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Esqueçam a “energia limpa”. Petróleo e gás estão alavancando o emprego nos EUA
- Redacao Midia@Mais
Em editorial do dia 28.11.201, o Wall Street Journal confirma ser uma falácia os tão festejados “empregos verdes” de Barack Obama e revela que são as indústrias do petróleo e gás natural que estão reagindo à tendência de desemprego nos EUA.

Em editorial do dia 28.11.201, o Wall Street Journal confirma ser uma falácia os tão festejados “empregos verdes” de Barack Obama e revela que são as indústrias do petróleo e gás natural que estão reagindo à tendência de desemprego nos EUA.

Com indisfarçável ironia, o  WSJ  disse que o Presidente Obama estava certo ao proclamar que a indústria americana de energia era o caminho para a prosperidade e a criação de novos empregos. Seu erro foi o de prever que esses seriam os tais empregos “verdes” (energia eólica, painéis solares, etanol de milho, etc.), quando o verdadeiro boom de empregos está acontecendo nas tradicionais indústrias de petróleo e gás.

De fato, a taxa de desemprego nos EUA continua em altíssimos 9%, mas examinando mais de perto os dados recentemente revelados pelo Bureau of Labor Statistics, é possível ver quais setores da economia americana estão fazendo frente à tendência de desemprego naquele país. Um deles é o setor de petróleo e gás, que hoje emprega 440.000 trabalhadores, 200.000 (duzentos mil) a  mais do que em 2003. Isso representa 20% de todos os novos empregos criados pelo setor privado nesse período.

As ironias são ainda mais ricas que as reservas de xisto na Dakota do Norte. Enquanto Washington tentou alimentar à força as chamadas energias renováveis através de subsídios especiais no valor de dezenas de bilhões de dólares, a produção doméstica de petróleo e gás nos EUA aumentou muito graças a investimentos privados. Enquanto os anunciados grandes progressos na tecnologia de energias renováveis parecem nunca se tornar realidade, novas tecnologias revolucionaram a exploração de petróleo e gás – e sem nenhum empréstimo garantido pelo Departamento (ministério) de Energia.

São boas notícias, não? É o que você pensa. Enquanto um estudo encomendado pelo API –American Petroleum Institute calcula que uma política energética realista poderia criar mais 1,4 milhão de empregos até 2030, a esquerda americana, os keynesianos de plantão e os escudeiros de Obama tentam desacreditar esses números, afirmando que esses incluiriam empregos indiretos. Ora, toda a propaganda oficial dos empregos “verdes” se baseava nos “multiplicadores” keynesianos: Toda a justificativa pública para o pacote de estímulos de Obama (US$820 bilhões  dos contribuintes) era que cada dólar gasto teria um efeito multiplicador de 1,5 ou mais, e assim seriam criado milhões de empregos na esteira da maciça intervenção estatal na economia.

Em setembro último, o Washington Post - que está muito longe de ser acusado de alguma vez ter feito campanha contra Obama – reportou que o programa de empréstimos verdes (US$38.6 bilhões), que prometia “salvar ou gerar” 65.000 empregos ao longo de dois anos, criou meros 3.500 novos empregos nesse período.

O WSJ finaliza afirmando: “Não obstante, o Sr. Obama continua falando sobre “empregos verdes”, como se a repetição fizesse a mágica de criá-los. Ele faria mais pela economia se abandonasse as ilusões ideológicas e abraçasse a realidade da produção doméstica de combustíveis fósseis, criadora de empregos e geradora de riqueza”.  

Leia o editorial na íntegra (em inglês) aqui: http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204190704577024510087261078.html?mod=djemEditorialPage_t

 



 
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COMENTÁRIOS
09/12/2011
(Fernando)

Os empregos criados na indústria de óleo e gás não foram criados apenas pela iniciativa privada. As empresas desse setor recebem benefícios e subsídios bilionários do governo americano, muito mais que qualquer outro tipo de energia, pois o governo sabe que é um setor estratégico. Então quem estiver satisfeito com os benefícios do petróleo para a sociedade deveria agradecer às intervenções e estímulos estatais, sem as quais as empresas de petróleo não investiriam quase nada. Fernando: leia o artigo com atenção e irá perceber que ele não trata disso, e sim do papel da indústria petrolifera, tão combatida pelos ambientalistas, na geração de empregos nos EUA, num momento em que o mercado de forma geral, inclusive as "indústrias verdes", não estão conseguindo fazer isso. Redação MÍDIA@MAIS  
 
01/12/2011
(Mario Fontes)

Que beleza! Em maio de 2010, como num prenúncio do que se vê hoje em dia, eu publicava o seguinte post no meu blog: "Espanha admite que a economia verde que vendeu a Obama é uma ruína". http://agfdag.wordpress.com/2010/05/22/espanha-admite-que-a-economia-verde-que-vendeu-a-obama-e-uma-ruina/
 
01/12/2011
(Henrique)

Tá, como se não houvessem outras formas de alavancar o emprego...
 
01/12/2011
(F.Carlos)

Vejam o dano de quem está impregnado de ideologias revolucionárias, gastando antecipadamente bilhões de US$ em nome de um futuro incerto, quando acabar o petróleo, serão essas mesmas empresas petrolíferas que irão investir em outras fontes de energia, mas no tempo certo.
 
01/12/2011
(Edenilson)

Se perderem 1% do PIB por causa dessas "energias limpas", ainda poderão invocar o Relatório Stern para justificar essa mancada.
 
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Redação: Paulo Zamboni
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