Bom dia ! Hoje é Segunda Feira, 26 de Junho de 2017.
 
Fique por dentro de nosso conteúdo em sua caixa de e-mail:
 




 
Victor Davis Hanson

É um historiador clássico e articulista de diversos veículos de comunicação norte-americanos. Nasceu em 1953 em Fowler na Califórnia. Graduou-se em História Clássica pela Universidade da Califórnia em 1975 e obteve seu doutorado na mesma área pela Universidade de Stanford em 1980. Hanson também ocupou em 2002 e 2003 a cadeira de Professor visitante na Academia Naval de Annapolis em Maryland. Hanson é autor de diversas obras, entre elas, The Western Way of War (Alfred Knopf, 1989; 2d paperback ed. University of California Press, 2000); The Wars of the Ancient Greeks (Cassell, 1999; paperback, 2001); The Land Was Everything, Letters from an American Farmer (Free Press, 2000; a Los Angeles Times Notable book of the year) e Carnage and Culture (Doubleday, 2001; Anchor/Vintage, 2002; a New York Times bestseller), traduzida para o português como “Por que o Ocidente venceu”, Ediouro, 2002. Para saber mais sobre o autor acesse o site http://victorhanson.com/wordpress/
ARTIGOS PUBLICADOS:
09/06/2017
Trump... o nosso Claudio
Os primeiros meses da presidência de Trump são, em muitos aspectos, claudianos. Trump é também um outsider que, na visão da aristocracia de Washington, nunca deveria ter sido presidente.
 
29/07/2015
Por que a América foi indispensável para os Aliados vencerem a Segunda Guerra Mundia
A América não ganhou a Segunda Guerra Mundial sozinha. Mas sem os Estados Unidos, a guerra contra o fascismo do Eixo teria sido perdida.
 
01/04/2015
Tom Cotton, um herói trágico
Apesar do valor da sua carta aberta, Tom Cotton vai se tornar o bode expiatório de Obama quando as negociações com o Irã inevitavelmente falharem.
 
06/03/2015
A audácia da fraqueza
A política externa moralmente confusa de Obama está tornando o mundo mais perigoso a cada dia.
 
24/02/2015
Cinco erros estúpidos sobre o Oriente Médio
Conheça o novo Oriente Médio: um Irã nuclear e ascendente, a devastação espalhada pelo EI, o Egito e a Líbia tornando-se a Somália e o fim da Síria e do Iraque. E tudo isso por culpa do governo Obama.
 
27/01/2015
Muçulmanos e islamistas
O apoio a quem gera o terrorismo somente irá cessar quando o mundo muçulmano sentir que o radicalismo islamista provoca sérios prejuízos.
 
22/01/2015
O Ocidente pode levantar-se pela liberdade de expressão?
Falsa equivalência moral e covardia flagrante ameaçam a nossa tradição de liberdade de expressão.
 
30/10/2014
A maior mentira
A esquerda preferiria esquecer seu antigo slogan, "Bush mentiu, milhares morreram."
 
09/10/2014
Bombardear, ocupar​ ​ou nenhum dos dois?
Se os EUA não podem ou não querem resolver da forma certa as crises em outros países, o melhor a fazer é não se meter nos problemas dos outros.
 
01/10/2014
Como foi no Iraque e como é agora na Síria
É necessário lembrar o início do envolvimento americano no Iraque. E como Bush, ao contrário de Obama, sabia o que estava fazendo.
 
17/09/2014
O labirinto de ​a​lianças do Oriente Médio
É cada vez mais difícil navegar pela rede de inimigos e aliados de ocasião no Oriente Médio.
 
19/08/2014
Sobre o Chipre, o mundo está silencioso
Que tal admitir que Israel é tão duramente criticado devido ao fato de que é um país pequeno, com poucos amigos, tem inimigos poderosos e é habitado por judeus?
 
14/08/2014
Um Israel mais forte?
Analistas dos combates em Gaza asseguram que, mesmo que Israel enfraqueça o Hamas, essa vitória a curto prazo dificilmente vai levar ao sucesso estratégico de longo prazo.
 
01/08/2014
Vencer uma guerra de perder-perder
Se quiser vencer o mundo do perde-perde na guerra do Oriente Médio, Israel deve garantir que o Hamas perca muito mais do que o próprio Israel perde.
 
30/07/2014
O Verão de 1944 de George Patton
Em Agosto, há setenta anos, George S. Patton mostrou como os soldados recrutados de uma democracia podem surgir do nada para bater os profissionais mortais de um regime autoritário em seu próprio jogo.
 
25/06/2014
O dilema da América no Oriente Médio
Os americanos podem se culpar uns aos outros pela selvageria no Iraque e prometer deixar o Oriente Médio ser o Oriente Médio em paz - pelo menos até o próximo ataque terrorista contra os EUA.
 
28/02/2014
Lições da Primeira Guerra Mundial
A Primeira Guerra Mundial foi trágica. Mas essa loucura não significa que os conceitos de vitória e derrota desapareceram em meio ao horror.
 
04/02/2014
A China está copiando o antigo Japão imperial
A China acredita que finalmente é hora de fazer seus militares refletirem seu enorme poder econômico.
 
30/08/2013
Qual é o plano na Síria?
Sem saber o que pretende fazer na Síria, Obama pode lançar os EUA num perigoso salto no escuro.
 
07/08/2013
A morte do populismo
Ocupe Wall Street de um lado, Tea Party do outro. Direita e esquerda em luta. E quem se preocupa com a classe média americana, pressionada por impostos e perda de poder aquisitivo?
 
04/06/2013
A palavra D
Não existem quaisquer estatísticas precisas sobre quantas pessoas estão vivendo nos Estados Unidos ilegalmente. E como é que se define a deportação?
 
22/05/2013
Mitologias norte-coreanas
Muito do que tem sido escrito sobre a crise envolvendo a Coréia do Norte é fantasioso e ignora os exemplos históricos contidos em eventos similares.
 
27/02/2013
As grandiosas e velhas fantasias sobre o Islã radical
Os Estados Unidos possuem respostas para graves problemas que afligem o país há décadas. Basta apenas a vontade política para implementá-las.
 
29/11/2012
Anatomias de uma loucura eleitoral
O partido republicano é basicamente formado por uma classe média e classe média alta em processo de encolhimento, flanqueados por democratas, que não apreciam seu sucesso e odeiam seus gostos e cultura.
 
31/10/2012
A casa da fantasia
Dada a realidade dos EUA, o fato de Romney estar próximo de Obama nas pesquisas eleitorais é um milagre; que ele ainda possa ganhar a eleição está além de um milagre.
 
17/10/2012
Eleição pode espelhar a corrida de 1980
Assim como em 1980, os eleitores americanos buscam um presidente melhor – mas eles precisam primeiro se assegurar de que este está presente na eleição.
 
15/08/2012
O Oriente Lamacento
Embora seja impossível prever como exatamente será o futuro do Oriente Médio, é possível imaginar algumas constantes para guiar a política externa dos EUA na região.
 
12/07/2012
O Securitygate não desaparecerá
Os vazamentos de informações sobre as ações antiterror do governo Obama são um escândalo pior do que Watergate.
 
19/06/2012
Dois, três, muitos Obamas
Há um Barack Obama autêntico, ou tudo gira em torno de fantasia e dissimulação?
 
24/05/2012
Foi o poder, estúpido!
Todo o histórico da administração Barack Obama e seus seguidores demonstra apenas uma coisa: os fins justificam os meios para se chegar ao poder, e o que era condenável no governo Bush agora é irrelevante.
 
26/04/2012
Campanha das Queixas
Em 2008, um praticamente desconhecido Barack Obama concorreu à presidência com uma agenda inclusiva cujo lema era “esperança e mudança”.
 
23/03/2012
Ironias sírias
Quanto mais Bashar Assad provocar carnificinas entre os dissidentes sírios, mais a comunidade internacional irá se revoltar – enquanto pouco faz para impedir o derramamento de sangue. Por quê?
 
02/03/2012
O modelo líbio a não ser seguido
É uma coisa boa que Muamar Kadafi se foi, mesmo que por meios bárbaros. Então o que podemos aprender com a desgraça de 2011, dado que alguns estão defendendo o mesmo tipo de ação contra a Síria e o Irã? Resposta: não muito.
 
07/02/2012
Fidelidade e a Presidência
Os meios de comunicação parecem obcecados com a série de casos do jovem Newt Gingrich no século passado.
 
22/12/2011
Pearl Harbor: Considerações 70 anos depois
Por que o Japão atacou os Estados Unidos há 70 anos [7/12/1941], além das usualmente citadas razões existenciais e do fato de que acharam que poderiam ficar impunes?
 
22/11/2011
A fúria está na moda, de novo…
Ocupe Wall Street? Tenho acompanhado os protestos da turma “Ocupe Wall Street”, em Nova York e em outros lugares. Também li a respeito de certo interesse do Partido Democrata em transformar a raiva de uns poucos numa espécie de Tea Party esquerdista para muitos.
 
20/09/2011
Um discurso mofado
Obama deve estar numa dobra do tempo — será que ele acha que o conteúdo de seu discurso ao Congresso [08/09/2011] é algo novo, ou que pode passar por novo pelos simples uso de uma modulação de voz mais alta e mais ritmada?
 
23/08/2011
Uma tecnocracia cambaleante
Estamos testemunhando uma ampla crise de fé em nossos guardiões progressistas [esquerdistas] dos últimos trinta anos. Eles formam a fina flor da elite certificada pelas melhores universidades, empregada pelas melhores universidades, pelo governo, pelas grandes fundações privadas e companhias de serviços financeiros.
 
28/07/2011
A loucura global da justiça social distributiva
Seja nas acirradas disputas sobre o teto da dívida pública dos Estados Unidos ou nos distúrbios de rua em Atenas, o tema global não é a pobreza em termos absolutos, mas com muito mais frequência, a justiça social distributiva — entendida como ter mais ou menos a mesma quantidade de coisas que outros têm.
 
03/05/2011
O fracasso pode ser opcional
Perdida em meio ao furor sobre o orçamento federal está qualquer séria discussão sobre o fato de que, depois de certo ponto, pagamentos “redistributivos” podem estar tornando as coisas ainda piores para aqueles que os recebem.
 
06/04/2011
Uma crise de energia antropogênica
Agasolina já está custando mais de quatro dólares por galão[1] em quase toda a Califórnia— e subindo bastante em outras partes do país também. Mas preços tão altos são bons ou ruins?
 
23/03/2011
Os EUA deveriam intervir na Líbia?
Há muitos bons argumentos a favor da imposição de uma zona de exclusão aérea na Líbia. Sem os ataques aéreos do governo líbio, os rebeldes podem ter uma chance maior de estabelecer zonas de resistência permanentes.
 
25/01/2011
Duas Califórnias
Viajei por três semanas, tomando o pulso das áreas mais esquecidas da Califórnia central. Eu queria testemunhar, ainda que superficialmente, o que está acontecendo a um estado que tem os mais altos impostos sobre produtos e renda, os mais pródigos benefícios sociais, o quase pior sistema de escolas públicas (de acordo com os índices federais), o maior número de imigrantes ilegais da nação, ao lado de um setor privado excessivamente regulamentado, uma base industrial estagnada e em encolhimento e uma elite cujo etos ambientalista restringe a atividade empresarial sem conter o consumo.
 
23/11/2010
Os fabulistas de Obama
Durante a campanha presidencial de 2008, Barack Obama foi apresentado como sendo um racionalista frio— um intelectual sóbrio e judicioso, tão diferente do impetuoso e meio desligado de voz nasalada George W. Bush, tão racional em contraste com o espasmódico John McCain.
 
16/11/2010
Obama ainda não entendeu
OPresidente Obama chegou perto, mas ainda não foi capaz de admitir que suas políticas radicais e os efeitos destas sobre a economia foram a causa da devastadora repreensão política que recebeu nas eleições do dia 02/11. Durante a maior parte da coletiva de imprensa, um Obama deprimido, coisa rara, se absteve de assumir responsabilidades, chegando perto de dizer que os problemas são, em sua maior parte, nossos e não dele — ou pelo menos não de sua agenda política; no máximo um problema ocasional de comunicação inadequada.
 
23/09/2010
Nós não somos a Grécia
 O declínio é uma escolha Com o verão se esvaindo, há mais e mais discussões sobre declínio no ar. Parte delas vem da esquerda, como certa noção irrefletida de que nós estamos, na melhor das hipóteses, retrocedendo para aquilo que os gregos chamavam prôtos metaksu isôn, os primeiros dentre os iguais, gozando de prestígio tradicional, mas fora isso, nada muito especial em comparação aos países europeus, Índia e China.
 
13/09/2010
O enigma de nosso tempo: do Arizona ao Ground Zero
As recentes controvérsias acerca da mesquita no Ground Zero [área onde estavam as torres gêmeas do WTC destruídas no ataque terrorista de 11/09/2001] e sobre a lei anti-imigração ilegal do Arizona são janelas para a nossa alma coletiva. Pense nos paradoxos.
 
27/07/2010
Obama tenta a quadratura do círculo da imigração ilegal
 Nada de novo no discurso presidencial – certamente não a sua cansativa alegoria de esperança e mudança ao confundir a imigração legal e a ilegal (“Os progressos científicos de Albert Einstein, as invenções de Nikola Tesla, as grandes iniciativas da U.S. Steel de Andrew Carnegie e o Google de Sergey Brin – tudo isso foi possível devido aos imigrantes”). Há um amplo suporte público para o primeiro, mas não para o segundo – portanto ele precisou inferir que aqueles que se opõem à maciça imigração ilegal não apreciam a grande contribuição feita por imigrantes legais. (Note seu uso de eufemismo em “11 milhões de imigrantes sem documentação” – como se imigrantes simplesmente tivessem esquecido seus documentos ao entrarem no país).
 
01/07/2010
Helen Thomas, Turquia e a Liberação de Israel
Édifícil ser muito mais influente que o decano do corpo de imprensa da Casa Branca, a quem é dado assento cerimonial na primeira fileira em coletivas de imprensa. Então, quando Helen Thomas [*] sugeriu que os israelenses deveriam deixar seu país e irem “para casa” na Polônia e Alemanha, isso não foi dito por uma obscura e excêntrica anti-semita, mas por uma esquerdista considerada insider que passou a gozar de um status icônico e de certa isenção de críticas.
 
09/06/2010
Retórica de Obama saindo pela culatra
Não causa espanto que o Presidente Obama fale mentiras (por exemplo: não haverá aumento de impostos para a classe média, a “reforma” no sistema de saúde [health care] controlará custos, a cobertura pela C-Span[1] dos debates sobre o sistema de saúde, listar legislações pendentes na internet por cinco dias, fechar a base de Guantânamo em um ano, a defesa em favor da retirada de todas as forças de combate do Iraque até março de 2008,  lobistas fora do governo, um basta a todas as dotações orçamentárias “especiais”, e todas as velhas mentiras sobre financiamento público de campanhas, o verdadeiro relacionamento com Wright, Ayers, Khalidi, Blago, etc.), já que todos os políticos mentem.
 
05/05/2010
O Khrushchev de Obama? Que maluquice é essa?
Roger Cohen escreveu no New York Times sobre a humilhação imposta por Obama a Netanyahu: “O ex-líder soviético [Khrushchev] pensava que poderia amedrontar Kennedy através de um simples olhar, apenas para descobrir, em Viena, que o charme de Kennedy também tinha aço em sua composição (‘Será um longo e frio inverno’). Netanyahu foi o primeiro líder estrangeiro a imaginar que poderia passar por cima de Obama, feito um rolo compressor. O que ele conseguiu foi uma merecida e gélida reprimenda”.   O canto de glória obâmico continua, ao louvar o novo Obama de aço, que usou Netanyahu, tal como Kennedy usou Khrushchev para estabelecer sua palavra e propósitos firmes.
 
28/04/2010
Próxima Batalha: Imigração
 O quê vamos – e o quê não vamos – ouvir no debate que está por vir Depois da disputa sobre o Health Care Reform [Obamacare], podemos esperar que a administração Obama use o mesmo padrão de atuação para fazer aprovar uma “abrangente reforma da imigração”.   Isso é um eufemismo para cessar permanentemente a construção da ainda incompleta cerca na fronteira; institucionalizar um enorme programa de vistos temporários de trabalho, tratar os imigrantes ilegais com se cidadãos de facto em termos de recebimento de créditos por renda auferida [earned-income credits[1]], assistência-saúde e benefícios gerais; e, na prática, conceder anistia a 11 milhões de estrangeiros em condição ilegal nos EUA.   E qual exatamente é esse padrão para fazer aprovar no Congresso algo que é tão impopular?
 
14/04/2010
Danem-se as evidências e velocidade máxima avante?
Acoisa mais estranha a respeito do gigantesco plano de seguro saúde de Obama (mais de US$1 trilhão de dólares em novos “direitos e benefícios”) é a escolha do momento, o timing.
 
24/03/2010
Reflexões sobre a Revolução na América
Mudanças radicais nas feições americanas   Vivemos tempos revolucionários instigantes, mas assustadores, parecidos com a constante aspereza da polis grega do século IV a. C, com a Europa revolucionária de meados do século XIX – ou talvez, numa repetição geriátrica — com a década de 1960. Esta é uma época onde os conceitos fundamentais de indivíduo e de Estado estão sendo redefinidos, mas agora numa paisagem esquisita, globalizada e de alta tecnologia.
 
17/02/2010
Foi o Bush quem fez! E, realmente, foi Bush quem fez! E Bush fez mesmo!
Aquela porcaria de Guantânamo! Obama deu uma quase incrível coletiva de imprensa, durante a qual analisou os lapsos da segurança. Quando evocou Guantânamo, de uma só vez o presidente:  (a) prometeu fechá-la; (b) prometeu não enviar mais detentos de volta para o Iêmen; e (c) alegou que a base era uma ferramenta de recrutamento para a Al Qaeda (em outras palavras, aparentemente o Gulag de Bush incitou pessoas como Umar Farouk Abdul Mutallab a tentar um atentado a bomba numa companhia aérea), sempre usando a expressão enfática “Não tenham dúvidas sobre isso”.
 
17/12/2009
Apertando o botão de “reset”. De novo - Parte II
Tal como prometido, Obama estabeleceu um novo caminho para a diplomacia americana. Após dez meses de diplomacia “foi culpa do Bush”, a administração Obama precisa apertar o botão de “reset”. De novo.
 
10/12/2009
Apertando o botão de “reset”. De novo - Parte I
Tal como prometido, Obama estabeleceu um novo caminho para a diplomacia americana. Após dez meses de diplomacia “foi culpa do Bush”, a administração Obama precisa apertar o botão de “reset”. De novo.
 
19/11/2009
Narciso-em-Chefe
Enquanto o nosso Narciso-em-Chefe permanece estático contemplando a sua imagem perfeita transmitida por sua rede particular [1], há escolhas que precisam ser feitas quanto ao Afeganistão.
 
12/11/2009
Agora sabemos por que Obama adiou o encontro com o Dalai Lama
Eu mesmo não sou um grande fã do hábito de sair dizendo que altos funcionários do governo deveriam renunciar em função de declarações estúpidas. Mas o elogio a Mao feito pela diretora-interina de comunicações da Casa Branca, Anita Dunn, classificando-o de “filósofo político” é tão esdrúxulo e moralmente repugnante que ela deveria pedir as contas, e rápido. 
 
21/10/2009
O passado ainda atual - Reflexões sobre a II Guerra Mundial
P odemos aprender muito sobre os dilemas do presente dando uma olhada no passado. Este mês estou dando um curso intensivo sobre a II Guerra Mundial e lembrei-me de como a história nunca é realmente a história. Uma lição: não julgue as decisões passadas com base nas considerações do presente ou na sabedoria post facto de um ponto de vista ocidental, mas entenda-as considerando o conhecimento e pensamento da época, e a partir da perspectiva de um inimigo.
 
 



Redação: Paulo Zamboni
AmbientalismoAmérica LatinaBrasilCulturaEconomiaEntrevistasEUA e GeopolíticaEuropaMídia em FocoOriente MédioPolíticaSegurança Pública
Artigos IndicadosCLIPPING@MAISEspecialLiteraturaResenhas
Home Editorial Faq Fale Conosco


Canais:
 
MÍDIA A MAIS © COPYRIGHT 2013, TODOS OS DIREITOS RESERVADOS