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Jornal paulistano se aborrece com segurança particular para estudantes
11/06/2013 - Redacao Midia@Mais
Se depender do esforço da Folha de S. Paulo, não será surpresa se, em breve, tentar proteger-se dos criminosos passe a ser um crime punível com rigor maior do que aquele aplicado a assaltantes e sequestradores.

O legalismo da Folha de S.Paulo não conhece limites. Desta vez, a vítima foi a iniciativa de algumas instituições de ensino privadas que, diante da constante ameaça a seus alunos no trajeto, têm contratado seguranças privados para atuar nas imediações e evitar, assim, que mais paulistanos sejam esfaqueados, baleados, estuprados, etc.

 

O jornal paulistano, o mesmo que parece não se aborrecer muito com o silêncio de Lula a respeito do “escândalo Rosemary”, ficou profundamente preocupado com a temível ameaça à lei brasileira por parte de tais instituições e as empresas de segurança envolvidas, uma vez que estariam atuando fora de seus limites (a legislação impede que seguranças particulares atuem com poder de polícia pelas ruas): http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/113157-segurancas-acompanham-alunos-na-saida-das-escolas.shtml.

 

É evidente que, diante da absoluta incompetência ou mesmo desinteresse das autoridades em geral de prover segurança pública para os cidadãos, mais e mais empresas e pessoas invistam na própria segurança, pagando do próprio bolso para evitar ser assaltado ou mesmo assassinado banalmente numa esquina escura (que o governo, aliás, esqueceu de iluminar).

 

Mas a depender do esforço de gente como os editores e jornalistas da Folha, não será surpresa se, em breve, tentar proteger-se dos criminosos usando algum tipo de “subterfúgio” (como segurança privada ou carro blindado) passe a ser um crime punível com rigor maior do que aquele aplicado a assaltantes e sequestradores.

 



 
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COMENTÁRIOS
23/07/2013
(oscar)

Ethan Edwards, seu excelente comentário retrata a exata dimensão do monstro que age, de fato, e a arrogância inocente dos protestos que nem imaginam servir apenas de atestado de ignorância, o combustível necessário à inevitável instalação do comunismo no Brasil e na América Latina.
 
23/07/2013
(Ethan Edwards)

Quando o marxismo era uma "teoria crítica", a crítica estava a serviço da utopia: era preciso demolir "tudo isso que aí está" para, em seguida, construir o futuro radioso. Com o fim da utopia, sobrou apenas o trabalho de demolição; a esquerda tornou-se niilista. Para o niilismo, o futuro não interessa, e é inútil, por isso, advertir um intelectual niilista de que seu comportamento provocará, daqui a algum tempo, este ou aquele efeito perverso. "No futuro estaremos todos mortos!" O niilismo é a filosofia que reina hoje nas redações dos jornais e TVs; nenhum compromisso com o futuro: toda gratificação deve ser obtida aqui e agora - o afago dos amigos, a veneração da tribo, a admiração da turma, e o poder que essas coisas propiciam. A posição da Folha não é séria; nunca é. Meninos ricos protegidos por seguranças armados é apenas um bom tema para provocar o ressentimento do leitor inseguro e desamparado (que bem gostaria de proteger a própria família dessa maneira), para reafirmar que vivemos num "sistema" injusto e cheio de privilégios. É só política, enfim - como sempre, tratando-se do jornalismo brasileiro. Política niilista.
 
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