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Guy Sorman

Após concluir seus estudos no Institut d’Eude Politique e na Ecole Nationale d’Administration em 1969, Guy Sorman foi ensinar economia na Sciences Po Paris e em numerosas universidades estrangeiras (China, Estados Unidos, Rússia, Argentina). Posteriormente, deixou de se dedicar ao serviço público para se consagrar à escrita, à educação e à edição de livros. Em 1973, criou uma empresa de mídias a qual dirige, Editions Sorman. Foi presidente da Comissão de Perspectiva e Estratégia para o primeiro-ministro de 1995-1997. Dentre seus trabalhos foram publicados em português O Ano do Galo e A Economia não Mente, onde aborda questões sobre a China e a economia internacional. 

ARTIGOS PUBLICADOS:
16/01/2013
A Europa vindoura
A União Européia, com uma social democracia moderada, poderá ser a chave para um futuro de sucesso para a Europa.
 
20/11/2012
A economia dos Estados Unidos feita refém
A verdade é que deixando livres os empresários, a lacuna fiscal desaparece.
 
08/11/2012
Pós-Liberalismo: um projeto para a oposição
A crise deve ser uma oportunidade de imaginar o retorno da sociedade civil; sem imaginação, nós perpetuaremos as causas dessa crise e adicionamos o risco de um caos provável.
 
04/10/2012
Déficit educacional
Talvez do colapso da ilusão coletiva de que o Estado é o principal agente do crescimento econômico, resulte a substituição da alquimia econômica pela ciência econômica
 
01/08/2012
O século da Ásia está ficando para trás
Ao contrário do Ocidente, a Ásia, sobretudo a China, é um espaço de terceirização, com pouca capacidade criativa genuína.
 
03/07/2012
Raciocínio para dez anos
Como persuadir os governantes e a opinião pública de que a retomada do crescimento e a queda do desemprego passam por um reforço das instituições, por um progresso do Direito, e não por manipulações das ferramentas de produção e finanças públicas?
 
13/06/2012
O Euro ainda está em movimento
Os comentaristas que fingem estar preocupados com o euro estão realmente interessados em preservar a supremacia do dólar e de Wall Street.
 
29/05/2012
O retorno da utopia
A eleição presidencial francesa de 2012 pode ser lembrada não como triunfo da normalidade, mas o passo decisivo da longa marcha dos partidos populistas rumo ao poder.
 
08/05/2012
Hollande dissolverá o socialismo?
No final do segundo turno, a vitória de Hollande parece ser menos uma escolha do que uma rejeição a Sarkozy.
 
03/05/2012
À espera do terceiro escrutínio [1]
A derrota de Sarkozy não será o final do drama francês
 
18/04/2012
O mundo supera a pobreza em massa
Os acontecimentos mais significativos frequentemente escapam da atenção da mídia. Quantos saberiam, através da leitura de seu jornal diário ou assistindo televisão, que vivemos em um período econômico sem precedentes, quando o número de pessoas que vivem em extrema pobreza está em declínio rápido?
 
15/03/2012
Impressões de West Point
Os cadetes de West Point constituem, depois da origem dos Estados Unidos, a elite do exército americano: é preciso conhecer esses jovens, homens e mulheres que amanhã vão lutar pela América e, certamente, além de suas fronteiras.
 
24/02/2012
Como morrem as democracias
A grande disputa que surge é entre o capitalismo da nova ordem e o capitalismo democrático. Quem irá vencer?
 
18/01/2012
Schumpeter na Casa Branca
Economista austríaco, refugiado nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial e professor em Havard, Schumpeter deixou para trás a memória de colecionador de mulheres e uma expressão que resume sua obra: “Destruição criativa”.
 
12/01/2012
A nova roupa da velha esquerda
Nos debates televisionados ao vivo, onde se tenta dar uma abertura ao desenvolvimento, não se diz grande coisa; mesmo em Frédéric Taddéi[1], o mais tolerante dos apresentadores, a profundidade é rapidamente eclipsada pelo espetáculo. A televisão não pode ser outra coisa que televisão: como escreveu McLuhan, o meio é a mensagem.
 
05/01/2012
Lágrimas da Coreia
Quando Stalin morreu, em 1953, eu era criança e vi os russos chorando na Praça Vermelha; nossa única fonte de informação era então as Notícias Pathé, projetadas no cinema antes do “grande” filme.
 
14/12/2011
2011 um ano populista
Em 2012, o populismo estará de volta. Mas o termo é ambíguo, pode soar como um insulto e uma constatação. Melhor usá-lo com moderação.
 
30/11/2011
Merkel: Palma de Ouro em Cannes
OG20 não é um governo mundial e sua última reunião em Cannes mais uma vez comprova isso. A esperança de Nicolas Sarkozy, presidente e anfitrião do ano, de mudar a ordem do mundo, transformou-se em fumaça.
 
23/11/2011
Como a Europa perde a bola
Piores que a recessão econômica, depois de 2008, são as reações irracionais e excessivas à crise. A demissão simultânea de toda a classe política na Grécia e na Itália são apenas sintomas de uma grave ameaça às nossas economias, nossa democracia e nossa Europa.
 
18/11/2011
Os helenos estão mal da cabeça
Da civilização helenística, os gregos conservaram viva uma tradição, a da tragédia.   Acabou-se de concluir um acordo europeu muito favorável aos gregos, inesperado mesmo: o governo socialista de George Papandréou fez uma mudança de curso intrigante ao anunciar um referendo inesperado. Referendo que não vai acontecer, mas a questão permanece.
 
09/11/2011
A crise do Euro não ocorrerá
Os governantes na Europa felicitam-se uns aos outros por salvar o Euro, a zona do Euro, a Europa. Mas nem o euro, nem a zona do euro, para não falar da União europeia, correm o risco de desaparecer por falta de pagamento da Grécia, nem em razão dos erros de gestão dos bancos que emprestam à Grécia.
 
03/11/2011
Em direção ao desemprego permanente
Em todas as democracias, a taxa de desemprego determina, normalmente, o sucesso ou o fracasso de um político. Isso levou, entre outros, Barack Obama a anunciar medidas de urgência de onde se esperam resultados imediatos.
 
26/10/2011
A China, a França, a Honra
Acivilização chinesa renasce no mundo, por sorte, graças a artistas audaciosos como Gao Xinjiang, Ai Weiwei, Liu Xia. Longe de compreender como esses criadores são uma honra da China, o governo de Pequim os humilha e o governo francês os ignora.
 
19/10/2011
Na França não há indignados
Oprotesto contra os excessos do capitalismo mundial começou na primavera, em Madri. De lá, ela foi ganhando as grandes cidades da Espanha, depois Atenas.
 
13/10/2011
Previsão é incerta, especialmente quando se trata do futuro
Quando os tempos são instáveis, os experts e profetas proliferam: climatologistas e, principalmente, economistas ou pretensos especialistas. Sobre o clima? A aparição súbita de um gigantesco buraco na camada de ozônio acima do Polo Norte, fato que surpreendeu todos os climatologistas.
 
04/10/2011
Uma crise dentro da Democracia
Não existe economia sem crise, mas a crise presente nas economias ocidentais, que entra em seu quarto ano, é sem precedentes recentes. Ela deixa os comentaristas sem voz, os economistas perplexos e os governos à beira da histeria.
 
27/09/2011
Genebra, o berço da utopia
Em Genebra, um Congresso de filosofia que se tornou, em nosso tempo, a arte da exposição das banalidades em uma linguagem complicada. Descobri, sem me surpreender verdadeiramente, uma frente unida contra o liberalismo: estes inevitavelmente qualificados como fanáticos, enquanto meus interlocutores antiglobalização, marxistas, ecologistas e trotskystas são evidentemente mais moderados.
 
21/09/2011
O preço da Grécia
O Estado grego é uma invenção das potências europeias: por isso mesmo não é legítimo aos olhos dos próprios cidadãos gregos. A invenção da Grécia em 1830 esclarece o comportamentos dos contribuintes, sem pressa de pagar seus impostos, e de um Estado que nunca se livrou de suas origens duvidosas.
 
17/09/2011
O começo do fim do aquecimento global
Al Gore e os aquecimentistas foram longe demais: abusos de profecias catastróficas, os ursos que desapareceriam (tese falsa), os oceanos que nos submergiriam (eles subiram um pouco, depois de mil anos) e algumas evidentes manipulações científicas foram feitas para ludibriar a opinião pública.
 
20/02/2011
A Terceira abertura do Japão
Como os olhos  de todos estão focados na China, nos esquecemos de que o Japão ainda é a principal força da Ásia.
 
06/11/2010
A revolução permanente da França
A França tem uma longa tradição de ocupar as ruas como uma resposta irracional a reformas econômicas. Em 1848, quando um governo democraticamente eleito tentou conter a inflação monetária, o nascente Partido Socialista ergueu barricadas em Paris.
 
 



Redação: Paulo Zamboni
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