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Humberto Fontova

Humberto Fontova fugiu de Cuba em 1961, aos sete anos de idade, com sua família.  É jornalista e mora com sua família em New Orleans. Graduou-se em Ciência Política pela Universidade de New Orleans e adquiriu seu grau de mestrado em Estudos Latinoamericanos pela Universidade Tulane.É um ávido caçador, pescador e mergulhador. Viaja constantemente pelo país dando palestras em eventos e universidades. É comentarista frequente nas mídias de língua inglesa e espanhola e é autor de quatro livros, incluindo Exposing The Real Che Guevara And The Useful Idiots Who Idolize Him (traduzido para a língua portuguesa) e de Fidel: Holywood's Favorite Tyrant.

http://www.hfontova.com/

ARTIGOS PUBLICADOS:
07/10/2009
Castro agradece à família Kennedy enquanto ataca Nixon e Bush
Os Kennedy, em particular o presidente assassinado, John. F. Kennedy, foram representativos de uma nova geração de americanos que confrontaram a velha e suja política de homens nos moldes de Nixon... O papel da família Kennedy na vitória eleitoral de Barack Obama não deve ser menosprezado. Sem esse apoio moral, político e financeiro, a saga suja dos clãs Bush e Nixon teria continuado”.
 
24/06/2009
Onde mais podem estar os espiões de Castro?
Na semana passada, o FBI capturou um bem-nascido analista de inteligência do Departamento de Estado, e também a sua mulher, sob a acusação de conspiração para cometer espionagem em favor do regime de Castro. David Kris, promotor assistente do Departamento de Justiça para assuntos de segurança nacional, descreveu o caso contra Walter Kendall Myers e sua mulher, Gwendolyn, como “incrivelmente sério” e a Secretária de Estado, Hillary Clinton, chamou-o de “uma violação ultrajante”, enquanto ordenava uma revisão de cima a baixo dos procedimentos de segurança do Departamento de Estado.
 
28/04/2009
O resgate financeiro de Cuba
No dia 13 de abril, o Presidente Obama retirou todas as restrições a viagens e remessas de dinheiro feitas por cubanos nos Estados Unidos a seus parentes em Cuba. A maioria dos observadores de Cuba vê isto como um rápido desmantelamento do pouco que restou do chamado “embargo a Cuba”.
 
30/01/2009
O stalinismo cubano faz 50 anos – e as mentiras da mídia mundial continuam
“Mães cubanas, permitam-me assegurar-lhes que eu resolverei todos os problemas de Cuba sem derramar nem sequer uma gota de sangue”. Ao entrar em Havana em 7 de janeiro de 1959, Fidel Castro, o novo líder cubano,transmite essa promessa diante de uma massa compacta de microfones das rádios e estações de TV. Enquanto a multidão jubilosa irrompia em manifestações de alegria, Castro continuava: “Mães cubanas, asseguro-lhes que, por minha causa, vocês nunca terão motivos para chorar”. No dia seguinte, logo abaixo da colina de San Juan, no leste de Cuba, uma máquina de terraplenagem roncou e se colocou em posição para logo começar a empurrar terra e entulho para cobrir uma enorme cova, cujo fundo acumulava sangue dos corpos, ainda em estremeção, de mais de uma centena de homens e garotos que tinham sido metralhados sem julgamento, por ordens do irmão de Fidel. Numa estrada próxima, as mulheres e mães daqueles homens e garotos choravam histericamente. 
 
 



Redação: Paulo Zamboni
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