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> EUA e Geopolítica
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A política da esperança e da contradição
- Roger Pilon
Como é possível que o homem responsável pelo aumento da dívida pública americana em 5 trilhões de dólares fale nas "gerações futuras"?

Hoje de manhã o POLITICO Arena perguntava:

O que significa a vitória de Obama?

Minha resposta:

A vitória de Obama significa, pelo menos por agora, que a política da destruição pessoal e da divisão por identidade ("O voto é a melhor vingança") levou a melhor, por uma pequena maioria do eleitorado que parece acreditar que as leis da economia, que Obama nunca entendeu, podem ser revertidas. Também na Grécia pensam assim, e marcham pelas ruas de acordo com essa crença, como se pudessem reverter essas leis.

Em seu discurso de vitória na noite passada, Obama disse que "este país só funciona quando aceitamos certas obrigações uns para com os outros e para com as futuras gerações." As futuras gerações? Isto do homem responsável por um aumento de US$ 5 trilhões na dívida que recai sobre essas futuras gerações?

É impressionante, no entanto, como na realidade tão pouco mudou. A Câmara, que controla o erário público, permanece solidamente Republicana. Já estamos ouvindo apelos para que a maioria lá se curve à vontade de Obama, do Senado, e da pequena maioria. Isto marcaria o fim do Partido Republicano, por isso é pouco provável. Preparem-se, então. É o impasse ou a autodestruição. Faça a sua escolha.

 

Publicado na  newsletter do IL

 



 
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COMENTÁRIOS
10/11/2012
(Theo)

Antes de começar a campanha, a administração obâmica gozava de 26% de aprovação somente. E, afinal das contas obteve somente 25% de votos de todo eleitorado - soma de votos para Romney mais abstenções. Ademais, há evidencias materiais cabais de fraude eleitoral. Sofrerá o desgaste do fantasma de ter cassado seu mandato, e em 2014, sofrerá um golpe na perda do Senado.

 
08/11/2012
(Paulo)

Obama venceu muito mais pela fraqueza dos republicanos do que por eventuais méritos que não teve - não cumpriu nada do que prometeu na primeira campanha - e principalmente pelo massivo apoio midiático e financeiro que teve. E mesmo assim, houve empate técnico no voto popular, o que demonstra o descontentamento da população americana.

 
08/11/2012
(Marcos)

Reforçando o comentário anterior, os republicanos decidiram fazer uma campanha sem ataque aos pontos fracos do Obama, alem disso não cobraram a tão polemica certidão de nascimento. Tentar fazer oposição ao modo Serra não dá!! Espero que os republicanos tirem uma lição disso tudo e ponham na cabeça que o candidato da oposição é um cara lambido constantemente pela midia e mantido pela elite globalista que quer a qualquer custo destruir os EUA como conhecemos para terem o poder global

 
08/11/2012
(Eduardo)

Acredito que tanto os republicanos quanto os democratas combinam uma alternância no poder, e aumentam o poderio do Estado em detrimento dos cidadãos. Mas está ficando evidente que os democratas estão cada vez mais tentados a se comportarem como um partido de republiqueta latino-americana, para não deixar o poder, quebrando essa alternância. E para tanto usam e abusam da demagogia socialista e da desinformação da mídia colaboracionista, exatamente como acontece no Brasil. Só está faltando, por enquanto, o uso em escala total da máquina pública para distribuição de vantagens e esmolas aos dependentes dos esquemas do governo, tirando vantagem inclusive da imensa quantidade de latinos que vivem no país, e que são induzidos pelas esquerdas americanas a acreditarem que podem viver nos EUA como se estivessem em seus países de origem, contemplados com alguma esmola pública e em troca dando os votos que os demagogos precisam.

 
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Redação: Paulo Zamboni
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