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Imprensa manipula informação para jogar culpas nas costas da “direita”
24/06/2013 - Redacao Midia@Mais
Estadão e Folha: com ou sem protestos, ainda a melhor opção para a gaiola de seu passarinho.

A edição deste domingo do jornal paulistano Estadão é um show de desinformação, cujo ápice é transformar o repúdio generalizado aos partidos esquerdistas nas manifestações em obra de “carecas” e “extremistas de direita”.

 

Se um alienígena pousasse no Brasil no dia 23 de junho e, para se informar a respeito da onda de protestos, escolhesse os textos do Estadão (ou possivelmente de qualquer outro grande jornal brasileiro) iria ter uma compreensão totalmente distorcida da realidade dos fatos.

 

Pelas páginas do diário paulistano e pela análise de grande parte dos “especialistas” (sempre eles!) ouvidos, as causas dos protestos são:

 

- o mandato de Marcos Feliciano;

 

- o projeto da suposta “cura gay”;

 

- as “péssimas condições” dos presídios;

 

- o “desrespeito” às demarcações de terras indígenas.

 

A rejeição às siglas de esquerda que tem aparecido durante as passeatas perde completamente o sentido para os redatores do Estadão. Segundo eles, tudo não passa de obra de “integrantes de grupos de extrema direita, como skinheads e carecas. Seriam dois grupos: os Carecas do ABC e os Carecas do Brasil”. (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,carecas-iniciaram-agressoes-a-partidos,1045874,0.htm)

 

Para o Estadão, muitas velhinhas e casais fazem, então, parte também do perigoso movimento da “extrema direita” brasileira, pois a maioria entre eles também demonstrava descontentamento com Dilma, petistas e psolistas durante as passeatas em SP.

 

Mas qual a fonte da informação? Simples: os próprios "’seguranças’ dos partidos, ligados a grupos de ideologia punk anarquista, de extrema esquerda, que também acompanhavam o MPL e são tidos como ‘inimigos’ dos carecas desde a década de 1980.”

 

Ou seja: quem está denunciando a ação da suposta “extrema direita” é a “extrema esquerda”. E quem denuncia a extrema esquerda? Ninguém, como se sabe. Porque pessoas com e sem partido, de centro, de direita e até mesmo da própria esquerda, vêm sofrendo ao longo dos anos com a truculência dos esquerdistas de sindicatos, de movimentos de estudantes e dos próprios partidos políticos de esquerda – isso sem esquecer os crimes cometidos pela militância comunista no campo, acostumada a aterrorizar produtores rurais sem ser molestada pela consciência da imprensa (a mesma que, agora, decide quem pode ou não protestar nas ruas).

 

Estadão e Folha: com ou sem protestos, ainda a melhor opção para a gaiola de seu passarinho.

 



 
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COMENTÁRIOS
05/08/2013
(Robeato)

Perfeito comentário. Depois que o MSM se tornou um sítio de artigos e comentários (o que é muito bom) e não mais um observatório de imprensa, acho que sobra para o Mídia a Mais fazer esse papel. Continuem alertando a todos sobre a enganação da mídia.
 
25/06/2013
(Mauro Moreira)

Após entrevista com o economista Edmar Bacha, Leilane Neubarth mostrou sua má-fé. Após elogiar o economista, mencionou a consagrada frase dele sobre a economia e injustiça que é a arrecadação tributária do Bananão. Disse que, com a frase "O Brasil é uma belindia", Edmar Bacha quis salientar que no Bananão existem poucos com muitos (ricos) e muitos com pouco (pobres), quando na verdade ele quis dizer: "O Brasil é uma belindia, com impostos de Bélgica e serviços públicos de Índia". Como uma esquerdopata enrustida, como a maioria dos profissionais da Rede Globo, não poderia ela perder a oportunidade de desvirtuar a frase de Edmar Bacha e tentar alienar o telespectador.
 
24/06/2013
(Turíbio Santos)

Gostaria de pegar o gancho do leitor Ramon Vasquez. Entendo que a opção sexual de cada um deve ser respeitada sempre. Mas quando se é uma pessoa da mídia, que transmite informações, opiniões e conceitos para a população, deveria ser dada a essa população o direito de conhecer a opção sexual daquela pessoa que lhe transmite informações (ou seria formação?). Ou seja, cada um poderia julgar o que lhe está sendo transmitido com mais conhecimento de causa, pois não? Me pergunto se já não é passada a hora da imprensa realmente isenta "desse país", informar qual a opção sexual conhecida de todas as pessoas da mídia. Não vai aí nenhum conceito homofóbico, mas sim a necessidade de saber quem é quem. Afinal, os órgãos de imprensa não festejaram em prosa e verso a "saída do armário" de Daniela Mercury? Pois então que todos saiam, e que a população tenha o direito de saber o que pensa e faz realmente sobre sexo, aqueles que pretendem falar em seu nome. Mão a obra pessoal, vamos iniciar a lista!
 
24/06/2013
(Carlos)

Se alguém tinha dúvidas sobre o total descompasso entre o que a imprensa brasileira publica e os desejos do público, esses protestos devem ter eliminado-as completamente. Nunca vi tanto jornalista de mentirinha, sem cérebro e inimigo da lógica, como durante esses eventos. Uma vergonha completa. Se esquerdismo e analfabetismo funcional forem predicados para trabalhar na mídia, ok, parabéns, mas de resto, lixo em cima de lixo.

 
24/06/2013
(Paulo)

Realmente, só se for para forrar gaiola. Porque para embrulhar peixe, estraga o produto, e se for para limpar a b..., solta tinta estragada...
 
24/06/2013
(Ramon Vasquez)

Acho que faltou citar a Globo. Basta assistir a Globo News para ver a apresentadora Leilane Neubert, lésbica assumida, conforme já noticiado pela imprensa carioca(ela namora a cantora Zélia Duncam)...
 
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