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Peter Hof

É escritor e empresário.

Livros que recomendo:

  • Novas batalhas eleitorais, Chico Santa Rita
  • The truth about self protection, Massad Ayoob
  • In the gravest extreme – The role of firearm in personal protection, Massad Ayoob
  • Guns and Violence – The English experience, Joyce Lee Malcolm
  • A land fit for criminals, David Fraser
  • Handguns and self defense “Life without fear”, Mike Dalton & Mickey Fowler–
  • More guns less crime, John R. Lott, Jr
  • To Keep and Bear Arms: The Origins of an Anglo-American Right, Joyce Lee Malcolm
ARTIGOS PUBLICADOS:
20/03/2013
DESARMAMENTO: Experiências mal sucedidas – Parte 3
Desde 1981, o risco de um criminoso ser apanhado, julgado e encarcerado tem aumentado substancialmente nos Estados Unidos e diminuído na Inglaterra.
 
07/03/2013
A Petrobras, o desarmamento e a Síria
O que têm em comum os anúncios veiculados pela Petrobras em todos os tipos de mídias, anunciando a autossuficiência na produção de combustíveis e a Campanha do Desarmamento?
 
26/02/2013
DESARMAMENTO: Experiências mal sucedidas – Parte 2
O que exatamente a lei espera que uma vítima faça quando ele e/ou sua família estão sendo ameaçadas por um criminoso com intenção de roubá-lo ou pôr em risco sua integridade?
 
29/01/2013
DESARMAMENTO: Experiências mal sucedidas - 1
Ao contrário do que propagam os arautos do Viva Rio, a Inglaterra não é mais um país pacífico ou seguro.
 
27/06/2012
Duluth, Georgia, USA - Caxias do Sul - RS, BR
Se alguém atirar num assaltante sem antecedentes criminais que tenha invadido sua casa, e se o ato de defesa for perpetrado com uma arma de fogo não registrada, você vai para a cadeia e o marginal estará solto.
 
14/06/2012
O dia da caça
Bandidos armados não são "super-homens", como parecem acreditar algumas pessoas.
 
13/12/2011
Faltou dizer
Tanto o jornal O Globo quanto o Extra, seu irmão mais popular, deram com estardalhaço a notícia que o líder comunitário William da Rocinha havia sido flagrado, em um vídeo, vendendo um fuzil AK-47 para o traficante Nem, recentemente preso pela polícia.
 
08/11/2011
DESARMAMENTO: Comentando as notícias
Qem está certo e quem está errado? Está ocorrendo no momento no Rio de janeiro uma polêmica que, tirando o aspecto ridículo da questão, leva o cidadão pagador de impostos a se questionar o porquê da discrepância, em um assunto tão grave e sério como a questão dos homicídios ocorridos no estado do Rio de Janeiro.
 
29/07/2011
Vai entregar sua arma?
Ao contrário da maioria dos políticos brasileiros, o amigo leitor é um cidadão de bem, sem problemas com a justiça, sem dólares na cueca, não faz “consultoria milionária”, seu imposto de renda é pago rigorosamente em dia e sem falcatruas. Enfim, um cidadão modelo.
 
23/06/2011
Desarmamento - comentando notícias recentes - segunda parte
Trezoitão - "Revólver 38 lidera campanha de desarmamento" – Este foi o título da matéria publicada na página 26 do jornal O Globo, de 14/05/2011. Como é de praxe em matérias sobre desarmamento e armaria foi consultado o senhor Rubem César Fernandes, um dos “especialistas” da ONG Viva Rio no assunto.
 
03/06/2011
DESARMAMENTO: Comentando notícias recentes – primeira parte
1 – Fascista, eu?   Osenhor Paulo Sérgio Pinheiro é pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP e membro da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) e um antiarmas convicto. Só esta última condição é mais do que suficiente para colocá-lo nas páginas do jornal O Globo. Assim, no dia 17/4/2011, na página 21 do referido jornal o doutor Pinheiro deu uma entrevista em que, entre outras coisas, afirma e dá título à matéria: “Tem de reduzir na marra o acesso a armas”. Com esta pérola, o doutor Pinheiro dá uma inequívoca demonstração de sua vocação democrática. Para o doutor Pinheiro, as coisas têm de ser “do nosso jeito”, ou seja, “na marra”.
 
13/05/2011
Desarmamento: perguntas e respostas
Éverdade que menos armas significam menos crimes?   Bobagem: se isso fosse verdade, a Suíça e os Estados Unidos seriam países com alto índice de criminalidade. Os Estados Unidos, que têm quase tantas armas quanto habitantes, têm visto sua criminalidade diminuir através dos anos enquanto aumentam as vendas de armas de qualquer calibre e em qualquer quantidade.
 
27/04/2011
Compreendendo a estratégia do adversário
Quem se interessa por Guerra Psicológica sabe que existem três métodos, extensamente empregados desde tempos imemoriais, capazes de causar danos ao adversário, algumas vezes maiores do que os causados pelas JDAM (Joint Direct Attack Munition), as bombas inteligentes.
 
15/04/2011
Rescaldos de uma tragédia
O Rio de Janeiro e o resto do Brasil ainda tentam entender a tragédia de Realengo.  Estávamos acostumados a ler nos jornais, com indesejada frequência, mas à distância, este tipo de infausto acontecimento. Eu morava nos Estados Unidos quando da ocorrência do massacre de Columbine e posso garantir que a comoção foi tão grande como aqui.
 
03/02/2011
O Brasil é um país fortemente armado. Será mesmo? II
Quando todas as armas forem de propriedade do    Governo, este decidirá de quem são as outras propriedades                                Benjamin Franklin     Relembrando: segundo o senhor Antonio Rangel Bandeira, em declaração ao jornal O Globo, de 21/12/2010, “O Brasil é um país fortemente armado”. Para quem não sabe, o senhor Bandeira é diretor de uma ONG anti-armas e um dos darlings das Organizações Globo na questão de desarmar o cidadão de bem.
 
26/01/2011
O Brasil é um país fortemente armado – será mesmo? I
Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará                                                                                                                      João, 8:32   O Brasil é um país fortemente armado”. Esta declaração é da lavra do senhor Antonio Rangel Bandeira, um dos diretores do Viva-Rio em entrevista publicada na página 10 do Globo de 21/12/2010. Não sei qual o critério usado pelo senhor Bandeira, mas posso assegurar que não é esta a situação do Brasil no que tange ao cidadão armado. E quem informa isto é o Small Arms Survey, um dos patrocinadores da ONG do senhor Bandeira.
 
13/01/2011
Desarmar quem?
Em 21/12/2010, o jornal O Globo publicou na página 10 uma matéria intitulada VIVA RIO: 47,6% DAS ARMAS AINDA SÃO ILEGAIS NO BRASIL. A matéria do jornalista Jailton de Carvalho versa sobre uma pesquisa realizada no Brasil mostrando o que todo mundo sabe: as pessoas têm medo de registrar suas armas, pois, além de custar caro e dar um bocado de trabalho (é uma burocracia dos infernos) ainda existe o risco de amanhã a “Companheira Wanda” usar a base de dados para passar no congresso (com minúscula mesmo, por favor) uma lei obrigando os cidadãos de bem a entregar suas armas.
 
28/10/2010
Uma data memorável
Se existe uma data que nunca pode ser apagada da memória dos brasileiros é o 25 de outubro de 2005. Neste dia memorável, o povo brasileiro, através de uma votação maciça, deu uma incontestável manifestação de sua vontade e seu querer. Esta data inesquecível é o Referendo (e não plebiscito, como insistia um antigo jornalista) em que a população mostrou-se esmagadoramente a favor do direito dos cidadãos em adquirirem uma arma para sua defesa, de sua família e de seu patrimônio.
 
04/09/2010
Palpite infeliz
Nada é mais perigoso do que se colocar no mesmo balaio a ignorância e o preconceito. Isto me veio à mente lendo a carta do senhor José Carlos Lima de Souza, de Niterói RJ, publicada na Seção de Cartas de O Globo de 26/08/2010 sob o título Reféns do Crime.
 
17/06/2010
Pesquisas eleitorais
Existem coincidências que merecem ser olhadas com cuidado. Até poucos dias antes da eleição presidencial colombiana os institutos de pesquisa davam como certo um empate técnico no primeiro turno. Abertas as urnas, o candidato do presidente Uribe, José Manuel Santos, teve 46,3% dos votos e Antanas Mockus, o darling da imprensa internacional e alegria dos seguidores do títere venezuelano, ficou com 21,7% dos votos.
 
30/04/2010
Reinventando Kafka
Amaioria das pessoas que conhecem a história de Josef K., o personagem central do livro O Processo, do tcheco Franz Kafka, imagina que não pode haver maior disparate do que a historia absurda do bancário. Daí a expressão kafkaniano, usada para qualificar qualquer situação contrária ao bom senso, difícil de entender e aceitar, evocando uma atmosfera de pesadelo, de irracionalidade, especialmente em um contexto burocrático, que escapa a qualquer lógica ou coerência (diz-se de situação, obra artística, narração etc.). Ao terminar a angustiante narrativa talvez o leitor suspire aliviado pensando: “Isto é apenas uma obra de ficção, não é possível no mundo real”. Está redondamente enganado o leitor que assim pensar - o Brasil, há muito, reinventou o kafkanismo. Aqui, na República das Bananas, o cidadão decente, cumpridor da lei se vê, com indesejável frequência, enfrentando situações dignas do pesadelo do burocrata Josef K.
 
09/04/2010
Cuba: amargura e dor
Recentemente assisti a um programa de debates sobre Cuba na TV por assinatura e um dos entrevistados era o jornalista Samarone Lima. No decorrer do programa fiquei agradavelmente surpreso com as intervenções dele. Foi quando soube que ele havia passado dois meses em Cuba tentando entender o que se passava no feudo dos irmãos Metralha Castro. Ao contrário de Chic Buarque, Frei Betto, Fernando Morais e outras viúvas de Che Guevara, que se hospedam em hotéis de luxo a que só estrangeiros têm acesso e que nos mostram sempre uma visão cor-de-rosa, se desmanchando em loas à “realidade fantasiosa” contada nas páginas do Granma, o jornal oficial da ditadura castrista, Samarone Lima fez algo diferente: decidiu viver o dia-a-dia dos cubanos.
 
04/03/2010
Jornalistas, armaria e matemática
Já recebi queixas de leitores dizendo que sou muito severo em minhas críticas a jornalistas; que errar é humano; etc, etc, etc. Eu não passo meus dias com uma lupa na mão procurando erros cometidos diariamente pelo pessoal que escreve em jornais. Prezo muito meu tempo livre para desperdiçá-lo dessa forma. Mas não consigo deixar de me irritar com a incomensurável falta de respeito demonstrada pelo pessoal que se mete a escrever sobre estes dois assuntos: armaria e matemática.
 
05/02/2010
Gagáspari e a privataria
Ocolunista Elio Gagáspari sempre se mune do pior de seu (pouco) senso de humor quando trata do assunto privatizações. Começa por chamar o processo de privataria e vai destilando verrinas por todo o texto, o que ocorre com razoável frequência em suas colunas de domingo e quarta-feira no jornal O Globo.
 
31/12/2009
Revendo 2009
MINARETES – Boa parte dos países europeus e outros “campeões da liberdade” manifestaram sua indignação depois que, em um referendo, 57% dos votantes suíços decidiram que não querem minaretes nas mesquitas muçulmanas existentes (apenas quatro das 180 mesquitas suíças possuem minaretes). A quem, além de ao povo suíço, cabe o direito de definir o que melhor serve aos propósitos e interesses dos cidadãos suíços?
 
26/05/2009
O que os antiarmas pretendem implantar no Brasil
Ovelho adágio segundo o qual O preço da liberdade é a eterna vigilância me vem à cabeça quando percebo a mensagem subliminar, veiculada na mídia impressa ou eletrônica, de que “armas” tiram vidas de cidadãos inocentes. Mesmo quando o cidadão consegue se defender com uma arma de fogo, como um caso acontecido no Rio Grande do Sul, onde uma mulher matou um assaltante que invadira sua casa, a imprensa sempre tem um “especialista de plantão” para dizer que o ato do cidadão de reagir foi uma loucura. Existem também políticos a dizer bobagens sem nenhuma comprovação, caso da vereadora carioca Andrea Gouvêa Vieira, que declarou no Globo que não se deve resistir a um assalto, pois nove em dez pessoas que a ele reagem acabam mortas. Em 16/11/2006, escrevi para o endereço eletrônico do ilustre edil, perguntando pela fonte da informação, e nunca obtive uma resposta.
 
30/04/2009
Recadastramento e outras histórias
Vocês já notaram que todo jornalista da chamada “grande imprensa” que escreve sobre armas comete impropriedades sobre as armas e a matemática? Eu estou cansado de corrigir as bobagens que rotineiramente os jornalistas do Globo escrevem.
 
 



Redação: Paulo Zamboni
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