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Dê um “joinha” para a trairagem da turminha do Vale do Silício
13/06/2013 - Redacao Midia@Mais
Os executivos de chinelo que adoram jogar pingue-pongue durante o expediente e ditam normas de comportamento para um “mundo digital” admitiram que colaboraram com Obama facilitando a espionagem de dados dos usuários de seus serviços.

Os executivos de chinelo que adoram jogar pingue-pongue durante o expediente e ditam normas de comportamento para um “mundo digital” (e eventuais apoiadores dos democratas em eleições norte-americanas) admitiram que colaboraram com Obama facilitando a espionagem de dados dos usuários de seus serviços.

 

É bom que se faça uma importante distinção: embora sejam obrigadas, por lei, a compartilhar certas informações com o governo, “facilitar” tal acesso não é.

 

O Twitter eximiu-se de tal tarefa.

 

Google, Microsoft, Yahoo, Facebook e Apple, ao contrário, resolveram cooperar além do que lhes exigiria a legislação:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/113095-empresas-aceitaram-vigilancia-dos-eua.shtml.

 

Google e Facebook foram ainda mais longe, propondo criar portais especialmente dedicados a facilitar o acesso aos dados sigilosos dos usuários para o governo.

 

Claro que estamos diante de um caso típico de jogo de empurra entre governo, imprensa e corporações, criando-se um contraditório código de conduta, onde limitar facilidades imigratórias para comunidades com alta incidência de terroristas em potencial é “ilegítimo” (http://www.midiaamais.com.br/index.php?c=ver_noticia&codigo_noticia=2667), mas espionar qualquer estrangeiro que postou uma foto de seu gato de estimação no Facebook é do mais alto interesse nacional.

 

Nem é preciso dizer qual seria a reação da esquerda conectada às redes sociais se tal revelação viesse à tona durante um governo republicano.

 

Yes, they can.

 



 
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COMENTÁRIOS
27/07/2013
(Luiz Stevanato)

No início dos anos 2000 fiz meu doutorado onde estudei os processos de formação identitária do pessoal da turminha do "chienelo e pingue-pongue". Para começar, o pessoal que carrega-o-piano não tem nada de diferente dos profissionais da "velha economia". Já os empreendedores são um caso à parte. Making a long story short - o que se está vendo é uma fase avançada da consolidação no poder de uma nova elite. Que, tudo indica, estão dispostos a qualquer "treta" para se dar bem. Vem mais papete com meia por ai.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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