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O que querem defensores e usuários de drogas
12/09/2014 - Redacao Midia@Mais
Que os defensores e usuários de drogas queiram ser deixados em paz é até compreensível. O que não é tolerável é que façam isso já querendo ajuda para se livrar das consequências do seu vício e que os outros paguem por isso.

Funciona mais ou menos assim: para justificar a legalização das drogas, os militantes e usuários recorrem a argumentos de inspiração “libertária”. Eles teriam o direito de usar ou deixar de usar o que bem entendessem sem qualquer interferência do Estado, uma vez que tais escolhas dizem respeito somente a seus próprios corpos e mentes. Tanto o consumo quanto a venda de drogas seriam “crimes sem vítimas”.

 

Tal argumentação tem lógica e fundamento suficientes para sustentar-se diante da maior parte dos apelos de quem é contrário ao consumo de drogas hoje ilícitas. Ocorre, no entanto, que aquela inspiração libertária que dá fôlego à causa magicamente desaparece cinco minutos depois que o defensor ou usuário vira um “dependente químico”.

 

O antes “usuário”, agora “dependente”, deixa de ser um libertário e passa a ser um fervoroso estatista, favorável à interferência radical do Estado em sua vida e na vida daqueles que não usam drogas (libertários ou não) mas vão acabar arcando com as despesas do tratamento de dependentes na rede pública de saúde.

 

Em resumo, o que parecem querer os defensores e usuários de drogas ilícitas é o seguinte: fim de qualquer restrição ao consumo e ao comércio das substâncias que pretendem usar. Exceto, evidentemente, alguma regulamentação “positiva” da parte do governo, garantindo talvez preços subsidiados e “controle de qualidade” (talvez eles não fossem tão “libertários” assim desde o começo). Quando tudo der errado (e invariavelmente parece ser o que acontece), quando usuários viram zumbis perambulando pelas ruas, aí o Estado precisa colocar toda a sua máquina à disposição dos agora “doentes”, que deverão ser atendidos com tratamento médico, hospedagem, alimentação, acompanhamento psicológico e, eventualmente, drogas gratuitas que possibilitem “redução de danos” (http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,em-visita-a-centro-de-apoio-alckmin-ouve-queixas-de-dependentes-quimicos,1555488).

 

Que defensores e usuários queiram liberdade para ter a vida que desejarem é bastante compreensível; que queiram, por outro lado, ajuda quando não conseguem se livrar do vício cultivado também é humanamente aceitável. Difícil é querer ambas as coisas num mesmo pacote de ideias cujo preço será pago por quem nem quer usar drogas, nem quer depender do Estado para resolver seus problemas, só quer mesmo levar a vida sem incomodar nem ser incomodado por ninguém.

 



 
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COMENTÁRIOS
17/09/2014
(Conservadinho)

Aracy, a mulher é dona de seu corpo e de sua vontade, tão dona que ela, no domínio de suas faculdades, pode optar por manter ou não relações sexuais consensuais, e caso mantenha, usar ou não métodos contraceptivos. No momento que a decisão dela (ou a falta dela) gera uma outra vida, que ocasional e temporariamente não tem representação civil, não é filiada a ONG ou sindicato, não tem advogado nomeado, sua ação inicial tem uma consequência que não diz mais respeito somente a ela, mas também a outro indivíduo com o mesmo direito que ela (no caso, o de não ser assassinado). Portanto, não há qualquer incompatibilidade entre o pleno exercício da vontade da mulher sobre seu corpo e sua sexualidade, uma vez que ela pode fazer sexo, e, fazendo, optar por um método contraceptivo. Querer que o aborto substitua tardiamente tal método, e que ainda pior, quem nada tem a ver com o assunto pague por isso através do serviço público de saúde, nada tem a ver com "direitos", mas sim com privilégios autoproclamados de uma militância esquerdista que imagina ser o universo a expressão imperfeita de suas vontades e idiossincrasias. Abortar assemelha-se, assim, a sufocar um ser humano que dorme, e que naquele momento e ainda por algum tempo (no caso de quem dorme, por minutos ou horas, no caso do feto, por meses) não tem como expressar resistência ou vontade.
 
17/09/2014
(ELIANDERSON BELCHIOR DO NASCIMENTO)

especialistas de aracy:foucalt, adorno, gramsci... Araçy, nome bonito, vai estudar querida!!
 
17/09/2014
(ELIANDERSON BELCHIOR DO NASCIMENTO)

cara aracy vc eh de dar pena, não se faça de coitada, pelo que eu vi vc ta no lugar errado. Se vc quiser cheirar, embebedar-se, costurar sua vagina o problema eh seu!!! mas não traga esta babaquice feminista-comunista pro debate. a proposito vc der ser uma mulher muito feia e mal amada, vai procurar um macho!!!!
 
17/09/2014
(Carlos)

Os esquerdistas dizem defender os gays, mas quando querem ofender a primeira coisa que fazem é chamar o adversário de gay
 
17/09/2014
(Júlia)

Acho que a Aracy nunca engravidou, não sabe o que é ser mulher e muito menos estudou. Concordo com o Paulo: conversa de centro acadêmico feminista. Gostaria, então, que a Aracy explicasse o que ela quer dizer com essa conversa de que a mulher é livre para abortar. Gostaria tb que ela nos falasse se é a favor da pena de morte e se é, igualmente a favor da liberação das drogas. Se ela tb pensa que a revolução vai salvar o mundo. Se ela acredita nisso tudo, de fato, Aracy, tem outros sites que farão vc mais feliz. Aqui não é o seu lugar.
 
17/09/2014
(Conservadinho)

Em todos os comentários da Aracy, não achei nenhum argumento, apenas chavões vagos e ofensas de boteco de esquina. Se ela usasse algum argumento, este poderia ser debatido e até rebatido. Mas é impossível debater sozinho. Se tropeçar em alguma ideia, Aracy, escreva aqui e a gente tenta entender o que se passa em sua cabeça.
 
17/09/2014
(Aracy)

Se um site fosse medido pelos seus leitores, um site frequentando por esse Paulo, seria ridículo. O que tem a ver eu namorar ou não? O senhor fala de argumentos... então, cadê os seus? Vamos lá: quero uma explicação: qual o problema de uma mulher abortar? Mas, me dê bons argumentos. Que não sejam moralistas ou religiosos. Selecione-me argumentos que não sejam desqualificar a minha pessoa. E outra, que bom que os meus argumentos sejam de centro acadêmico. Isso significa que eu ao menos estudo. Não posso dizer o mesmo do senhor. Façamos assim: eu vou namorar se o senhor for estudar, está bem? Mande-me seu endereço que mando livros de presente!
 
17/09/2014
(Paulo)

Aracy, é risível e patética essa conversa de centro acadêmico feminista, mas eu sei que essa espuma toda é só para desviar o foco do principal, ou seja, que você continua não tendo argumentos e é histérica - já pensou em namorar um pouco? Pode ser que resolva seu problema, rs. Continue com seus chiliques batendo nos bonecos de palha que sua imaginação cria, e deixe assuntos sérios para quem entende. Ou pelo menos aprenda a conversar direito. Abraços, minha cara!
 
17/09/2014
(Aracy)

Vamos lá, sr. Paulo. Estou rindo de sua pretensa segurança. Minhas falas derivam de especialistas? As dos senhor derivam da papagaiada da direita. E nem vou dizer que é a direita fascista porque conheci uns babacas que diziam que havia fascismo de esquerda. Mas, não é disso de que quero tratar. O problema de todos vocês é ignorar que o mundo está mudando. As mulheres podem escolher pelo aborto. Por que não?. E sobre as drogas, convenhamos, se a pessoa quiser usar até cair o nariz, ou até derreter o cérebro, que use! Se dependesse de gente como o senhor (e que asco isso me da), o mundo ainda viveria no tempo feudal. O senhor é obscurantista. O senhor deixa a sua mulher sair de casa sem o senhor? Obriga-a usar uma busca ocidentalizada? Se o senhor fosse islâmico, seria do Talibã. Senhor Paulo, o mundo evoluiu. Abrasoa mente! Sinta novas experiências.
 
17/09/2014
(Paulo)

Aracy: a outra Aracy, a de Almeida, com certeza era bem mais interessante do que a senhora e essa efetação e histeria toda. Sobre baixaria, pelo seu linguajar de beira de cais, acho que você deve ser PHD no assunto, apenas comprovando o que escrevi antes: não tem argumentos. E o falso coitadismo, se colocando como vítima, é patético. Espera-se que quem entra num debate aja como gente grande e não como uma pirralha cheia de mimis ridículos, que sai correndo berrando e xingando feito uma maluca ao primeiro sinal de contrariedade.

 
16/09/2014
(Aracy)

Sr. Paulo, o senhor deve ser um velho caquético e broxa. Ou deve ser gay enfustado, como todo direitista. Sr. Carlos, por que não é? Só porque penso diferente? Elianderson, o senhor é quem deveria se abortar com um nome desses. 3 homens que fugiram do debate sério. Partiram para a baixaria. Vergonhosos!
 
16/09/2014
(Conservadinho)

Esses progressistas são engraçadinhos: a vivência de sua "plena sexualidade" é assunto que somente diz respeito a eles mesmos. Quando a borrachinha estoura, o problema vira público, inclusive de quem não concorda com tal expressão de sexualidade. Vão catar coquinhos.
 
16/09/2014
(Paulo)

Dona Aracy: "argumento" é justamente o que não existe nas suas mensagens. Percebe-se logo de saída que é apenas e tão somente o velho falatório de militante lobotomizado ou do alegre idiota útil, repetindo as papagaiadas que escutam de algum professor canalha ou de um "especialista" em nada, tipos tão comuns hoje em dia.

 
15/09/2014
(ELIANDERSON BELCHIOR DO NASCIMENTO)

ARACY SE ABORTE DO PLANETA!!!!
 
15/09/2014
(Carlos)

Aracy, esse site não é lugar pra debater sua ideologia, caia fora daqui e vá procurar sua turma de comunistas esquerdalhas aborteiros
 
14/09/2014
(Aracy)

Nervosinho. queria ver se fosse com você. E as mulheres que são estupradas e não tem dinheiro para abortar. É dever do Estado garantir a vida de todo mundo. Quem tem e não tem dinheiro. Que seja um debate sério e não esse chororo de quem não quer que os pobres tenham acesso a saúde.
 
13/09/2014
(Carlos)

Aracy, você pode abortar à vontade, só que pague com o seu dinheiro.
 
12/09/2014
(Aracy)

O Carlos está incomodado que os abortos só vão aumentar. Não entendi o dilema dele.
 
12/09/2014
(Carlos)

É a mesma coisa que acontece com a legalização do aborto, dizem que a mulher tem direito de fazer o que quiser com o seu corpo, mas no final os abortos serão feitos no SUS, porque a esquerda fala que hoje só as mulheres com dinheiro podem abortar, e todos pagarão a conta da irresponsabilidade de muitos, e os abortos só aumentarão porque é só ir lá no SUS e tirar.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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