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Liberdade para invadir propriedades e pichar já!
08/08/2014 - Redacao Midia@Mais
Que tal se fossem contratados clarividentes para acompanhar a polícia quando ela atendesse ocorrências de invasão? Assim os esquerdistas ficariam tranquilos quanto a segurança de seus colegas criminosos.

Se você tiver a infelicidade de algum invasor dentro de sua propriedade, não se espante caso os policiais militares que forem chamados pelo 190 chegarem para atendê-lo com certa “indisposição” em enfrentar o vagabundo: afinal, tem sido um péssimo negócio reprimir invasores, como deixa clara a prisão de quatro PMs que trocaram tiros com dois “pichadores” em São Paulo (http://riodejaneiro.ig.com.br/?url_layer=http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-08-07/sao-presos-os-quatro-pms-suspeitos-de-matar-pichadores-em-sao-paulo.html).

 

Para quem não entendeu ainda o que acontece, vamos explicar.

 

Dois anjinhos invadem um prédio. Ninguém os conhece e não faz ideia do que eles querem. A polícia chega, troca tiros com eles e os mata. Apesar do evidente crime de invasão, todo mundo acredita que, na verdade, os policiais é que estavam mal intencionados, e os anjinhos só queriam – vejam só, quanta inocência – pichar – ou seja, destruir o que não lhes pertencia.

 

Ao contrário dos invasores – dos quais se presume inocência ou até boa intenção –, os policiais – maus – só podem estar mentindo!

 

Qual seria a abordagem “apropriada” num caso como este? Como os sabichões “especialistas” em segurança pública jamais têm respostas práticas para problemas práticos, nós vamos imaginar o que deveria ser feito segundo a lógica dessa gente.

 

Dois estranhos entram num condomínio. Ninguém os conhece. Ninguém sabe se eles querem desenhar corações pelas paredes ou estuprar os moradores e depois degolá-los. Em primeiro lugar, o síndico deve convocar uma assembleia; em tal assembleia (com quórum mínimo, por favor, senão não vale), os moradores podem discutir e tentar imaginar qual a melhor abordagem. A PM pode ser chamada a participar. O zelador leva uma carta do condomínio perguntando aos invasores qual a intenção deles. Dependendo da resposta, a PM pode usar um megafone perguntando se eles querem pizza enquanto picham ou algo do gênero. Se – e somente nesta hipótese – algum dos invasores declarar por escrito e assinando embaixo que não pretende desenhar corações nas paredes, mas roubar alguém, aí a PM pode – talvez – entrar em ação: preferencialmente, sem atirar, sem torcer nenhum braço nem dizer palavras ríspidas.

 

Do contrário, a solução seria que as pessoas – ou melhor, os vagabundos – entendessem que não se deve entrar onde não é chamado, não se deve pegar o que não lhes pertence, estragar o que é dos outros, etc. Mas talvez o jeito mais fácil de resolver isso seria contratar clarividentes e colocá-los nas viaturas policiais acompanhando cada ação: eles adivinhariam o que se passa na mente de cada invasor e assim nunca mais haveria uma troca de tiros entre policiais maus e pichadores bonzinhos.

 



 
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COMENTÁRIOS
08/08/2014
(Carlos)

É duro ver a mídia chamar os dois de "rapazes", já que tinham mais de 30 anos, e não falar em nenhum momento que se tratou de invasão de propriedade, além do que os dois tinham mulher e filhos e deveriam estar trabalhando ou procurando serviço ao invés de invadir apartamentos para denegrir patrimônio privado.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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