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Joao Nemo

João de Oliveira Nemo é sociólogo e consultor de empresas em desenvolvimento gerencial.

ARTIGOS PUBLICADOS:
18/10/2014
O mito do mito
O PT não funciona apenas como uma extraordinária máquina de arrecadação, mas é também uma fantástica e eficaz máquina de propaganda.
 
31/07/2014
Os espanhóis também já foram melhores
A direção espanhola do banco, sem hesitar, oferece em sacrifício funcionários nativos para saciar a sede de sangue das divindades da cúpula petista.
 
15/07/2014
O Estado no Estádio
Futebol não é assunto de Estado, a não ser para a mentalidade fascista que encontra tanto eco entre nós: "tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado", como dizia Mussolini.
 
24/06/2014
Será a Democracia Indireta?
Democracia direta através de comissões derivadas de “movimentos sociais instituídos ou não instituídos” não é democracia direta nem aqui nem na China. É pseudodemocracia representativa.
 
24/05/2013
Como dizia o Millôr...
É assustadora a facilidade com que se esquece que liberdade de expressão só tem sentido se for para permitir que se manifestem pensamentos, pontos de vista, dos quais discordamos.
 
22/11/2012
Terrorismo por acaso?
O enfrentamento da criminalidade em SP tem contra si um traço típico do caráter nacional, que é o esforço contumaz de ignorar a existência de um problema enquanto for possível.
 
22/05/2012
Comissão da Meia-Verdade
O que se pretende é apenas uma “Comissão da Meia-Verdade”, que possa dar novo fôlego aos benefícios indenizatórios e oferecer um gancho para, pelo menos, um pouquinho de revanchismo.
 
15/05/2012
A festa precisa continuar
O caminho político que o petismo encontrou para executar seu projeto interminável de poder foi aparelhar tudo o que pode e criar uma fórmula para alegrar cada camada da sociedade.
 
19/04/2012
O monstro e o pão de ló
Existe uma expressão bastante popular, que por vezes é utilizada em tom de brincadeira, quando alguém faz algo muito irritante. Costuma-se dizer: você perdeu a noção de perigo? Infelizmente, em certos casos, dá vontade de fazer a mesma pergunta, mas por motivos muito sérios.
 
10/04/2012
A Decepção
“O que clama aos céus não são os vossos pecados, mas a mesquinhez dos vossos pecados.” Friedrich Nietzsche Oepisódio mais recente da tragédia política brasileira é o comentado naufrágio daquele que parecia ser, com méritos, um dos melhores senadores da República.
 
14/03/2012
O idiota civil
Q uando falamos de idiotas, por uma questão de justiça e elegância, devemos sempre começar falando de nós próprios. Assim, aproveito um episódio real para introduzir o tema. Quero ir mais adiante nesta questão, mas começo pela área mais representativa do fenômeno.
 
23/02/2012
O "Coyote"
Oatual governador do Texas, Rick Perry, desistiu de concorrer à indicação do Partido Republicano já que a sua campanha não se viabilizou. É conceituado como um bom governador, com uma gestão de ótimos resultados mas, curiosamente, é quase tímido ao se expressar em entrevistas e debates, embora com posições bastante firmes.
 
15/02/2012
A realidade sempre supera a ficção
Há poucos dias foi noticiado pelo Piauí Herald, conhecida folha humorística que cultiva com grande criatividade a crítica política, um fato admirável.
 
20/01/2012
Qual é o seu objetivo?
Um dos melhores administradores que conheci, infelizmente já falecido, tinha um hábito bastante interessante sempre que lhe era apresentada alguma proposta.
 
28/09/2011
Teremos Oposição?
Um país sem efetiva oposição política é como alguém sem superego. Neste caso, como me informa um amigo psicanalista, estamos frente a uma personalidade psicopática, o que os antigos denominavam neurose de caráter e que faz, ultimamente, o estilo dominante entre os vilões de novelas.
 
13/10/2010
A mentira como arte
Omais famoso médico da televisão, o controvertido Dr. House, costuma afirmar enquanto faz pesquisas diagnósticas mirabolantes e atormenta seus colegas e subordinados: “todos mentem”. Uma afirmação um tanto cínica, mas difícil de refutar, pois todos temos algo a esconder, seja lá o que for e, às vezes, uma mentirinha é o único recurso disponível. O Dr. House nunca disse que isso se aplica apenas aos pacientes.             Se o aforismo House sobre a mentira vale para os personagens da série na TV, o que diríamos então dos políticos? Nesse caso, muitas vezes, mentir é uma questão de sobrevivência.
 
15/09/2010
Lulla, a nossa reserva moral...
Aconselho a quem ainda perde tempo tentando entender o Sr. Lula através de leituras e análises da tal ciência política, que não perca tempo. Debruce-se, apenas, sobre o conhecido personagem Odorico Paraguaçu. - Eduardo Afonso Bacelar Quando nada mais parece surpreender no panorama político brasileiro, sempre surge algo inusitado. De uns tempos a esta parte, o mágico do absurdo tem sido aquele de quem deveríamos esperar, pelo menos, um mínimo de respeito pelo país, pela população e pelas instituições.
 
23/06/2010
Camisa 13
Eu até gostava de metáforas futebolísticas, antes de se tornarem um apanágio da retórica presidencial. O presidente Lula, como de hábito, parece que ignora, mas numa democracia cabe ao chefe do Executivo, em diversas circunstâncias, exercer o papel de árbitro e mantenedor das regras e das instituições que as sustentam. Exatamente como deve fazer um bom juiz de futebol. Entre as mais relevantes circunstâncias em que esse padrão é requerido, está o próprio processo de sucessão.
 
07/04/2010
A Saúde quase perfeita
Uma das inúmeras frases inconsequentes de Lulla, que já vai ficando perdida no tempo, é aquela em que declarou a saúde pública brasileira como quase perfeita. Por alguma razão, naquele momento, naquele local, convinha dizer isso. Parece que os tempos são outros e agora, com a aproximação das eleições, convém dizer, preventivamente, que se alguma coisa não vai bem nesse terreno a culpa é das oposições, que rejeitaram a enésima prorrogação da contribuição provisória destinada a cobrir os déficits acumulados do setor da saúde, embora, verdadeiramente, nunca tenha sido utilizada para essa finalidade.
 
31/03/2010
Imprensa e Liberdade de Expressão
A diferença fundamental da mentalidade numa sociedade livre e numa subjugada, é que na primeira temos atividade pública com elevado grau de transparência e a privacidade dos cidadãos respeitada; já na segunda, temos um Estado cheio de segredos e a vida do cidadão devassada. Eduardo Afonso Bacelar   Democracia é o regime político baseado na escolha pública; e a democracia-liberal na escolha publicamente feita por homens livres. Para fazer escolhas que mereçam esse nome, é preciso que haja o maior acesso possível à informação, e para que esta, por sua vez, esteja disponível, é indispensável que a livre manifestação de opinião e a transmissão de fatos e conhecimentos sejam plenamente garantidas, múltiplas e plurais.
 
28/01/2010
Não há por que se decepcionar
Pessoalmente jamais me decepcionei com o governo Lulla. Aliás, tendo a manifestar uma certa irritação quando ouço alguém dizer que está decepcionado porque surgiu mais alguma peça do rosário de escândalos, ou porque os mais notórios coronelões da velha política nele estão abrigados, ou porque o falastrão-mór deu mais algum dos seus espetáculos grotescos ou, ainda, porque, apesar de ser um grande líder, mais uma vez não sabia de nada.
 
23/12/2009
Woodstock de terno e gravata
Amelhor maneira de não se chegar a lugar nenhum é dar a partida desde uma referência errada. No que me diz respeito, estou convencido de que esse megaevento que se propôs à prosaica missão de salvar o planeta é uma espécie de festival de Woodstock onde os artistas principais envergam terno e gravata.
 
30/07/2009
Matar por Amor?
Uma das mais recorrentes argumentações defensivas que sempre aparecem nas melodramáticas tragédias que envolvem os crimes passionais é de que o sujeito, na verdade, matou por amor. Como não podia viver sem ela (geralmente a vítima é uma “ela”), o imbecil alega que em desespero de causa a matou. E então chora. Trata-se, antes de mais nada, de total desvirtuamento da idéia do que seja amor. Ou o sujeito está mentindo por orientação do advogado, ou a sua mente insensata não distingue mais nada. Se algum dia houve algum sentimento aparentado com amor, já havia sido sufocado por paixões bem menos nobres algum tempo antes do crime. Uso de entrada esse metafórico dramalhão clássico porque é a única coisa suficientemente ridícula que me ocorre para entender o papo que ora ouvimos a respeito do caso da pobre República de Honduras. Os ditos “bolivarianos”, uma espécie perigosa de farsantes que vêm se tornando predominantes na América Latina, amam tanto a democracia que se dedicam, sistematicamente, a matá-la. É democracia demais, como diria o nosso sábio timoneiro.
 
15/04/2009
As três crises e uma oportunidade
Já não aguento mais ouvir camelôs de idéias miúdas e frases feitas repetirem que “o ideograma chinês para crise é o mesmo que para oportunidade”. Está bem, eu acredito, mas vamos um pouco além e lembrar, só para ser estraga prazeres, que toda crise é um prato cheio para oportunistas, ou seja, pode facilitar a vida dos espertinhos. Frequentemente, esses tipos são os que mais rapidamente descobrem como tirar proveito delas. No momento, atrevo-me a dizer que estamos vivendo a concomitância de, pelo menos, três crises, já que a raiz de todo esse imbróglio, segundo me parece, tem sido menos cotada nos debates.
 
 



Redação: Paulo Zamboni
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