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Henrique Dmyterko

Nasceu em Curitiba em 1963. É formado em engenharia mecânica. Atuou nas áreas de comércio exterior, marketing business-to-business e ensino. É tradutor desde o início da década de 1990.

Além de inúmeros artigos e literatura técnica especializada, traduziu também livros sobre estratégia política internacional, filosofia e educação, dentre os quais destaca-se O TRIVIUM - As Artes Liberais da Lógica, Gramática e Retórica 

Livros que recomendo

ARTIGOS PUBLICADOS:
03/08/2011
Uma tacada mortal nos modelos climáticos: novos dados da NASA dão um duro golpe no alarmismo do aquecimento global
Averdadeira ciência, aquela que leva em conta os dados coletados no mundo real, acaba de desferir um duro golpe na pseudociência das mudanças climáticas baseada em modelos climáticos computacionais falhos ou fraudados.
 
14/06/2011
Ora, ora! Veja só: Florestas crescem e ficam mais densas no mundo todo
Há décadas que as ONGs ambientalistas vêm lançando uma densa cortina de fumaça, espalhada pela grande mídia (mundial e tupiniquim) com célere obsequiosidade e muito pouca preocupação com os fatos: o homem está destruindo as florestas, as florestas vão desaparecer, as florestas tropicais e equatoriais - especialmente a da Amazônia- são o pulmão do mundo, o clima está mudando por que o homem desmata... Esqueci alguma coisa?
 
25/05/2011
No Salão Oval: Netanyahu dá o troco e repreende Obama em público
WASHINGTON - Na tarde de sexta-feira, dia 20.05, o Primeiro–Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma reprimenda pública ao Presidente Barack Obama, no Salão Oval da Casa Branca, declarando que Israel jamais aceitará os termos de sua proposta de retomada das conversações de paz com os palestinos.
 
12/05/2011
Fontes alternativas de energia? Uma visão sobre a energia eólica
“He who refuses to do arithmetic is doomed to talk nonsense”. [“Aquele que se recusa a fazer contas está condenado a falar bobagem”.] John McCarthy, pioneiro da computação eletrônica, Stanford University.     Adiscussão sobre as chamadas fontes renováveis de energia está intimamente ligada à discussão sobre questões ambientais e de segurança energética. Pelo menos, são essas questões que fazem parte do discurso de muitos dos defensores de investimentos em “energias limpas”. Um dos pontos a discutir é a própria legitimidade das premissas em que se baseiam as afirmações de que essa ou aquela fonte de energia é mais ou menos vantajosa.
 
19/01/2011
Ambientalismo 2010-2011 – Parte I
Os arquivos do Mídia@Mais estão sempre inteiramente à disposição para consulta, comparação, estudo e, é claro, também para incomodar os ecochatos, ecopilantras e crédulos dos mais variados naipes. Mesmo assim, acredito que é útil e salutar retomar o tema “Ambientalismo” com a lembrança de alguns fatos de 2010, e simplesmente porque esses terão consequências em 2011 e nos anos por vir. Segue um breve relato da situação nos EUA. Em próximas ocasiões, notícias e comentários mais abrangentes sobre a Europa, Ásia e Brasil.  
 
10/12/2010
Nunca confie num dragão moribundo
Arejeição a qualquer tipo de censura ao contraditório na academia, nos parlamentos e nos meios de comunicação é um dos princípios básicos dos regimes ditos democráticos.
 
08/12/2010
Matando o dragão aquecimentista
Tudo indica que surgiu um livro de leitura obrigatória sobre a fraude do aquecimento global antropogênico/antrópico (AGA).
 
05/10/2010
Ad humanitas: o alvo dos ecototalitários
Em todos os movimentos político-sociais, que por definição, não vivem sem causa, há sempre uma mistura de tipos: há os sinceros e razoavelmente sensatos, os idealistas pertinazes, os ingênuos mal informados, mas bem intencionados, os  vigaristas furtivos, os vigaristas célebres ou diplomados, os desocupados profissionais e os psicopatas.
 
29/09/2010
Resfriamento Global, a Nova Ordem Mundial e o Clube Bilderberg
No mesmo dia (26.09.10) em que o Mídia@Mais publicava uma breve, mas instigante resenha de Ipojuca Pontes sobre o livro “A verdadeira história do Clube Bilderberg”, de Daniel Estulin, no outro lado do mundo, o jornalista britânico James Delingpole, na versão online do jornal The Telegraph, publicava “Global Cooling and the New World Order” (Resfriamento Global e a Nova Ordem Mundial).
 
15/07/2010
Pizza britânica: reaquecida e servida no Taco
Durante anos, a mídia catastrofista fez o que pôde para disseminar a fraude do AGA (Aquecimento Global Antropogênico), tendo como principal base de “argumentação” o infame Taco de Hóquei, um gráfico propositadamente distorcido via manipulação de um modelo computacional criado por Michael Mann e que se tornou o documento “científico” talvez mais refutado da história da ciência. Essa era a “ciência” de Al Gore, Maurice Strong, Rajendra Pachauri, IPCC & Cia. Mesmo refutado várias vezes (especialmente pela dupla canadense McIntyre e McKitrick), Mann continuou com suas tacadas em parceria com vários ostentadores de flamejantes títulos acadêmicos ao redor do mundo, especialmente nos Estados Unidos e Inglaterra. Todavia, para grande parte da mídia engajada anglo-americana, i.e., CNN, BBC, New York Times, Washington Post, The Guardian e The Independent, os claros indícios de manipulação, a ocultação de dados e a fortíssima pressão sobre os céticos que ousaram ir contra a maré, nada significavam. Além do antigo comprometimento com as políticas verdes, por que dar destaque à verdade quando a mentira parecia vender tão bem?
 
27/04/2010
Katyn II: A morte que lhes caiu bem
Já um tanto esquecida pela mídia ocidental, em meio a cinzas vulcânicas, colapsos financeiros, brumas russas e mísseis iranianos, a morte do presidente polonês em 10/04, quando da queda do avião [em Smolensk, Rússia] que levava a ele e numerosa comitiva para uma cerimônia em homenagem às vítimas do massacre de Katyn, cometido pelos soviéticos em 1940, no qual cerca de 22.000 poloneses foram sumariamente fuzilados por tropas da NKVD (antecessora da KGB), levantou várias perguntas, quase todas ainda não respondidas. Se depois de duas semanas retomo o assunto é pelo simples fato de que se as repercussões esmorecem na mídia, as consequências dessas mortes se farão sentir ainda por muito tempo, e não só na Polônia.
 
25/02/2010
Veja bem...
Oleitor já deve ter vivido a ingrata experiência de discutir um assunto qualquer com alguém que tem como fontes de informação primária os jornais, as revistas ou pior: a televisão; esse alguém  sempre acha que sabe das coisas, mas quando você o aperta com perguntas e argumentos que esses veículos não divulgaram, ou quando você faz questionamentos que são fruto daquilo que você investigou em vários livros e também junto a especialistas, a reação desse seu interlocutor é quase sempre neste tom: “Veja bem... não é bem assim. Você está complicando as coisas... Estou dizendo aquilo que a revista disse... ”.
 
10/02/2010
Sowell e os Republicanos – Final
Opouco que sei de macro e microeconomia aprendi com meu pai, um economista transformado em pequeno e atribulado empresário, mas também da leitura de alguns bons livros, notadamente aqueles de Ludwig von Mises (Human Action e The Theory of Money and Credit), da Escola Austríaca, onde conheci a Lei de Say: é a oferta que faz a demanda, ou seja, só há procura por algo que já existe e é ofertado, e nunca o inverso, a despeito dos pertinazes  malabarismos verbais de Lord Keynes e de seus discípulos encastelados nas torres de marfim do “planejamento” estatal.
 
24/01/2010
O guru, a boca e a botija
“Há uns trezentos anos, uma Sociedade da Terra Plana foi fundada por aqueles que não acreditavam que o mundo era redondo. Essa sociedade ainda existe; provavelmente tem uma dúzia de membros”.    Em fevereiro de 2003, essas palavras saíram da boca do Dr. Rajendra Pachauri, presidente do IPCC [ONU], que fazia piada dos céticos, dos verdadeiros cientistas, que por natureza e ofício, deveriam ser sempre céticos quanto a qualquer consenso.
 
15/01/2010
Mais rachaduras na barragem da mídia pró-AGA? Talvez...
Certeza mesmo é que ainda faltam fissuras pelas quais penetre o bom senso nas decisões políticas a respeito de tema tão importante.   Conforme clipping publicado pelo M@M dia 29/12/2009, intitulado UFPR em pesquisa na Antártida, a versão online do jornal curitibano O Estado do Paraná apresentou breve reportagem sobre duas expedições à Antártida, uma de novembro do ano que vem a março de 2011, e outra de novembro de 2011 a março de 2012, compostas por pesquisadores brasileiros da UFPR, USP e outros da Argentina, Inglaterra e Itália. Um dos projetos da expedição é “[...]descobrir se este aquecimento (sic) se deve unicamente à ação humana, aos fenômenos naturais ou, ainda, aos dois fatores juntos”. Tais perguntas estão no bojo da reconstrução paleoceanográfica do Centro de Estudos do Mar (CEM) da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
 
07/01/2010
Tratado de Lisboa: o fim da Europa se aproxima
Fato 1: A civilização ocidental tem três pilares: a tradição judaico-cristã, a filosofia grega clássica e o direito romano (Corpus Juris Civilis). Sendo fato, é reconhecido como tal até mesmo por aqueles que não apreciam esta realidade. Sem dúvida há ateus e agnósticos intelectualmente honestos. Fato 2: Os adversários da civilização ocidental, internos ou externos, há tempos vêm tentando solapar cada um daqueles três pilares. Hegel, Marx, Escola de Frankfurt e seus discípulos em parte do Establishment anglo-americano e europeu imaginaram substituí-los por suas próprias visões de mundo, dando mais uma prova de que o fato, se incômodo para eles, é um fato. Afinal, por que fariam tantos esforços para modificar ou destruir aquilo que não existisse de fato? 
 
26/12/2009
Wikipédia: ingenuidade relapsa ou cumplicidade na fraude do AGA?
É bastante provável que a quase absoluta maioria dos usuários da Internet ao redor do mundo já tenha consultado aquela que se auto-intitula “a maior enciclopédia livre online”. Eu estou entre os que dela fizeram uso; no meu caso, para buscar imagens de domínio público, conferir datas de eventos importantes ou mesmo os nomes completos de figuras em destaque.
 
11/12/2009
A fraude do aquecimento global: como um fenômeno natural foi convertido numa falsa emergência mundial
Um dos grandes méritos do livro do geólogo Geraldo Luís Lino, prefaciado por ninguém menos do que o Dr. Luiz Carlos Baldicero Molion, talvez o mais destacado climatologista brasileiro, é justamente o fato de ser uma das raras obras redigidas originalmente em língua portuguesa e sobre um tema tão discutido, mas tão pouco compreendido e cheio de falsas pressuposições alardeadas pelos catastrofistas e seus aliados na grande mídia nacional e estrangeira.
 
09/12/2009
Flatus vocis: sobre números e gases inodoros
Cada brasileiro é responsável pela emissão de 10 toneladas de gás carbônico (CO2) por ano, em média. O número é duas vezes maior do que a média mundial. Os dados são da Rede-Clima, ligada ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)". "Somos o país em desenvolvimento com a maior média mundial", disse Carlos Nobre, um dos coordenadores da Rede-Clima, ao participar de comissão geral na Câmara para discutir a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15). O encontro será realizado em dezembro, em Copenhague (Dinamarca).  A meta é de que a média mundial de emissão de CO2 seja de 1,2 tonelada por ano até 2050, para que a temperatura global não aumente 2 graus Celsius (°C). "Ela já subiu 0,8°C nos últimos 100 anos. Falta 1,2°C.  Já chegamos muito próximo do limite", disse Carlos Nobre".
 
14/10/2009
Tacadas torturantes
Em seu livro Heaven and Earth: Global Warming, the Missing Science, o Prof. Ian Plimer, geólogo e climatologista australiano, citado em artigos anteriores, refere-se aos modelos climáticos computacionais por diversas vezes e nunca de maneira lisonjeira. Numa delas, ele diz: “[E]sses modelos nada tem a ver com ciência ou empirismo, mas sim com a tortura dos dados, até que estes finalmente confessem”.
 
17/09/2009
Um “punhado” de 700
Seguindo a máxima leninista segundo a qual a melhor tática é acusar o outro daquilo que você é e daquilo que você faz, um conjunto de bem orquestradas declarações vindas do complexo políticos-mídia-pseudociência-ONU durante anos tentou varrer o elefante para debaixo do tapete, insistindo no inexistente consenso sobre o aquecimento global antropogênico. Mas elefantes incomodam muita gente e não param de entrar na sala: já são mais de setecentos.
 
19/08/2009
Fraudes em verde e vermelho
E u deixei a organização em 1986, depois de quinze anos como membro de seu comitê superior. Eu fui um dos seus cinco diretores internacionais durante os últimos seis anos em que lá estive. Eu passei a me sentir desconfortável com os rumos tomados por meus colegas diretores, em particular quando me dei conta de que eu era o único com educação científica dentre os diretores internacionais  da organização. Eu também queria deixar para trás a política de confrontação, que se resume a dizer às pessoas aquilo que elas deveriam parar de fazer. Além disso, o grupo tinha decidido fazer campanha pelo banimento do uso do cloro. Eu lhes perguntei se eles estavam cientes de que o cloro é parte da tabela periódica de elementos químicos e que o cloro contribuiu para um  avanço na área de saúde pública uma vez que os antibióticos são baseados na química do cloro. Até hoje a política deles é pelo banimento do cloro e eu tive de sair. O cloro é o mais importante elemento químico para a saúde humana... ele é tóxico para as bactérias e para outras coisas que podem nos matar. [...]
 
03/08/2009
A Terra é Azul ... e plana
Em parte, retomo o assunto do artigo anterior motivado pelo notável  comentário de uma inconformada e irascível opinante. Sou-lhe grato pela expressão utilizada, que me dá a chance de tentar analisar um pouco mais as origens da ecovigarice. Explico:  possuidora de uma misteriosa “consciência ecológica”, a opinante estaria assim investida de autoridade suficiente para chamar de “mentiras” aquilo que não leu. Por força do mau hábito e para o seu conforto psicológico, apenas reagiu.  E uma vez que ela mesma demonstrou ser capaz de se expor ao ridículo com desenvoltura comovente e característica daqueles que, sobre toda e qualquer coisa já têm uma opinião, ainda que emprestada sem muita consciência, passo à análise e esqueço a personagem.
 
11/03/2009
Red Cocaine - The Drugging of America
Dr. Joseph D. Douglass, Jr é consultor de assuntos de segurança, com 43 anos de experiência em políticas de defesa, tecnologia e de inteligência. Ele trabalhou para o governo americano como vice-diretor do Escritório de Tecnologia Tática da Agência de Projetos Avançados e também com vários prestadores de serviços de defesa baseados em Washington, DC. Serviu em vários conselhos de ciência e estudos de defesa e até 1990, foi consultor e assessor de várias agências governamentais americanas e de institutos sem fins lucrativos. Recebeu seu bacharelado, mestrado e doutorado da Universidade Cornell. Lá ele lecionou e também na Escola de Pós-Graduação Naval e na escola de Relações Internacionais Johns Hopkins. Foi autor ou co-autor de vários livros e relatórios, alguns secretos. Dentre os acessíveis ao público estão: Soviet Strategy for Nuclear War (Hoover Institute), America, the Vulnerable: The Threat of Chemical and Biological Warfare (Lexington Books) e Communist Decision Making: An Inside View (Pergamon-Brassey’s).
 
12/02/2009
Stalin’s War – A Radical New Theory of the Origins of the Second World War
Editado na metade da década de 1980, considerado por alguns um clássico devido a sua teoria central, e por outros um livro que não merece nem sequer ser lido, Stalin’s War [A Guerra de Stalin] é um livro sobre a Segunda Guerra Mundial que definitivamente não se prende ao senso comum sobre o conflito. O autor, Professor Ernst Topitsch, apresenta o que ele chama de “teorias”, termo que num sentido estrito implicaria na demonstrabilidade das mesmas. Todavia, o sentido adotado é o de um conjunto de opiniões sistematizadas e que giram em torno de duas teses centrais: 1. Foi Stalin, e não Hitler, o principal responsável pela deflagração da II Guerra Mundial, além de ser o grande vitorioso dessa.   2. Stalin usou Hitler e a Alemanha nazista como ponta-de-lança em seu projeto de dominação soviética da Europa.   Ernst Topitsch foi estudante de filosofia, dos clássicos (seu grande herói era Tucídides), história e sociologia. Ao romper da guerra, estava engajado na Wehrmacht, tendo participado da Batalha de Stalingrado em 1942. Anos após a guerra, tornou-se professor de filosofia na Universidade de Graz, na Áustria. Foi também membro da Academia Austríaca de Ciências, da Sociedade Científica de Berlim e do Instituto Internacional de Filosofia de Paris.   Mas não era um historiador, fato que ele admite ao afirmar, logo de início, que seu livro não apresenta nenhuma prova ou documento novo, mas apenas teses e opiniões costuradas de forma instigante. São citados alguns poucos relatos e documentos russos da época, mas nenhum deles fornece certeza quanto às teses centrais do autor. São declarações de intenções ou mesmo trechos de discussões do Comitê Central do PCUS sobre a noção de “guerra fácil” de Stalin. Em outras palavras, o que ele apresenta é plausível, mas não é passível de prova incontestável.
 
 



Redação: Paulo Zamboni
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