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Barbara Gancia: "na onda" (e desinformada) como sempre
11/08/2013 - Redacao Midia@Mais
O que é necessário para ser um jornalista brasileiro de "prestígio" e garantir um espaço de destaque num jornal de grande circulação?

O que é necessário para ser um jornalista brasileiro de "prestígio" e garantir um espaço de destaque num jornal de grande circulação?

 

Quase nada: ou uma coisa ao menos. Talvez baste simplesmente pegar carona em qualquer tendência esquerdista que apareça. Vale de tudo: movimento antirreligioso, anticapitalista, pró-aborto, pró-legalização das drogas, pró-privilégio legalizado para opção sexual, etc.

 

Gancia não é exceção, ela é simplesmente o exemplo perfeito do jornalista-progressista, desesperado por não perder espaço num mundo dominado pelas "novas mídias". E depois de certa idade, ou se conquista a sabedoria ou se perde o senso de ridículo – parece não haver meio termo, e não é difícil saber qual o caso de Gancia, que escreve fascinada com os meninos da Mídia Ninja e do Fora do Eixo em sua coluna semanal (http://www1.folha.uol.com.br/colunas/barbaragancia/2013/08/1323872-desconfio-que-bruno-barreto-seja-lesbico.shtml):

 

Estamos aqui para falar sobre um mundo novo e mal compreendido pelos ditos conservadores, que opera sob uma lógica que pretende fragmentar a produção e que não quer mais ver a informação ser tratada como commodity.

(...)

E deixa ver se aprendi algo assistindo ao "Roda Viva" desta semana com os entrevistados Bruno Torturra e Pablo Capilé, o jornalista e o produtor cultural que dirigem o Mídia Ninja (Narrativas Independentes, Jornalismo e Ação).

Olha só: eles encaram o jornalismo como modelo de negócio ou "indústria". E, assim sendo, como instituição desacreditada. Para a geração Z (1995-2007), a lógica de mercado não pode mais reger todas as relações. Ela gera desconfiança e corrói valores. O que eles querem ver acontecer com a informação (seja utopia ou não) é o caminho percorrido pela indústria fonográfica, que ruiu com a pirataria Napster da vida e conseguiu achar um novo rumo a duras penas.

Há um certo frescor na lógica do mundo compartilhado de quem nasceu na frente da tela do micro. Imoral é roubar 30% em obra pública e não a quebra de patente ou de propriedade intelectual.

Quem continua a invocar o Código Penal para argumentar que o Black Bloc pratica vandalismo não capta o ponto: a exasperação de que não existe defesa possível contra um agente tão insidioso quanto o mercado --capaz de nos fazer continuar a sorrir enquanto nos estupra.

Veja a explicação dada por Torturra no "Roda Viva". "Prefiro o pacifismo, claro. Mas o Black Bloc, usa uma estética, uma tática que tenta quebrar símbolos do capitalismo", diz. "Não ficamos tão escandalizados vendo um jovem sofrer uma injustiça quanto ao vê-lo quebrar a vidraça de um banco, temos de entender que são jovens que deixaram de confiar no Estado."

 

Se procurasse informar-se antes de pegar carona na primeira porcaria que aparece na internet, Gancia não passaria a vergonha de elogiar uma organização cuja “reputação” dura menos de cinco minutos sob o olhar crítico de outro jornalista mais sério (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/fora-do-eixo-a-seita-totalitaria-2-ex-interna-relata-o-dia-a-dia-da-casa-dos-horrores-em-que-pablo-capile-e-rei-e-profeta-amizades-monitoradas-vida-afetiva-e-sexual-patrulhada-tecnica-de/). Será que agora ela voltará a se embasbacar diante desses valorosos meninos das “mídias alternativas”?

 



 
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COMENTÁRIOS
12/08/2013
(Francis)

Olha, está difícil. Mesmo que surja uma imprensa não puxa-saco e populista, mesmo que encontremos forças conservadoras unidas - sim, unidas - e com lideranças fortes, estes últimos trinta anos de bagunça democrática - sem responsabilidade alguma - com a pronta ajuda de uma justiça fraca e ditatorial( Supremo que o diga...), só com mais 30 ANOS para colocar este país nos trilhos e começando AGORA ! Estão reinventando esta porcaria de Socialismo pois o velho todo mundo sabe que é uma bosta sem tamanho e fedorenta. Querem só o Poder. São os novos Lulas e Dirceus. Só isto. Os jovens que não caiam nessa feito moscas no estrume populista.
 
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