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Judith Reisman

A Drª Judith Reisman foi presidente do Institute for Media Education, de 1985 até fevereiro de 2009. Foi investigadora-chefe  e autora  do Departamento Justiça dos Estados Unidos – estudo de Justiça Juvenil, Images of Children, Crime and Violence in Playboy, Penthouse and Hustler (1989), Kinsey, Sex and Fraud (Reisman, et al., 1990) e Soft Porn Plays Hardball (1991), Partner Solicitation Language as a Reflection of Male Sexual Orientation (w/Johnson, 1995), e Kinsey, Crimes & Consequences (1998, 2000) e é também comentarista do WorldNetDaily.com. Em quatro administrações, ela foi consultora do Departamento de Justiça, do Departamento de Educação, bem como do Departamento de Saúde e Serviços Humanos. A Drª. Reisman está listada em numerosas biografias, tais como: Who's Who in Science & Engineering, International Who's Who in Sexology, International Who's Who in Education, Who's Who of American Women and The World's Who's Who of Women. (website pessoal: http://www.drjudithreisman.org)

ARTIGOS PUBLICADOS:
27/02/2010
Olá, Coelhinha!
A Playboy usa o design de presentes e artigos infantis da  Spencer’s no shopping center mais perto de você. Opropósito da Spencer’s Gifts  é servir de  “casa da bruxa” para capturar João e Maria? Nessa historinha infantil a bruxa malvada decora a sua casa com doces para seduzir crianças curiosas, a quem ela encarcera e depois as come. As lojas Spencer’s expõem jogos, máquinas de chiclete de bola,  presentes “pegadinhas”— e brinquedos sexuais — para  atrair e seduzir crianças “convidadas” para as suas depravadas salas dos fundos, as quais oferecem uma variada gama de produtos pornográficos.
 
25/08/2009
Resta algum homem de verdade no Reino Unido? Em foco: ‘Aulas de prostituição’ forçadas a adolescentes britânicos
Em “Muito barulho por nada” (1598), Beatriz diz que “é o dever de um homem” defender a honra de Hero, sua virtuosa prima que estava sendo denunciada publicamente, por seu tolo noivo, como “uma qualquer”. Sabendo de suas responsabilidades, o personagem de Shakespeare, Benedito,  empunha sua espada para desafiar o vilão que difamou a donzela.
 
02/07/2009
Os frutos da ‘liberdade’ sexual
Não é sorte nossa vivermos numa era de liberdade sexual? Sorte por repudiarmos as crenças de nossos fundadores de que Deus tudo vê e que nos julga? Sorte porque a revolução sexual ensinou aos americanos a relaxar e ‘desencanar’ quanto às consequências de seus atos?
 
03/06/2009
Primeiro juiz da Suprema Corte australiana: homossexualidade e tributo a Alfred Kinsey
“O primeiro juiz da Suprema Corte australiana a declarar sua homossexualidade fez um emocionado tributo ao pai da moderna pesquisa sexual, Alfred Kinsey” No momento em que nosso interesse se volta para a indicação de um novo membro da Suprema Corte dos Estados Unidos1, prestem atenção nisso: “Michael Kirby, o primeiro juiz da Suprema Corte australiana a declarar sua homossexualidade, fez um emocionado tributo ao pai da moderna pesquisa sexual, Alfred Kinsey”. Kinsey o modificou e “ajudou a modificar o mundo”.2 Kirby declarou: “Kinsey falou para a nossa espécie e não apenas para os Estados Unidos”. Durante décadas, uma comunidade acadêmica manipulada e a grande mídia esconderam as fraudes de Kinsey na ciência, fazendo com que o poder judiciário remodelasse erroneamente as leis, as idéias e a conduta de “nossa espécie” conforme a imagem de Kinsey, isto é, a de um bi/homossexual viciado em sexo e pederasta ativista.
 
20/05/2009
Uma odisséia pessoal até a verdade - Parte II
Em 1977, eu estava no País de Gales para apresentar um artigo de pesquisa sobre mulheres e pornografia na Conferência Internacional da Associação Psicológica Britânica sobre “Amor e Atração”, realizada na Universidade de Swansea. Quando cheguei a Londres fiquei sabendo que Tom O’Carroll, o líder da “Troca de Informações Pedófilas” (PIE- Pedophile Information Exchange), estava cobrindo a Inglaterra num tour de relações públicas, promovendo o sexo com crianças em seu caminho até a conferência de Swansea. Toda a Inglaterra estava em alvoroço por causa das reportagens diárias da imprensa descrevendo os objetivos da PIE e de O’Carrol.
 
17/05/2009
Uma odisséia pessoal até a verdade - Parte I
A partir de hoje, o leitor do Mídia@Mais poderá acompanhar a história e os desdobramentos da batalha pessoal de Judith Reisman, autora da  obra capital "Kinsey, Crimes & Consequences", em sua luta de décadas contra a cultura que estabeleceu o destrutivo, o criminoso e o bizarro como padrões normais no campo da conduta sexual do ser humano. Para introduzir o leitor à obra da Dra. Reisman  e a  esse mundo que ela descobriu nefasto, o mundo da pornografia aliado à academia, o estado, as fundações bilionárias e o big business, a Editoria do M@M escolheu o prefácio da obra que, como o título indica, traz, além da análise histórica e biográfica dos principais personagens envolvidos na trama, o alcance atingido por suas ações, na tentativa de destruir a moralidade tradicional em busca de prazer, dinheiro e poder ilimitados. (Editoria Mídia@Mais)
 
 



Redação: Paulo Zamboni
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