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Entrevista MÍDIA@MAIS
- Maria Julia Ferraz
O presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, volta ao M@M para opinar a respeito de idéias como a de desarmar os policiais fora de serviço.

M@M – Recentemente, o M@M publicou uma entrevista onde foi abordada uma suposta proposta de desarmar os policiais fora de horário de serviço. Essa informação causou grande interesse entre os leitores do site. O que há de concreto a respeito dessa informação?

Bene Barbosa - Até agora não há nada de concreto, porém lembro que essa absurda ideia não é nova. Durante a elaboração do malfadado Estatuto do Desarmamento isso chegou a ser proposto pelas ONGs desarmamentistas. Pouco tempo atrás, uma conhecida ONG carioca acusou os policiais de comprarem armas particulares legalmente e revenderem para criminosos. Além de fazer uma acusação sem qualquer prova, mostraram o quanto ignoram a nossa inteligência pois qual seria o ganho de um policial que paga R$3.500,00 reais em uma pistola .40S&W se a mesma no mercado negro vale R$1.000,00 ou R$1.500,00? Isso apenas prova o quanto estão perdidos em suas próprias mentiras.

M@M - O governo de São Paulo baixou uma norma proibindo que vítimas de acidentes e de tiroteio sejam atendidas pela polícia. A que o senhor atribui essa norma?

BB - Como sempre os bons pagam pelos maus. O governo de São Paulo tenta dar uma resposta aos que acusam a Polícia Militar de forma geral de executar criminosos e modificar a cena do crime e para isso removem o corpo ou o ferido. O problema é que a maioria absoluta dos policiais não faz isso. Mais uma vez quem paga pela ineficácia do Estado é o cidadão que, se baleado, por exemplo, acidentalmente entre uma troca de tiros entre criminosos e policiais, não poderá ser socorrido. Já soubemos de pelo menos um caso onde uma pessoa morreu por ter aguardado a chegada do SAMU. Hoje, quem está algemado é o policial e não o criminoso. Nossos governantes são, via de regra, reféns de organismos estrangeiros e ONGs chamadas “dos direitos humanos”.

M@M - A onda de crimes que atingiu São Paulo há alguns meses parece ter refluído, pelo menos no noticiário. O desaparecimento do clima de pânico que a mídia tentava transmitir se deve a quais motivos?

BB - Para mim não há dúvidas que foi uma questão política. Não tenho qualquer amor ou simpatia pelo PSDB (lembrando que foi o ex-presidente Fernando Henrique que importou para o Brasil o desarmamento, a liberação das drogas, o coletivismo, a supressão de direitos individuais) mas foi clara a tentativa de execrar a Segurança Pública em São Paulo, que bem ou mal, fez com que a taxa brasileira de homicídios fosse jogada para baixo. São Paulo é o único estado que vem diminuindo os homicídios desde 1999 e isso não tem absolutamente nada a ver com as campanhas de desarmamento ou com as restrições draconianas impostas pelo governo federal.

M@M - Qual a situação das propostas de mudança no Estatuto do Desarmamento?

BB - O chamado Estatuto do Desarmamento está caindo de podre. Poucos ainda conseguem acreditar que desarmar o cidadão é solução para alguma coisa. Percebo o desespero de ONGs e do próprio Ministério da Justiça com a possível aprovação do PL 3.722/12 do Dep. Rogério Peninha, que cria toda uma nova legislação sobre armas e munições, restabelecendo o direito de defesa ao brasileiro. No final do ano passado, o Governo Federal, mais precisamente a presidente Dilma, deu mais uma prova de que não respeita à população, os agentes do Estado e o Congresso Nacional, ao vetar a lei que permitia o porte de armas pelos agentes penitenciários.

M@M - Como lidar com o senso-comum que faz questão de salientar que, do suicídio de um indivíduo a um tiroteio como os que são vistos nos EUA, a culpa é da posse de armas?

BB - Com informação! Durante quase duas décadas a mentira foi contada mais de mil vezes e as pessoas saem repetindo. Com informação isso muda. Vejamos o referendo de 2005. Foram 10 anos de lavagem cerebral sobre o assunto. Armas são ruins. Desarmamento é bom! O que aconteceu com apenas 20 dias de campanha informativa? Revertemos e vencemos. Nós não precisamos inventar números, nem pesquisas, nem fatos.

M@M - É comum os professores de humanidades no Brasil usarem o documentário do Michel Moore, Tiros em Columbine. Como o senhor analisa essa situação na formação da opinião da população?

BB - O professor deveria ser responsável por passa conhecimento e não ideologia. O pior de tudo é que a maioria absoluta desses professores tem a capacidade para entender o filme. Tiros em Columbine não é nem nunca foi um filme antiarmas. Ele é um filme antiamericano! Basta assistir e prestar atenção no momento que o próprio Michel Moore usa o Canadá como exemplo de um país com muitas armas e sem os famosos massacres em escolas. De qualquer forma Michael Moore não passa de um anticapitalista com 10 milhões de dólares no banco. Mais um hipócrita que ontem afirmou que se a pessoa quiser se defender ela deve comprar um cachorro! Porém todos fazem questão de esquecer que anos atrás um de seus seguranças foi preso armado no aeroporto.

 



 
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COMENTÁRIOS
28/04/2013
(Edeval S. Rodrigues)

Já está na hora de os deputados rever a situação da burocracia para a renovção do registro e porte de armas para o cidadão, pois tendo em vista que, após o estatuto do desarmamento o índice de violência aumentou. Sabendo o bandido que o cidadão não possui nenhum meio de defesa em sua casa eles invadem, estupram, matam e roubam. Vamos ver nas próximas eleições o que os deputados ( federais e estaduais ), vão fazer em prol da população com relação ao tema da violência. O cidadão de bem tem o direito de salvaguardar a sí, sua família e seu patrimônio. Por isso, o cidadão capacitado e que atenda aos requsitos exigidos pelos orgãos competentes devam ter seu direito adquirido para a aqusição de uma arma de fogo de calibre permitido e não uma AR-15, BAZUCA, METRALHADORA, ESCOPETA ou TANQUE DE GUERRA.
 
03/03/2013
(airton )

fico feliz que alguem nesse pais ainda batalha para que um cidadao possa esufruir o seu direito de se defende,a policia mal consegue se defender imagina proteger o cidadao,muito obrigado

 
28/02/2013
(Agapito Costa)

Infelizmente mais nada me surpreende na atual conjuntura política que tomou conta do Brasil. Sou filiado no MVB? e PLD por entender que é uma das poucas esperanças que temos para uma saída pacífica. Mas tal é o acesso destes deturpadores dos fatos, através da mídia amestrada, o que justifica que quem conta a primeira mentira passa ser dono da verdade. Em 08 de agosto de 2006 o então senador Renan Calheiros teve editado no jornal Agora em Rio Grande uma matéria cujo titulo é AS LIÇÕES DE ZUZU ANGEL. Obviamente nos somos sabedores que seu filho foi um terrorista do MR-8. Como se não bastasse o Tenente PM- dirigente da Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo têm uma matéria divulgada no referido jornal onde consta o ato irresponsável ocorrido por um torcedor do Corinthians. Não teria a menor importância se o ten. Dirceu Cardoso Gonçalves não tivesse manifestado sua opinião de que o Brasil é pródigo em leis para controle de armas. Só me resta dizer que esta associação tem um dirigente que de armas e artefatos de sinalização náutica não entende nada. Finalmente, senhores editores e leitores, este cidadão mal iluminado teve sua matéria editada na cidade errada. Por aqui, qualquer moleque de 8 ou dez anos sabe muito bem como usar um sinalizador náutico, estamos cheios de ouvir a palavra proibir.

 
28/02/2013
(Peter Hof)

Quem quiser conhecer melhor o senhor Michel Moore leia o artigo do jornalista Ali Kamel , publicado no jornal o Globo de agosto de 2004 mostrando a coleção de erros |(15, se não me enhano) e asneiras do filme.

 
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Redação: Paulo Zamboni
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