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A USP está em greve há dois meses – e ninguém percebeu
05/08/2014
Redacao Midia@Mais
Todo ano é a mesma coisa: grevistas e desocupados protestando na universidade pública, e ninguém nota as férias fora de época...

Todo ano é a mesma coisa: alguma (ou toda) universidade pública vai entrar em greve em algum momento, ficar meses parada, alunos, professores e funcionários (não todos) vão reclamar da “privatização do ensino” e proclamar que “educação não é mercadoria”. E o restante das pessoas (que não são alunos, professores ou funcionários) vai prosseguir com sua vidas, como se a universidade grevista simplesmente não existisse.

 

O fato é que, conforme a desimportância de mais uma greve na USP demonstra (http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/07/professores-funcionarios-e-alunos-da-usp-completam-dois-meses-em-greve.html), já passou da hora de obrigar esse pessoal a custear a própria “educação”, pesquisa ou sabe-se lá o que eles estejam fazendo (ou, melhor dizendo, não fazendo, já que estão em greve) por lá.

 

Antes que alguém fique ofendido, convém lembrar que bons professores, bons alunos e bons funcionários sempre terão emprego e lugar para estudar e pesquisar. Quanto ao pessoal que só sabe fazer greve, bem, contanto que parem de gastar o dinheiro dos outros, ninguém está dando muita importância a eles.

 



 
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COMENTÁRIOS
22/09/2014
(Arlindo Pereira)

Lamento dizer, mas a Universidade de São Paulo deixou, há muito tempo, de ser uma universidade respeitável. No campo das ditas ciências humanas e sociais isso é muito mais visível. Não falo como um mero espectador distanciado dos acontecimentos deste ambiente, pois muitos foram os penosos anos neste recinto. Não importa, efetivamente, estudar, porém o quanto seremos oportunos aos caprichos - digo exatamente com estas palavras! - de uma massa de professores a se manterem em seus cargos - ainda que nada os retire de suas cátedras. Estudar ou não pouco fazem diferença neste recinto. A seriedade dos estudos nos aparta desse reduto, dificultando, em quase sua totalidade, uma boa convivência com os "mestres" e "doutores". Minhas críticas voltam-se, especialmente, à famigerada FFLCH, onde passei longos anos de minha vida. Empecilhos são colocados a todos aqueles que buscam o conhecimento, buscam estudar e não se conformar às ideologias impostas. Assim, para sair de lá com o canudo é preciso muito mais estômago que cérebro.
 
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