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Coração vagabundo: o “bem estar social” na Dinamarca
24/04/2013 - Redacao Midia@Mais
Não é preciso ser nenhum gênio da economia para concluir que quando todo o dinheiro dos que trabalham for destinado a sustentar os que não trabalham, os primeiros deixarão de trabalhar para passar ao segundo grupo.

No caso do belo país escandinavo, não é só o coração que costuma ser vagabundo: é o corpo inteiro mesmo.

 

“Por que trabalhar?”, perguntam-se muitos dinamarqueses cansados de ver amigos e parentes sem emprego com um nível de vida igual ou superior ao deles próprios, “presos” a seus empregos e obrigações correspondentes.

 

O segredo do sucesso desses desocupados é receber benefícios e subvenções típicos do estado de “bem estar social”. O resultado a médio e longo prazo é um país envelhecido onde a metade da população não está envolvida em atividades produtivas e vive da caridade forçada da outra metade.

 

As regalias vão desde a seguridade social tradicional até uma espécie de “bolsa-empregada” para dinamarqueses idosos.

 

Sem ter se tornado um país muito rico em termos proporcionais, o Brasil segue pelo mesmo caminho, aumentando dia a dia a legião de folgadinhos que vive das benesses estatais arrancadas à força de quem trabalha e produz. Não é preciso ser nenhum gênio da economia para concluir que quando todo o dinheiro dos que trabalham for destinado a sustentar os que não trabalham, os primeiros deixarão de trabalhar para passar ao segundo grupo e só restará ao governo imprimir dinheiro em larga escala – e que por isso mesmo deixará de ter qualquer valor.

 

LEIA MAIS: http://economia.ig.com.br/2013-04-23/com-beneficios-sociais-generosos-dinamarca-sofre-com-preguicosos.html

 



 
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COMENTÁRIOS
09/05/2013
(psyquick)

A militância trabalhista, na Escandinávia, ao render-se eventualmente aos corações vagabundos, mostrou que 'tudo pelo social' não pressupõe necessariamente a superioridade do trabalho sobe o capital. Tenho um primo (carioca) que se casou com uma sueca nos anos 1960s e, desde então... Jamais trabalhou. Tem dupla cidadania - sueca & brasileira. Sempre recebeu o tal auxílio-mixaria que representava meio salário mínimo. Ora, o salário mínimo na Suécia, àquela época, era de mais ou menos US$2.000. Ele recebia, portanto, $1.000 mensais numa época em que meros $100 já seriam um salário mais do que razoável para os padrões brasileiros. Moral da fábula? (meu parente há de me desculpar) Bananiano do baú não é mané do balacobaco. Acho que Barack Hussein está tentando aplicar, genericamente falando, um processo análogo aos States
 
28/04/2013
(Theodoro Evangelos)

Brasil, maquiagem social:E enquanto isso em Banânia.... aqueles que recebem a micharia dos bolsaissoeaquilo estão registrados como mão de obra ativa. Lula e agora Dilmá entoam laudas a si próprios que o índice de desemprego no país é baixo. Se os 12 milhões de "assistidos" pelos programas "sociais" fossem considerados desempregados a taxa de desemprego ultrapassaria, em muito, a casa de 10%.
 
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