ciclovias. Total revelia à legislação de trânsito. Podemos facilmente constatar, pois salta aos olhos, que bicicletas fora de ciclovias afrontam o espírito de urbanidade, expondo principalmente pedestres a riscos de atropelamento. Riscos que dificilmente cicloativistas admitirão. Para o Código, bicicleta é veículo – não obstante circularem SEM “tudo”: placas, faróis, “buzina”, espelho. Claro, sob a indiferença de todos nós, cidadãos que, em termos de trânsito, procuramos levar a melhor no que der – pedestre ou condutor. Bicicletas sobem nas calçadas com a mesma “naturalidade” com que nela o pedestre deveria gozar de primazia. Ciclistas pedalam imprudentemente em contramão, rente ao meio-fio, o que é boa receita para pegar quem for atravessar – tanto que a CET até deveria espalhar placas por aí: “Pedestre, cautela – bicicletas, sempre, na contramão”. A isso somem-se outras muitas irregularidades, perigosas para o pedestre: bicicleta ignora semáforo; invade faixa com pedestres atravessando, manobras loucas – mas para os jornais, para o prefeito e o secretário ao qual a CET se subordina, bicicleta só remete a... ciclovias! Duas perguntas podem ficar no ar: primeiro, por que a CET – exceto ciclovias – nada faz absolutamente para coibir, na medida do viável, o mau comportamento, via de regra, de todos ciclistas? Segundo, por que nós, todos os cidadãos, também não exigimos, da CET, que as bicicletas, como estatui o Código, sejam fiscalizadas? Aliás, deveríamos exigi-lo com a mesma “garra” com que cicloativistas esperneiam – por ciclovias. Rubens Cano de Medeiros RG 5342264-8
 
02/11/2014
(Rubens Cano de Medeiros)

Pedalar na calçada, diz a lei, é proibido: Código de Trânsito – mas, e daí ? Pois se não há repressão, “Inês é morta” – quero dizer, a lei. Quando bastaria tão-só a mera “lei do bom-senso”. Para fazer ver a um ciclista (irracional que fosse) o inadmissível de cavalgar uma bicicleta na calçada, no meio de quem caminha. Pois pedalam na calçada (e não são poucos) por oportunismo e pretextos. Como por exemplo esquivar-se dos carros. Ou falta de ciclovias – aliás, que brotam sem parar! Pedalar na calçada, invocando a lei do bom-senso, é para crianças. Ou adulto conduzindo uma. Fora disso, nunca! E quanto a ciclovias, claro que são necessárias. Mas cabem reparos. É o caso de ciclovias implantadas em ruas do Centro. Em ruas de mão única de tráfego. Tais ciclovias, pintadas junto do meio-fio, comportam duas mãos de direção (cada qual, estreita) para as bicicletas – lado a lado, de modo que ciclistas, em sentidos opostos, podem se acidentar. E mais: perigoso para o pedestre que atravessar – pois intuitivamente temos a tendência de (só) olhar no sentido do fluxo da rua – não o contrário. Mais sensato e seguro, para todos (até para motoristas), seria que as bikes voltassem por outra rua, paralela ou não. Então em ciclovias assim prevalece o inusitado: o próprio Poder Público, a quem cabe cumprir a lei, a afronta duas vezes. Vai contra o Código e contra a lei do bom-senso, simultaneamente: coloca “oficialmente” bikes... na contramão! Que urbanista viu nisso uma “solução” ? Bicicletas, assim, na contramão, circulam à revelia. Quanto ao pedestre, ao alcance delas ? Ora, resta-lhe engolir o sapo! Rubens Cano de Medeiros RG 5342264-8 São Paulo
 
30/10/2014
(Rubens Cano de Medeiros)

Gosto de bicicleta, não de “maus” ciclistas. Não sou contra ciclovias, nem se pode ser: exceto as que expõem pedestres a riscos: exemplo, aquelas junto ao meio-fio, com duplo sentido para as bicicletas, em ruas de mão única de tráfego – o pedestre que se cuide, ao atravessar! Hã? “Ciclofaixas” – como as pintadas nos pisos cinzentos dos calçadões, bem no meio da multidão de pedestres? Que absurdo! Algum QI de minhoca (de ameba) excretou aquele troço precário, mal perceptível, perigoso de atropelamento: acaso ciclistas se restringem àquele exíguo “corredor”? Só mesmo a indiferença de nós, cidadãos, para aceitar um arremedo de solução! Bicicletas e pedestres, “compartilhar” o mesmo chão, insensatez. E a mídia, quase todo dia, precisamente jornais, insiste e persiste em passar só um lado, da realidade do trânsito de bicicletas: ou as ciclovias ou o desrespeito de motorista às bicicletas. Só isso. “Ironia do destino”: desrespeito justamente a quem, no trânsito, respeita nada! A julgar por essa repetitividade que a mídia mostra – que saco! – até parece que, fora de ciclovias, os cicloativistas pedalam bonitinho, educadamente! Como por exemplo o semblante do prefeito, pedalando a caminho do trabalho... É um bater na mesma tecla, o noticiário: ciclovias, ciclovias, ciclovias – essas faixas vermelhas, algumas, precárias. Como se o assunto “bicicletas” fosse somente preocupar-se com ciclovias. Só que a mesma mídia NUNCA mostra – e salta aos olhos, é só QUERER VER – a realidade “real”, FORA de ciclovias: antes de galgar uma delas e depois de dela(s) sair os ciclistas são, no trânsito, o espelho da péssima conduta. Imprudência e falta de urbanidade. Por que não mostrar? É absoluta rotina, não fortuito. Ciclistas nunca desmontam: pedalam nas calçadas – qual não? Bicicletas de carga e as “motorizadas”, até, pode? Ciclista, no asfalto, de repente, do nada, ele “pula” para o passeio! Só para no vermelho SE o fluxo contrário obrigar. Pedalam no meio-fio, em contramão (quem for atravessar...). Invadem faixas quando pedestres cruzando. Todas essas mazelas, acintosamente, na maior cara-de-pau, vez que impunes! Qual ciclista não é assim? Pior (isto a mídia mostra): brilhantes cicloativistas até endossam a (má) conduta, sob burros pretextos de “insegurança” – na verdade, oportunismo e grosseria. Nessa chatice de só nos fazer engolir (toscas) ciclovias, a mídia não destaca que o que favorece a balbúrdia das bikes FORA DE CICLOVIAS reside, pelo menos, em três fatores. O próprio oportunismo de ciclistas, em si; a própria aceitação (indiferença) de nós, cidadãos, tolerantes com tanta coisa anticidadania; a impunidade por parte de quem deveria fiscalizar – muito embora fiscalizar ciclistas deve ser incumbência bem difícil de executar, reconheça-se. Só que, fora de ciclovias, a CET nada faz. Alguém vê? A mídia mostra? Ninguém se importa com bicicletas FORA DE CICLOVIAS: “especialistas” ou leigos; autoridades ou pessoas “comuns”. “Fale com a CET”? Tentem! Não abre espaço para abordar as bicicletas. Outro meio? A CET sequer responde. Mas nos jornais... Ciclovias e ciclovias – desrespeito aos ciclistas! Seja, a mídia, imparcial. Façam inédita (porém antipática) matéria: a imprudência e a grosseria dos ciclistas nas ruas. Mostrem que os que esperneiam por segurança no asfalto são justamente os mesmos que, nas calçadas e semáforos, só fazem desrespeitar – sobre duas rodas. Pedalando. Grato.

 
25/10/2014
(Rubens Cano de Medeiros)

Pedalar na calçada, diz a lei, "não pode"! Mas então por que todos os ciclistas pedalam? É que ninguém respeita, todos aceitamos e tampouco há fiscalização. Nem pedestre reclama, ele que é sobre quem a bicicleta pode investir, atropelar. O abuso é de tal ordem que, os que deveriam dar exemplo, eles infringem. Falo de policiais militares que fazem rondas pelas ruas montados nas bikes. Eles também pedalam nas calçadas, pode? "Pode", né? É correto? Claro... que não! No "flagrante", vá lá - mas na "rotina", não cabe. Ora, se qualquer mortal abusa, por que não um PM? Alguém ousaria recriminar? Com exceção de crianças ou adulto conduzindo criança, bicicleta na calçada é inviável, perigoso de colher pedestre. Não devíamos tolerar. Oportunismo e cara-de-pau de ciclista. Já que não coíbem... Pedalar na calçada; na contramão; avançar semáforos ou sobre faixa de pedestres - tudo isso são transgressões injustificavelmente "justificadas" mediante pretextos de cicloativistas, em prol da segurança de quem pedala - em prejuízo de quem caminha nas ruas. É só pensarmos: alguém, andando na calçada, com criança de colo, com carrinho de bebê; uma criança, mesmo; um idoso, um deficiente - enfim, qualquer de nós. Então, na calçada, silenciosa quão imprevisível, ela surge - do nada! - na nossa retaguarda ou dobrando a esquina: imprudente bicicleta! Nos calçadões, triciclos de carga! Só faltam as "motorizadas"... É a receita para um acidente. Exagero? Tem mais: até na calçada à porta de casa corremos tal risco - dentro de feiras-livres, idem. Afinal, é a impunidade: bicicleta não é alvo de fiscalização, quanto mais autuação - trânsito de bicicletas é questão delicada. Para cicloativistas, para o Poder Público e para a mídia, falar de bicicletas é tão-só falar de dois tópicos: ciclovias e direitos dos ciclistas (que nada respeitam). Entretanto, observando-se diariamente, no mero quotidiano, bicicletas fora de ciclovias são o trafegar do absurdo: desrespeito às leis de trânsito e ao bom senso, à civilidade. Um desrespeito acintoso, doloso até. É preciso que venhamos a exigir fiscalização de bicicletas para salvaguardar direitos do pedestre - exigir com a mesma força com que cicloativistas esperneiam pelos direitos deles. Ciclista não é só "vítima". O Código de Trânsito, é para valer?
 
01/10/2014
(Wagner)

Outra clássica de ciclistas engajados: não tem e não usam luzes, lanternas, leds ou qualquer coisa que os tornem visíveis no trânsito, principalmente à noite. Aqui em Curitiba, já existe uma "via calma", onde é flagrante que os pouquíssimos ciclistas pedalam como se só existissem eles no mundo! Será que eles não entendem que se não forem visíveis, continuarão sendo atropelados, porque é simplesmente impossível vê-los de dentro do carro e - sorry - nem a pau que eu vou deixar de ir de carro, prá cumprir agenda de ecoterrorista que adora whatsapp em iphone, toma banho de chuveiro elétrico e vive passeando em shoppings!
 
22/09/2014
(Carlos)

Em favor de uma minoria bem arrogante, toda uma cidade é destruida. Esperemos que no futuro as pessoas sejam lembradas sobre os fatos, e que canalhas irresponsáveis como esse sujeito que desgoverna São Paulo e seu partido de corruptos fanáticos nunca mais ocupem posições de poder.
 
19/09/2014
(F.Carlos)

Outra, a Capital de todos os brasileiros, cidade mal acabada, suja e abandonada, investiu milhões em ciclo vias para esses ciclo-ativistas, do ca...., além de ligar o nada a lugar nenhum, é muito pouco usada, que barnabé vai deixar o conforto do carro para ir ao trabalho de magrela! Os comunas que construíram Brasília, nunca pensaram no povo, metrô já existia no mundo a mais de cem anos, criaram uma cidade para andar de carro. Aqui em Brasília, o pedestre só circula com certo conforto e segurança viária na quadra onde mora. Vejo, diariamente, além das ciclo vias vazias, a má educação geral, os ciclistas circulando nas calçadas e os pedestres na ciclo via, coisa de doido.
 
19/09/2014
(Ricardo)

Parabéns ao prefeito que inutilizou uma parte da via, pois onde passo elas ficam as moscas. Vejo de tudo nelas, carroceiros, skatistas, pessoal fazendo cooper, menos ciclistas...onde estão os idiotas que clamavam pelas ciclovias?
 
18/09/2014
(F.Carlos)

Esses f.d.p dos ciclo-ativistas, são outra variante revolucionária do naipe dos gayzistas, cotistas, ambientalistas, abortistas e outros ...stas da vida. Acham que o mundo é deles os demais que se f....m, verdadeiros animais. Esse artigo é perfeito.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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